Estava dentro de uma empresa, procurando pelo meuchefe, o Carlos. Perguntava as pessoas que encontrava, se alguém o tinha visto.Mas ninguém tinha visto meu chefe. Entrei em vários cômodos. Até que chegueinum corredor e vi o Carlos, lá. Tirei um papel do bolso, escrito o valor dodinheiro que o Carlos teria que me passar. Eram 589,00 reais. Ao me aproximardo Carlos, ele vendo o papel, disse que só me pagaria no mês seguinte. Fiz umacara de quem não gostou. Mas o Carlos não ficou nem ai pra mim. Voltei meiochateado, visto que queria meu dinheiro. Coloquei o papel no bolso e sai dali.
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
SEM PAGAMENTO DE SALÁRIO
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
325 Washington St, Newark, NJ 07102, USA
sábado, 8 de janeiro de 2011
DE VAN PARA O NOVO EMPREGO
Estava num local, que seria uma empresa que não sei qual. Havia um corredor. Estava na portaria desta empresa, cujo portão dava para este corredor. O porteiro estava sentado numa cadeira ao lado do portão. Estava lá eu e o “Dico”. A gente estava esperando o “Tarzan” um amigo nosso. O Dico cansou de esperar e foi atrás dele. Nisto, logo depois, o Tarzan chegou e me chamou para irmos embora. Disse que a gente precisava esperar o Dico. Mas ele disse que não esperaria e se eu quisesse, ficasse ali aguardando, porque ele iria embora. Decidi ir com ele. Ele entrou por uma trilha no meio do mato. Perguntei pra onde a gente estava indo. Ele disse que estava “cortando caminho”. Chegamos numa estrada onde havia uma “Van” nos esperando. Esta Van estava cheia de gente. Ela não tinha teto, apenas a armação de ferro do mesmo. Subimos nesta van e ficamos em cima da armação de ferro, porque não tinha outro lugar para a gente ir. A Van foi indo e passando por caminhos estreitos e cheio de poças de água. A água espirrava nos meus pés. O Tarzan disse que estava demorando muito. Disse que a Van iria levar um por um em casa e que a gente seria o último. O Tarzan então disse que a gente não iria para casa e sim, para uma empresa onde estava esperando por nós, porque a gente ia começar a trabalhar lá. Ele disse que tinha arrumado emprego para mim e ele lá. Então perguntei se não precisava fazer entrevista e estas coisas. Ele disse que o pessoal já conhecia a gente e era só assinar o contrato.
sábado, 26 de junho de 2010
A NOITE NA FUNDIÇÃO

Estava num local, que seria uma siderurgia ou fundição. Era noite e estava bem escuro. Eu corria por um trecho cercado de pelas e restos de fundição, que saia do pátio de onde eu estava e ia até num local alto, onde abaixo ficavam uns 5 fornos de fundição. Só que estes fornos, eram betoneiras, destas de fazer massa de concreto para pedreiro. Estava muito escuro, mas eu via os homens trabalhando nestas betoneiras, depois eles jogavam todo o ferro derretido no chão e viravam as betoneiras em cima do ferro derretido. Eu sempre ia muito rapidamente por este trecho, pois ia ali escondido do chefe, sempre ia lá correndo, eu e outros funcionários, para buscar um pedaço de chapa com a qual a gente escrevia no chão. Fui três vezes lá. Na quarta, fui mais devagar, pensando que se quisessem me mandar embora, eu não importaria. Arrumava outro emprego. Eu não iria mais fazer tudo aquilo correndo. Fui andando e sai daquele pátio e comecei a correr. Ia o mais rápido que podia, mas minhas pernas davam passos muito curtos. Havia uma grande poça d’água e fui correndo dentro dela. Comecei a ouvir o barulho de alguém correndo na poça d’água também. Só que este alguém vinha muito mais rápido que eu. Então chegando numa esquina, resolvi parar. A tal pessoa passou muito rapidamente. Fiquei pensando porque eu não conseguia correr tão rápido quanto ele.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
TESTE DE SABOR
Estava dentro de uma empresa. Havia uma mesa no centro do galpão. Estavam eu e o Gueds, Quem estava sentando a mesa era o Arizinho. Eu e o Gueds estávamos pegando um documento para conseguir um emprego numa outra firma. O Arizinho me pediu para preencher com meus dados pessoais. Eu disse que não tinha nada ali. Nisto chegou do meu lado, o Arizinho. Era dois. O que chegou do meu lado me perguntou sobre o emprego que eu fiquei de arrumar para ele. Eu disse que já estava com os papeis na mão, era só ele preencher tudo. Derramei em cima de uma mesa, várias coisas. Leite, leite moça, chocolate e outras que não lembro. Nisto eu fiquei passando o dedo, lambendo, para saber que gosto tinha a mistura. Havia uma mulher que estava lavando algo na pia. Ela me perguntou que porcaria eu estava fazendo ali. Eu disse que era teste de sabor.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
LIMPANDO O GALPÃO
Eu estava num galpão. Ele estava muito sujo e bastante entulho por todo lado. Então eu peguei uma vassoura para varrer todo o galpão, pensando que eu já deveria tê-lo varrido há muito tempo, senão eu seria mando embora. Então fui até o inicio do galpão. Chegando lá, vi que tinha muita terra espalhada de um monte de terra. Então fui pegar um carrinho de pedreiro e uma pá, para juntar a terra e depois varrer. Quando vinha com o carrinho, veio atrás de mim um homem que deveria ser o dono dali. Ele perguntava por uma pessoa. Eu fiz que não ouvisse, porque não sabia de quem ele estava falando. Nisto alguém disse que estava lá no escritório. Então vi uma construção no final do galpão, que eu não tinha visto antes. Vi que tinha uma escada lateral que dava para o andar de cima. Esta pessoa disse ao tal home que ele deveria subir as escadas. Ele foi para lá. Nisto vi que eu estava num barranco e deveria descê-lo com o carrinho. Tinha uns 6 metros de altura. Desci com o carrinho.
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