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sexta-feira, 5 de agosto de 2011
TENTANDO ESTACIONAR O CARRO NA PORTA DO ABC
Estava na Rua Sergipe, ao lado do ABC da Vinte e hum. Estava dentro de um carro sem capô. Estava no banco do passageiro, aguardando o Gueds que tinha saído para ir ao ABC. Nisto veio um carro em minha direção. Então percebi que o Gueds tinha parado o carro no meio da rua. Então fui para o banco do motorista para estacionar o caro. Só que fui tentar estacioná-lo do lado esquerdo, na contramão. Fui vagarosamente, tentando ficar o mais próximo possível do passeio. Mas não estava conseguindo estacionar como eu queria. Na tentativa de estacionar, fui indo até atravessar a Rua do Fórum. Continuei tentando. Mas o carro sempre ficava a uns 50 centímetros do passeio. Mas eu queria a roda encostada neste. Como não estava conseguindo, fiz um balão para voltar. E fui tentando do outro lado, também na contramão. Do outro lado, havia vários sacos de lixo, destes pretos. Havia uma mulher sentada em cima, fumando um charuto. Quando eu passei por esta mulher, tentando estacionar, passou também uma menina. Esta tal mulher pediu dinheiro a menina. A menina mandou a mulher ir trabalhar. A mulher respondeu dizendo que a menina era obrigada a dar dinheiro ela. Nisto acelerei o carro, para sair dali, com medo da tal mulher.
domingo, 3 de julho de 2011
NA NOVA EMPRESA COM O ANTIGO AJUDANTE.
Estava dentro de uma empresa, juntamente com uma pessoa que trabalhava comigo. Eu carregava o painel de medição da qualidade do ar e, esta pessoa carregava a bomba de sucção. Já tinha terminado a medição e vinha trazendo o equipamento para ir embora, quando encontrei com o Gueds e a pessoa que seria seu ajudante. Isto ainda dentro da empresa. O Gueds me viu, veio rapidamente em minha direção e quis saber se a empresa tinha sido reaberta. Isto porque eu usava o blusão da antiga empresa (Ecos) onde eu e ele (Gueds) trabalhamos juntos por 5 anos. Disse que usava o blusão, mas estava trabalhando em outra empresa. Abri o blusão e mostrei a camisa da nova empresa, que era a Engequisa. Ele então disse que por isto aquela empresa onde a gente estava não havia o chamado para fazer a medição, pois já tinham contratado agente. Ele tinha ido ali justamente para saber por quê. Depois o Gueds me pediu para ver se conseguia um trabalho nesta nova empresa (Engequisa) onde eu estava trabalhando, para que a gente pudesse trabalhar juntos novamente. Disse que iria saber da direção da empresa, mas sabia que eles procuravam alguém para me ajudar, pois meu ajudante era do escritório e só estava quebrando um galho. Eu usava uns óculos de sol, que estava meio embasado. Tirei os óculos e vi que havia muita sujeira na armação. Então fui até um tanque que havia ali, para lavar os óculos. Fiquei jogando água nos óculos. Foi saindo muita sujeira. Eu não entendia como podia acumular tanta sujeira numa armação de óculos. Quanto mais eu lavava, mais sujeira saia. Depois que terminei, peguei o painel e fui levando para o carro.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
NO LAGO DE FURNAS / PERDIDOS
PERDIDOS NO LAGO DE FURNAS / A ESPERA DE UM "MILAGRE"
AQUI, QUANDO DE UMA VIAJEM ATE A CIDADE DE SÃO SEBASTIÃO DO PARAISO.
DEMOS UMA PARADA PARA OLHAR OS PEIXES (E GRANDES) ( E NÃO É MENTIRA), QUE FICAM EM BUSCA DE ALIMENTOS NAS MARGENS DO LAGO DE FURNAS, BEM AO PÉ DA PONTE DO RIO GRANDE.
