Estava num local, que parecia um grande galpão, onde havia várias locomotivas e muitas bancadas e peças por todo lado. Havia eu e mais uma pessoa. A gente tentava fugir dali, mas estávamos sendo perseguidor por vários homens que acredito trabalhavam ali. Eu subi num vagão que transportava combustível e fiquei do lado de dentro da escada que dava acesso em cima do vagão, imaginando que assim ninguém me veria. O outro homem que fugia comigo, subiu em cima deste vagão. Neste vagão que a gente ficou estava engatada em outro que também transportava combustível. Os homens procuravam a gente por todos os lados. Nisto alguém soltou os dois vagões em que a gente estava, dizendo que era para levar o material naquele momento. Não havia locomotiva puxando os vagões, mas eles saíram rapidamente como se estivessem sendo atraídos por um ima. Quando ele foi saindo, alguém viu nos dois nos vagões e gritou. Nisto dois homens conseguiram pular no vagão para nos pegar. Os vagões iam à alta velocidade e a gente mal conseguia mexer em cima deles. Nisto eles entraram num galpão e parou rapidamente. Pulamos do vagão e saímos correndo, entre peças e outros vagões que tinham ali. Os dois homens tentavam nos pegar. Quando chegamos numa porta, o tal homem que estava fugindo comigo, viu uma maquina de colocar rebites. Ele pegou a máquina atirou rebite na direção dos que nos perseguiam. Eles se esconderam, e com medo de serem acertados com rebites, ficaram escondidos atrás dos caixotes que tinha ali. Eu fiquei do lado de dentro deste cômodo, que na verdade era outro galpão, só que menor, quando vi vindo uma mulher com uma criança de uns 5 anos andando ao seu lado. Não sei como, mas sabia que a tal mulher estava esperando aquele outro homem que fugia comigo. Eu não disse nada e ninguém nada falou durante toda a perseguição. Nem a mulher que me viu. Queria entender porque eu fugia e de quem, mas não conseguia falar para perguntar o que quer que fosse.
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domingo, 15 de maio de 2011
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
A FUGA
Estava indo por uma estrada, de terra. Um pouco mais elevado, havia outra estrada de terra, que deveria estar distante desta, uns 10 metros. Ia por esta estrada, numa moto bem pequena, parecendo feita para crianças. Na garupa da moto, ia uma pessoa que não sei quem era. Seguia por esta estrada, quando a pessoa na garupa me disse que a gente tinha que pegar a estrada ao lado. Eu disse que não precisava naquele momento, pois as duas se encontravam justamente onde eu precisava passar de uma para outra. No caminho, havia um policial que me parou. Eu e a tal pessoa da garupa, estava usando capacete e tudo mais. Nisto chegou outras pessoas que deveriam estar comigo. Chegaram em motos iguais a minha. O policial ficou olhando minha moto, andando em volta dela, depois disse que iria prender a moto. As pessoas que chegaram depois começaram a falar todos ao mesmo tempo. Então o policial disse que era só pagar a ele 300 reais e ele liberava a gente. Então comecei a dizer para as pessoas, que pagasse logo para a gente ir embora. Mas ninguém tinha dinheiro e nem eu. Então o policial levou todos nós presos. Levou a gente para uma casa grande que tinha ali perto, no meio do mato. La dentro, a casa parecia uma mansão de luxo. A gente ficou num cômodo todo branco e que tinha um grande sofá, e uma grande porta. O policial disse que não era para sairmos dali de jeito algum. Nisto vimos passar vários homens e mulheres, todos vestido com roupa de exercito, e com rifle na mão. Uma mulher, também vestida assim, chegou nesta sala, olhando por cima dos olhos, com a cabeça meio baixa, e disse que era terrorista e que a gente estava presa ali. Duas pessoas que estava com a gente, ficaram desesperadas e foram tentando sair da sala de qualquer jeito. Nisto chegou um homem com uma bazuca e atirou nestas duas pessoas. Da bazuca saiu um raio colorido, que ao atingir as duas pessoas, fazia com que virasse estátuas humanas. Ficamos assustados com aquilo e nos juntamos num canto da sala. Então disse para as pessoas que estava comigo, que a gente tinha que fugir dali rapidamente. Olhei e vi uma pequena porta num canto e corremos para lá. Abrimos a porta e ela dava para o jardim da casa. Saímos correndo. Nisto vimos que a tal mulher que olhava estranhamente, vinha seguindo a gente, carregando a tal bazuca. Fomos correndo até aquela estrada e seguimos em frente. A tal mulher continuava correndo atrás da gente. Nisto cheguei ao bairro Esplanada. Nisto percebi que estavam comigo e Gueds e os filhos dele. A gente tinha chegado à casa que era do “Tico-Tico”, que era vizinha da casa da minha avó. Como a janela daquela casa dava para o passeio e tinha grades, fui subindo pelas grades da janela. Falei para o Gueds e os filhos dele, virem também, porque o ponto de ônibus ficava em frente à casa da minha avó. O Gueds disse que não havia ponto nenhum ali. Então disse a ele para chegar à esquina e olhar. Ele foi e viu o ponto de ônibus. Então subimos pelas grades da janela e fomos até o ponto de ônibus. A gente não precisava subir nas grandes e ir por cima da casa, bastava andar pelo passeio e chegar lá no ponto, que ficava a uns 10 metros de onde a gente estava. Disse ao Gueds que a gente tinha que ir daquele jeito, porque só assim a gente ficava livre da mulher com bazuca. Chegamos ao ponto e eu disse que era só esperar o ônibus. Então o Gueds disse que ali não passava ônibus. Virei para ele e disse que o único problema era este.
