Estava numa rua, que parecia ser a Rua Goiás. Estrava dentro de uma loja. As portas, que eram de correr e automática, estavam fechando. Eu tinha que ficar dentro da loja, pois era o vigia. Nisto ouvi uma mulher que estava no passeio, dizendo para outra, que quando as portas fechavam, algumas mercadorias atacavam o vigia noturno. Ouvindo isto, tentei parar a porta, Colocando um pedação de ferro impedindo que ela encostasse. Mas ela empurrou o pedaço de ferro, mas voltou a abrir. Abriu um pouco e quando foi fechar novamente, coloquei um pedaço de pau que estava ali, impedindo que ela fechasse totalmente. Mas a porta espremeu o pedaço de pau e ficou ali parada. Nisto a outra porta abriu. Então sai correndo lá de dentro. A porta então se fechou. A tal mulher então disse para eu correr, pois as portas se comunicavam com outras e enviaria peças para me pegar. Sai correndo quando cheguei numa esquina, vi que havia uma porta se abrindo no meio do quarteirão. Saíram de dentro desta laja, pregos, martelos, parafusos, alicate e outras ferramentas, que viam se arrastando no chão em minha direção. Era como se eu fosse uma ima e as atraiam. Sai correndo rua afora, e as ferramentas se arrastando atrás de mim. Então imaginei que se elas chegassem perto, eu iria sair voando. Ouvi um barulho muito forte, olhei para trás e vi que começava a chover bem forte. As ferramentas se aproximavam de mim. O tempo estava escuro por causa da chuva forte. Dei um pulo e sai voando. Com a chuva, eu tinha dificuldade de voar, quase estava caindo. Nisto, um homem começou a gritar dizendo que eu estava voando. À medida que eu saia voando, as ferramentas pararam de me seguir. Entendi que era só eu ter contato com a terra, que ela s me seguiam. Então eu teria que ficar voando o tempo todo ou então ir para bem longe. Mas eu não estava conseguindo voar para longe, devido o vento forte. O tal homem continuava gritando que eu esta voando, então acabei por cair na copa de uma árvore. Ao encostar-se à árvore e fazer contato com a terra, as ferramentas começaram a me seguir novamente. Pulei da árvore e num esforça sai voando para longe.
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sábado, 9 de abril de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
O ATAQUE DO LEÃO
Estava no meio do mato, havia uma estradinha e várias árvores ao lago desta estradinha. Estava atrás de uma árvore, olhando um carro que estava num descampado. Uma pessoa saiu correndo pela estradinha, gritando para eu trazer a corrente. Atrás desta pessoa, foi correndo um leão. Assim que sumiram na estradinha, fui arrastando uma corrente grande, que deveria ter uns 10 metros. Chegando ao lado do carro, deixei a corrente no chão. Depois fui dobrando ela no chão, em vão de um metro mais ou menos. Dizia que era para ir adiantando. Quando fazia isto, vi o leão vindo muito rapidamente pela estada, em minha direção. Entrei no carro e fiquei dizendo para mim mesmo, ter calma, fazer tudo sem “afobação”. Fechei a porta, o vidro e conferir a outra porta, que já estava com o vidro fechado. Com isto tinha certeza que o leão não entraria no carro. Deitei no chão do carro, na frente do banco do carona e deitei o banco para frente, assim ele me esconderia. Quando fiz isto, vi que um buraco pequeno na porta, por onde eu pude ver o leão chegando. Tentei tapar este buraco com minha mão, para impedir que o leão me visse. Como vi que ficou tudo quieto, fui tentar sair de onde eu estava, quando dei de cara com o leão me olhando. A cara dele ficou a uns 10 centímetros do meu rosto. Vi que não tinha nada mais para fazer. Fiquei esperando que ele nada fizesse. Mas ele abriu a boca e me atacou.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O PODER DO LÍQUIDO AZUL

Estava dentro de uma cabine, toda de vidro, que deveria ser de um navio. Olhava por este vidro, para a praia. Nisto veio um barco grande, que chegando à praia, não parou. Continuou pela areia, como se esta fosse água. Voltei para dentro deste navio, onde a Polyana e o Fernando estavam sentados num canto. Cheguei junto a eles e disse para a Polyana, que iria pagar os três mil reais que devia a ela. Eu teria que pagar mil reais por dia, mas iria pagar tudo de uma vez. Contei o dinheiro, que havia muitas notas de cem reais. Mas não dava os três mil. Então a Polyana disse que me devia 980 reais, que iria me pagar. Ela me deu os 980 reais. Juntei tudo e continuava não dando os três mil reais. Então dei a ela dois mil reais e pedi ao Fernando que fosse ao banco retirar mil reais para mim. Ele pegou um pedaço de papel para anotar a senha. Disse a ele para anotar num canto, para que ninguém desconfiasse que fosse senha. Dei a ele o cartão e disse a senha. (falei os numero reais de minha senha). Ele então disse que faltavam as letras. Passei para ele as letras. (dei também as letras reais de minha conta). Fui até outro canto daquele navio, onde havia um grande quadro, todo feito de uma tela de malha bem pequena. Vi um pequeno bastão, parecido que aquele usado no vídeo game Nintendo DS. Só que um pouco maior. Fiquei brincando com ele, quando alguém disse que aquilo era do vídeo game e não podia por a mão. Então coloquei o mesmo, enfiado, naquela tela fininha daquele quadro. Fiquei pensando que seria fácil achá-lo ali, caso alguém precisasse. Nisto veio dois guardas do navio, arrastando um homem algemado, e junto um menino que deveria ter uns 8 anos. Um dos guardas disse que aquele tal homem tinha muitos poderes e só não conseguia usá-los, se estivesse perto de uma criança. Entraram com eles num compartimento. Nisto vi uma pequena bacia com uma água azul. Comecei a lavar minhas mãos ali, porque tinha pegado em dinheiro. Minas mãos ficaram azuis. Chegou alguém e disse que eu não poderia fazer aquilo, porque aquela água era que impedia o ataque daqueles homens que tinham poderes. Ouvi uma explosão dentro daquela porta onde entraram. Nisto o tal homem algemado sai de dentro, com o rosto transformado como de um vampiro. Veio na minha direção. Estendi a mão, tentando afastá-lo. Ele se assustou e saiu. O liquido azul de minha mão, não deixava ele se aproximar. Ele ia em direção outras pessoas. Todas que ele tocava, ficava igual a ele. Corri até aquele quadro de tela, pequei aquele bastão de vídeo game e segurei firme na minha mão. Veio outro tentando me atacar. Estendi a mão na frente dele, e com o bastão, perfurei o peito dele várias vezes. Fiz isto com outros três. Mas como aumentava cada vez mais as pessoas que queria me atacar, corri ate a saída daquele navio e pulei no mar, para ir até a praia e fugir. Quando fiz isto, percebi que estava em alto mar. Nisto o navio foi indo embora, me deixando ali na água, sem saber o que fazer.
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