ONDE TIREI ESTAS FOTOS. ISTO EM NOVEMBRO DE 2010
(todas as imagens são propriedade de "Thymonthy Becker")
quarta-feira, 26 de maio de 2010
SUBINDO COM O CARRO DE MARCHA A RÉ

Estava de carro, dirigindo. Estavam no carro, ao meu lado, o Gueds, e no banco de trás, o Alex, gerente da firma onde trabalho. Entrei no pátio de uma empresa. Havia uma pequena rampa de cimento, nesta rampa havia algumas peças, parecidas comas de carro, espalhadas. Virei o carro para subir a tal rampa, de ré. Fui com cuidado, desviando das Peças, evitando esbarrar nelas ou cair da rampa. Quando passei pela rampa, virei o carro novamente e segue em frente. O Gueds então me perguntou por que eu subi a rampa de ré, e não fui de frente que seria mais fácil. Disse que tinha aprendido a subir rampa, sempre dirigindo de ré. Ele então me perguntou em qual auto-escola eu tinha aprendido. Disse a ele que tinha sido na auto-escola “DE RÈ”.
sábado, 8 de maio de 2010
DESERTO VERDE
Estava na casa do Paulinho meu irmão. Nisto comentei com ele que tinha plantado pés de couve na casa da esquina da rua dele. A mulher me viu passando e perguntou-me se eu plantava couves. Então plantei para ela. Nisto uma moça que estava ali, não acreditou, dizendo que a tal mulher sempre plantava as coisas dela. Então fui com esta moça até a casa desta mulher. Da grande do jardim, mostrei os dois canteiros, um com alface plantada, o outro com as couves. Disse a tal moça, que os da couve, tinha sido eu que plantei. Sai daí e fui indo por um local, aonde cheguei ao alto de um morro, onde lá em cima era todo plano. Lá estava o Gueds. Ele me mostrou a minha frente, vários pés de couve plantados. Eles deveriam ter um metro de altura. Estavam plantados em fileiras de uns cinco pés. Depois mandou que eu virasse para o outro lado. Nisto vi que até onde a vista alcançava, só tinha plantação de pés de couve. Todos com um metro de altura mais ou menos. Olhando, parecia um deserto verde. Para qualquer lado que se olhava, só se via couve. Perguntei se tinha sido ele que havia plantado tudo aquilo. Ele disse que tinha sido eu. Então disse a ele que não me lembrava de nada daquilo. Então ele respondeu: __Claro, você fez isto enquanto estava vivo.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
AS TRÊS GRAMAS

Estava em um lote vago, tipo um galpão aberto. Estava saindo com um carro, para fazer medição da qualidade do ar. Quando ia saindo na porta da garagem, veio outro carro e parou na minha frente. O motoriasta disse que eu não poderia sair, porque teria que fazer uma medição da qualidade do ar , urgentemente. Ignorei o que ele disse e fui saindo assim mesmo, quase esbarrando no carro dele. Nisto já me vi num corredor largo, num campo aberto. Este corredor era todo gramado. Era muito comprido e largo mesmo. Havia tres divisões na grama. De um lado, estava totalmente ruim, bem seca. Do outro, totalmente verde. No meio estava entre seca e verde. Nisto veio o Gueds com uma mangueira de jardim molhando esta grama que estava totalmente verde. Então disse a ele que vederia ir molhar aquela grama seca. Que era a que estava bem ruim. Disse também que não precisava molhar a grama do meio, porque não estava tão ruim assim.
sábado, 18 de abril de 2009
MEDINDO A QUALIDADE DO AR
Estava num local, que não sei bem onde era. Estava fazendo uma medição da qualidade do Ar. O Gueds me ajudava. Havia uma chaminé, de um forno de siderurgia. Só que esta chaminé era bem pequena e tinha uns 50 centímetros de altura. Eu coloquei o filtro, na ponta desta chaminé, para ele absolver a poluição. O Gueds ficou tirando o líquido poluente de outro local. Quando o filtro estava muito sujo, eu o tirei da chaminé e bati-o no chão, para retirar uma casca que havia formado sobre ele. O Gueds veio com o líquido que havia pegado. Este líquido era vermelho. Eu coloquei o filtro dentro deste líquido e o liquido ficou vermelho muito escuro. Então eu disse ao Gueds que daria um resultado muito alto.
