Ia por um galpão coberto, comprido e estreito.Usava duas luvas de eletricista. Ao sair numa porta lateral deste galpão,entrei num corredor largo e descoberto. Logo a frente tinha um grande espaçoque funcionava como uma feira livre. Vi então várias locais vendendojabuticabas. Fiquei chateado por não ter ido ali antes, pois as jabuticabas jáestavam acabando. Nisto percebi que estava usando somente uma luva. Tinhaperdido a da mão direita. Tentei imaginar como isto poderia ser possível, seestava usando a luva. Voltei para o galpão, tentando encontrar a luva no chão.Fui até o bebedouro, onde tinha bebido água. Então lembrei que usava as luvasquando vi as jabuticabas. Voltei para o que seria a feira e ao sair do galpãopara o corredor, vi o Negão, que trabalhou comigo na rede. Perguntei se eletinha visto minha luva. Ele me mostrou várias luvas. Disse que tinha que seruma de eletricista, porque elas eram mais maleáveis e a gente podia escrever,usando as luvas. Ele ficou procurando dentro de um barril cortado no meio.Tirou várias luvas de lá. Nisto percebi que tinha perdido a outra luva também.Voltei para o bebedouro, para ver se a tinha deixado lá. Mas não estava. Fiqueichamando pelo negão, para ele tentar descobrir o que estava acontecendo. Nistouma pessoa que passava perto de mim perguntou quem seria este negão. Deu-meconta que as pessoas ali não conheciam ele como Negão, e sim, pelo nome delemesmo, que era Clovis.
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domingo, 23 de outubro de 2011
O MISTÉRIO DA LUVA DESAPARECIDA
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
125 Market St, Newark, NJ 07102, USA
domingo, 24 de agosto de 2008
TENTANDO FAZER PASTEL
Estava num local, que parecia uma feira livre. Havia muitas pessoas. Eu fritava pastel. Nisto uma mulher pediu para eu fazer os pastéis. Eu fui até uma mesa pequena, peguei um pouco de massa e fui tentando passar no cilindro de abrir a massa. Eu tentava, mas a massa não saia fina. Depois eu consegui passar um pedaço de massa e ela ficou meio grossa. Ela tinha uns 50 centímetros de comprimento. Eu peguei esta massa com as duas mãos, para ela não arrebentar e fui procurar outro cilindro para passá-la. Eu andei por toda esta feira e depois voltei para onde eu estava. Chegando lá, tinha uma panela que estava cheia de pedaços de carne, fritando. Eu peguei esta carne e coloquei nesta massa. Quando fui fechar, ela não fechava porque a massa tinha ficado seca. Eu molhei as pontas desta massa até que consegui fechá-la. Mas ficou um pastel gigante, que dava o triplo dos que a gente vê hoje em dia. Então sai e peguei uma carretilha de cortar pastel e parti-o ao meio. Ele se desmanchou todo. Nisto vi a dona da barraca chegando perto do fogão, procurando a carne que estava fritando e eu tinha usado no pastel. Então eu decidi sair sem que ela me visse, para que não soubesse que tinha sido eu. Fui para um local, que deveria ser uma empresa. Estava eu e o Gueds. Nós deveríamos fazer uma medição da qualidade do ar. Eu disse ao Gueds que dava para subir o equipamento e eu ficar no chão. Ele dizia que não. Mas ele subiu no telhado e foi tentar colocar a sonda na chaminé para fazer a medição. Eu ficava em baixo, dizendo a ele como deveria fazer.
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
SALTO COM PLACA DE TRANSITO
Estava andando por uma rua de Divinópolis. Eu carregava uma placa de transito, destas que ficam fincadas nas esquinas. Ela estava presa ou cano que eles usam para fincá-las ao chão. Eu corria, batia o cano no chão e me atirava ao ar, tipo aqueles salto com varas em olimpíadas. Eu vinha fazendo isto pelas ruas. Não via ninguém. Quando cheguei na rua da antiga feira, atrás do ABC, três pessoas caminhavam no meio da rua. Eu passei por elas pulando com a tal placa. Elas me olharam. Eu continuei e quando cheguei na esquina da Vinte e Um de Abril com a Sergipe, eu encostei a placa na parede. Vi então que a placa indicava um quebra-molas. Entrei numa sorveteria que tinha ali. Quando entrei, vi a maquina de fazer sorvete e percebi que era uma sorveteria que eu já tinha estado antes e o sorvete ali era muito ruim. Então rapidamente sai empurrando uma cortina de tiras de pano que tinha na porta. Sai dizendo que não tomava aquele sorvete ali de jeito nenhum. Nisto eu me vi dentro de um lote grande, todo murado. Eu tentava dar um pulo bem alto por cima do muro, mas não conseguia. Nisto, lembrei que se eu me imaginasse do outro lado, eu me transportaria para lá. Então comecei a me imaginar do outro lado. Fiz um esforço grande e acabei do outro lado.
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