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domingo, 15 de janeiro de 2012

CORRENDO

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 Estava vindo por uma larga rua, que tinha canteiro central. Passavam vários carros. Era noite. Parei neste canteiro central, esperando alguns carros passarem para eu poder atravessar. Quando comecei atravessar, passei por um homem que estava atirando uma bola de tênis na parede. Quando passei, ele começou a me seguir. Chegando a casa onde eu queria, entrei rapidamente e fui tentando fechar o portão, quando ele chegou tentando me atingir com algo que tinha nas mãos. Corri e entrei na casa. Fui tentando fechar a porta, mas ela não encaixava no portal. Nisto vi o tal homem se escondendo atrás dela. Não sabia porque ele me seguia mas percebi que estava “perdido”

AS CENAS DA VIDA ESTÃO AQUI 

domingo, 20 de setembro de 2009

INDO A PÉ A SÃO SEBASTIÃO DO PARAISO

Estava indo por uma rua, quando um colega meu, passou por mim. Ele me aonde eu ia. Disse que ia subir a Rua Paraná. Fui indo pela Rua Paraná, mas depois decidi ir pela rua paralela a ela. Só que esta rua, era feita de portões de garagens, tipo grade. Eu entrava em um portão e sai por outro. Isto o tempo todo. Entre estes dois portões tinha uma portinha pequena, que Ra da loja Ricardo Eletro. Todas elas estavam fechadas. Fui fazendo isto, até que encontrei um grupo de pessoas perto de um destes portões. Então perguntei se eles não podiam me levar de carro, porque eu ia todos os dias a São Sebastião do paraíso, a pé e voltava. (claro que isto é impossível, pois São Sebastião do paraíso está a 287 km de Divinópolis). Eles disseram que não podiam. Então disse que ia andando mesmo, pois tinha que ir e voltar todos os dias.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A ROUPA JOGADA NO PORTÃO

Estava saindo de uma casa, que seria a casa do Sr. Ary. Mas só que ela estava em outro local. Quando sai no portão, tinha duas calças jeans jogado ali. Quando peguei as calças para jogar dentro da casa do Sr. Ary, veio chegando o Israel dirigindo um Fiat, com uma pessoa do lado. Joguei as calças dentro da casa do Sr. Ary e fiquei imaginando que o Israel, poderia pensar que eu tinha pegado aquelas calças sem ordem. Mas sai dali, por trás do carro dele, sem olhar e fui para uma rua lateral. Esta rua era bem próxima a de onde eu estava. Quando fui subindo esta rua, por entre as casas, deu para ver a casa do Sr. Ary. Olhei para ver se o Israel estava dizendo alguma coisa a meu respeito. Apenas o vi descendo do carro e entrando na casa. Fui indo embora.

sábado, 17 de novembro de 2007

A RODA GIGANTE E A PIRA OLÍMPICA

Estava num local, num campo aberto com algumas árvores. Havia muitas pessoas lá. Todos sentados, como se fossem num campo de futebol. Gritavam muito. Eu estava sentando á mesa juntamente com mais 3 pessoas. Havia um corredor de pequenas árvores num pequeno abismo, que ficava entre onde eu estava e a maioria das pessoas. Nisto um homem se aproximou de um portão redondo, parecido com rede de dormir, só que esticada. Nisto uma flecha atingiu este portão, ele pegou fogo e empurrou uma roda de uns 4 metros de diâmetro, que saiu rolando e sumiu. Nisto veio um pneu de carro rolando, pegando fogo, e bateu num painel que estava perto de mim. Nisto este painel se acedeu, como se fosse uma pira olímpica. Todos queriam saber o que aconteceu. Então, como se fosse uma tv, a cena se repetiu novamente, só que desta vez, eu via tudo que aconteceu, como se estivesse em cima de todos. Todos viam assim. A roda grande saiu, foi até um ferro velho, bateu nos entulhos que tinham ali, e caiu em cima de vários pneus de carro, um pegou fogo e saiu rolando ate chegar nesta espécie de pira olímpica. Nisto todos começaram a gritar, ovacionando o que aconteceu e dizendo que a Rede Globo era espetacular, já que foi os engenheiros dela que prepararam tudo. Então eu comentei com um homem que estava ao meu lado, de que esses engenheiros eram inteligentes demais. Então, alguém pegou o microfone e começou a falar que todos tinham que pagar o IPTU. As pessoas começar a rir dizendo que ele estava misturando as coisas. Mas ele então disse que o governador Antonio Garotinho, precisava do IPTU. Eu levantei e por uma fresta, vi o homem que falava no microfone, mas não vi seu rosto, pois ele estava de costas para mim. Então peguei uma toalha que estava pendurada ali e enxuguei meu rosto e minhas mãos. O dono da toalha ficou me olhando, mas não disse nada.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

REINICIANDO O PORTÃO

Estava num local, parecendo um campo aberto. Havia uma criança de uns dois anos, que me acompanhava. Eu subi num portão de ferro, que andava pelas ruas. Eu subi neste portão que andava e tentei pegar a criança e não consegui. O portão se arrastava comigo. Então eu disse para a criança que era preciso esperar o portão reiniciar para eu poder pegá-la. Nisto o portão parou de andar. Então eu disse para a criança subir logo, porque o portão estava reiniciando.