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
ERRANDO DE RUA ONDE TRABALHAR
Estava com o Gueds, no jardim de uma casa que ficava na Av. Rio Grande do Sul, entre as Ruas Pernambuco e Sergipe. Nós estávamos trabalhando em algo que não lembro. Era noite e estava bem escuro. Sai dali para ir até a Rua Pernambuco. Nisto ao colocar as mãos no bolso da minha calça, vi que tinha ali algumas cartas e algumas notas de dois reais. Então pensei que se tratava das cartas que eu tinha recebido alguns dias atrás e esqueci-me de abri-las. Então decidi voltar. Como tinha uma mulher perto de mim, me olhando, eu cismei que ela quisesse me assaltar. Fui indo embora rapidamente. Nisto percebi que eu já estava chegando ao final da Rua Rio Grande do Sul. Fiquei pensando como eu poderia ter passado direto de onde o Gueds estava sem tê-lo visto. Fui voltando rapidamente, com medo de ser assaltado, quando ouvi uma musica. Lembrei que estava ouvindo aquela musica quando estava na casa com o Gueds. Fui indo rapidamente até que percebi que estava na Av. Vinte e Hum de Abril, e não na Rua Rio Grande do Sul. Não conseguia imaginar como eu tinha ido para a outra rua, se eu tinha andado apenas na rua onde eu estava. Sai correndo e quando cheguei à Rua Ceará, imaginei que subindo ela, chegaria a Rio grande do Sul.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
ENGATINHANDO NOS CACOS DE VIDRO
Eu e o Gueds estávamos andando por uma rua. Eu ia andando como criança, de gatinho. (Engatinhando) Nisto passamos por uma loja cuja porta de vidro estava toda quebrada. Eu continuei andando por cima dos cacos de vidro. Quando chegamos numa esquina, eu fiquei pensando porque até ali tinha vidros. Nisto um pedaço de vidro entrou no meu dedo. Eu não senti dor. Fui então e retirei o pedaço. Mas ficou um pedaço dentro do dedo. O Gueds então puxou e saiu um pedaço de vidro de um centímetro mais ou menos. Sai limpando o dedo, que não saiu sangue.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
PEGANDO ALMOÇO NO TRAILER
Estava numa rua do bairro Porto velho. As portas das lojas estavam fechadas com cimento. Eu vi quatro pessoas. Eu tentava correr e só conseguia ir bem devagar. Eu tinha no bolso da camisa, cartão de telefone, cartão de credito e outros documentos. Eu temia ser roubado por eles. Mas eles não me seguiam. Ainda assim eu tentava fugir, sem conseguir correr. Meu celular tocou. Eu não conseguia atender, a imagem da tela mudava todo instante. Eu consegui ver quem chamava. Era Gueds vip. Eu não conseguia ligar de volta. Eu tentei usar a calculadora do celular e não consegui. Depois eu estava num local, perto de um trailer. O Fernando estava lá dentro, para pegar o almoço. O dono do trailer perguntou para quem era. Depois ele me ligou. Eu o via e o Fernando pela janela do trailer. Ele me perguntou quem estava falando. Eu disse que era Thymonthy Becker. Ele disse que eu teria que tirar uma foto, para ter certeza que era eu. Nisto vi um pequeno galpão aberto, onde tinha uma mesa e uma pessoa com uma câmara fotográfica. Eu sentei na cadeira da mesa, para tirar a foto. Então pedi ao Fernando que pegasse meu boné, porque queria tirar a foto de boné.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
TESTE DE SABOR