domingo, 7 de março de 2010
FUGA PELO PORTAL DOS FUNDOS
Vinha eu, a noite, descendo a Rua São Paulo, quando entrei no pátio do Santuário de santo Antônio, para cortar caminho, indo em direção a Rua Vinte e hum de Abril. Quando cheguei em frente a porta central do Santuário, resolvi descer as escadas. Nisto veio um caminhão, rente ao passeio. Em cima deste, vinha uma foca muito grande. Ela pulou do caminhão, bem ali no início das escadas. Com medo dela, voltei e tentei entrar no Santuário. Mas a porta estava fechada. A tal foca foi se arrastando pelo passeio, acompanhando o caminhão que ia vagarosamente pela Rua Vinte e hum de abril. Desci as escadas do Santuário bem devagar, olhando se a foca não voltaria. Vi a mesma indo pelo passeio, quase chagando na Rua Minas gerais. Atravessei a rua rapidamente, entrei num cômodo que havia ali. Este cômodo estava muito bagunçado, cheio de coisas espalhadas. Havia algumas pessoas enchendo balão, para festa que aconteceria ali. Eu já havia estado naquele cômodo antes. Fui até uma janela, para ver onde estava a saída pelos fundos daquele cômodo. Nesta janela havia alguns bancos de madeira. Esbarrei em um deles, que caiu lá e baixo, pois o fundo deste cômodo, era baixo e onde eu estava, ficava a uns 6 metros do chão. Vi uma escada, fui até ela e desci lá em baixo. Lá, um homem dizia para outro, que não trabalharia mais ali, pois o tal banco que caiu, quase o tinha certado na cabeça. Nisto vi um banheiro e lembrei que a saída pelos fundos, era através do banheiro. Vi dois homens saindo através deste banheiro. Fui segui-los e vi que atrás deles ia um cachorro muito grande. Igual aquele do filme (baby, o porquinho trapalhão). Fui indo assim mesmo, imaginando que se o cachorro me atacasse, os tais homens não deixariam ele me morder. Quando sai lá fora, vi que era uma pequena rua que beirava um riacho. Como se estivesse saido em outro local bem distante do Santuário. Havia uma caminhonete parada ali. Quando fui andando, um pequeno cachorro me atacou, pulou e ficou pendurado mordendo a barra da minha camisa. Puxei-o com as mãos e mandei-o não chão. Nisto vi que havia uma ninhada de cachorro bem ali. O tal cachorro apenas defendia seus filhotes. O cachorro grande ficou num canto e nada fazia. Este pequeno cachorro veio me atacar novamente, mordendo meu sapato. Enfiei o pé por baixo dele e o atirei bem longe. Sai andando e fui embora dali.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
COM O CARRO VELOZMENTE
Havia eu e mais três pessoas. A gente tinha que viajar de carro para um local. Uma das pessoas saiu a pé e não voltava. Havia uma que era o dono do carro e estava reclamando muito da pessoa ter sumido. Então peguei o carro e sai dirigindo velozmente pelas ruas. Estava decidido a ir sozinho para a tal cidade. Ia muito rapidamente, até que me dei conta que estava voltando para o local de onde tinha saído. Nisto um dos três homens, que seria o dono do carro, me viu e sai correndo atrás de mim. Entrei numa rua onde havia várias pessoas. As pessoas começaram a gritar “pega” “pega” “pega”. Olhei para trás e vi que o homem vinha correndo. Eu acelerava o carro, mas ele ia lentamente. O tal homem foi aproximando, e quando chegou próximo ao carro,sai do carro e fugi correndo
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