Estava dentro de uma empresa. Havia uma mesa no centro do galpão. Estavam eu e o Gueds, Quem estava sentando a mesa era o Arizinho. Eu e o Gueds estávamos pegando um documento para conseguir um emprego numa outra firma. O Arizinho me pediu para preencher com meus dados pessoais. Eu disse que não tinha nada ali. Nisto chegou do meu lado, o Arizinho. Era dois. O que chegou do meu lado me perguntou sobre o emprego que eu fiquei de arrumar para ele. Eu disse que já estava com os papeis na mão, era só ele preencher tudo. Derramei em cima de uma mesa, várias coisas. Leite, leite moça, chocolate e outras que não lembro. Nisto eu fiquei passando o dedo, lambendo, para saber que gosto tinha a mistura. Havia uma mulher que estava lavando algo na pia. Ela me perguntou que porcaria eu estava fazendo ali. Eu disse que era teste de sabor.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
SEM PORTAS NEM JANELAS
Estava eu e o Gueds, num local que seria uma empresa. Nós íamos fazer uma medição da qualidade do ar. Sai carregando o equipamento. Nisto cheguei perto de um túnel. Eu entrei neste túnel bem apertado, que era bem curto, Nisto sai numa sala grande onde não tinha nada. Eu já não carregava nenhum equipamento e sim, uma prancheta. Eu andei pela sala, olhando as paredes. Depois de dar a volta, não vi mais a porta de saída. Eu estava fechado dentro daquela sala que não tinha porta nem janelas. Nisto então imaginei que alguém tinha me seqüestrado e me prendido ali.
sábado, 16 de agosto de 2008
PEDINDO 1.800,00 EMPRESTADO
Estava numa rua do bairro esplanada. Eu fui até um cômodo que tinha numa esquina. O nenêi estava chegando à porta. Eu então disse a ele que iria precisar de um cheque de mil e oitocentos reais emprestado. Ele só deu uma risada e entrou no cômodo. Eu entrei também e lá estava a Selma sentada numa mesa, entregando algo para uma as pessoas que estavam numa fila ali. Fui até a casa de uma pessoa, Fui saber sobre como fazer uma festa. Esta pessoa sabia mais sobre festa que eu. Eu disse que a Iara queria uma média de 100 salgados. A gente queria comemorar o nascimento de minha filha. Eu estava com cadernos e tinha que estar na sala de aula às sete e meia. Quando passei perto de uma loja, alguém perguntava sobre Thymonthy Becker. Alguém lá dentro disse que eu tinha mudado dali. Esta pessoa então disse que estava ali cobrando uma dividas. Eu passei rapidinho, pois não queria que a pessoa me visse. Virei na primeira esquina e vi o Gueds com o carro parado no meio da rua. Ele estava sentado na frente do carro, mexendo em algo. Eu lembrei que já tinha visto ele assim várias vezes. Eu fui ate ele e disse que estava na hora dele trocar o carro. Depois entramos no carro e saímos. Eu disse que esperava que o carro não estragasse novamente. Nisto chegamos num local que parecia ser um pedágio, só que era um quebra molas muito alto e com uma ferragem passando em cima. Tinha um caminhão parado ali. Nós passamos com dificuldades. Eu disse que o carro não poderia estragar naquele local.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
PAGANDO PARA SAIR
Estava num local, que não sei onde, com o Gueds e uma mulher alta. Depois fomos para a Rede Ferroviária. Ficamos na sala de relógio, que estava ao lado da portaria da Rede, onde não é na realidade. Nisto o Gueds ligou o painel de amostragem, Eu fiquei com medo da mulher ver que ele tinha ligado o painel, pois ela era nossa chefa. Nisto houve uma confusão e esta mulher foi ver o que era. Eu fui atrás. Havia muitas pessoas andando por ali de um lado a outro. Entrei num local onde havia três salas. Entrei nas três e não vi a tal mulher. Havia algumas pessoas dentro da sala. Sai dali pensando que para sair da Rede Ferroviária, a gente tinha que pagar 600 reais. Mas eu só tinha 510 reais. Então fiquei pensando que poderia pedir ao Gueds ou a minha mãe, se eles me deixassem ir lá pedir a ela. Pois ela morava pertinho da Rede. Quando olhei para a portaria, vi várias pessoas saindo. Parecia aluno saindo de escola. Então imaginei que não estavam cobrando os 600 reais. Fui até onde o Gueds estava, para chamá-lo para irmos embora. Mas quando cheguei lá vi que ele já tinha ido embora e levado o painel. Então sai também. Logo que passei da casa da minha mãe, vi um caminhão fazendo manobras numa rampa bem alta que tinha na esquina. Nisto veio o Sávio, que foi meu chefe quando trabalhei na Gerdau, e me perguntou se eles tinham entregues as mercadorias que eu tinha pedido. Eu disse que sim. Ele disse que as dele não tinham sido entregues. Então eu disse que a moça passava depois perguntando quem recebeu e colocando um x no quadrinho.
sábado, 22 de março de 2008
LIBERDADE, AINDA QUE POR INSTANTES
Estava viajando com o Gueds. A gente estava indo trabalhar numa cidade que ficava muito longe. Depois decidimos ir para uma praia. Eu coloquei a cabeça para fora da janela do carro e fui gritando “liberdade” várias vezes. A estrada onde a gente estava não passava nenhum carro. O Gueds corria muito. Gritei novamente "Liberdade". Quando chegamos no que seria a praia, era na verdade a filial da empresa onde a gente trabalhava. Então eu disse que a liberdade tinha durado pouco.
sábado, 12 de janeiro de 2008
DIRIGINDO DENTRO DA VALA, PEGANDO O HELICÓPTERO
Eu estava num restaurante a beira de uma estrada. Eu estava dentro do restaurante, sentado numa mesa, usando um short jeans e uma camiseta. Não havia ninguém lá dentro. Lá fora havia três mesas com um homem sentado em cada mesa. Eu então fui saindo do restaurante, me escondendo atrás de algumas árvores que tinha ali, para que aquelas pessoas não me vissem. Fui ate uma vala que tinha uns 50 centímetros de fundura, por 3 metros de largura e uns 10 metros de comprimento. O carro em que eu estava, o Gueds tinha estacionado ali. Achei que não poderia pegar o carro, porque o Gueds tinha fechado ele. Depois vi que a janela estava aberta. Abri o carro e sentei no lado do carona. Vi que a chave estava na ignição. Liguei o carro. Sai dirigindo ele dentro da vala, estando do lado do carona. Quando chegou no final da vala, o carro não subiu o pequeno barranco e bateu de frente. Nisto chegou um homem e disse que era preciso que o Gueds esteja ali para que o carro saísse.
Nisto veio um helicóptero e me levou. Saímos voando, eu e mais uma outra pessoa que não lembro quem era. O helicóptero passava por entre vários fios de alta tensão que cruzavam o céu. Não sei de onde vinham nem para onde iam. Ele fez isto três vezes. Na terceira vez, passando por entre os fios, eu fiquei imaginando se o piloto errasse e batesse nos fios. Ai iria morrer todos. Nisto o helicóptero me deixou no quintal da casa da dona Judit. Lá estavam o grilo e o Israel. Eu disse a eles que não ia mais de helicóptero porque podia cair. Nisto o grilo pegou uma fralda descartável e disse que era a única coisa que o Israel comprava. Então eu disse ao Israel, que nada melhor que ser solteiríssimo, porque não precisava gastar dinheiro. Na cozinha da dona Judit, estava à cama onde o Israel dormia.
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