OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : ary
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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A ROUPA JOGADA NO PORTÃO

Estava saindo de uma casa, que seria a casa do Sr. Ary. Mas só que ela estava em outro local. Quando sai no portão, tinha duas calças jeans jogado ali. Quando peguei as calças para jogar dentro da casa do Sr. Ary, veio chegando o Israel dirigindo um Fiat, com uma pessoa do lado. Joguei as calças dentro da casa do Sr. Ary e fiquei imaginando que o Israel, poderia pensar que eu tinha pegado aquelas calças sem ordem. Mas sai dali, por trás do carro dele, sem olhar e fui para uma rua lateral. Esta rua era bem próxima a de onde eu estava. Quando fui subindo esta rua, por entre as casas, deu para ver a casa do Sr. Ary. Olhei para ver se o Israel estava dizendo alguma coisa a meu respeito. Apenas o vi descendo do carro e entrando na casa. Fui indo embora.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

NO CORREDOR PARA FAZER CÁLCULOS

Estava numa casa que não sei qual era. Nisto o Sr. Ary me pediu para fazer uns cálculos de sua aposentadoria. Nisto vi o LULA com outra pessoa. O LULA disse que já tinha mandado sua equipe não permitir que se cortasse nada dos aposentados. Que ele tinha ficado sabendo que todo mês, se fazia um desconto nas aposentadorias e ele não queria que isto acontecesse. Eu disse para o Sr. Ary que ia pegar algo para fazer isto para ele. Entrei num corredor bem largo, bem comprido e que havia apenas uma mesinha. Nesta mesinha peguei um bloquinho e coloquei no bolso. Voltei até a casa e não vi o Sr. Ary ali. Então vi a Rita e perguntei pelo pai dela. Ela então disse que ia colocar meu almoço numa vasilha, para eu levar e almoçar na minha casa. Então fiquei pensando se ia aceitar, porque eu não gostava de favor dos outros. Nisto a Rita saiu chamando o pai dela, só que ela gritava chamando “presidente” “presidente” cadê você? Nisto vi a Jaqueline fazendo almoço. A Jaqueline então, pegou um aparelho de som e ligou, deixando o som bem alto. A música que tocava era “brasileirinho”.

domingo, 12 de abril de 2009

PEDRA ALIENÍGENA

Estava num local, onde não sei bem onde era. Estava escurecendo. Nisto vi uma pedra do tamanho de uma mão, marrom. Eu peguei a pedra e uma pessoa que passava disse que aquela pedra era um alienígena. Peguei a pedra e fui até um quarto, onde havia apenas uma porta e uma cama no canto deste quarto. Deitei na cama, segurando a pedra e me cobri até o pescoço, dizendo que ninguém iria tirar aquela pedra de mim. Fiquei olhando para a luz que passava por debaixo da porta e vi, pela sombra, movimentos do outro lado. Levantei quando abri a porta, o Sr. Ary estava com o Fernando e segurando duas facas. Ele disse que uma faca era para mim e a outra para o Fernando, caso eu não o entregasse aquele alienígena. Eu puxei o Fernando para o meu lado e disse que não entregaria a pedra. Ele então me tacou uma faca. Mas a tacou, como se a estivesse jogando-a para mim. A faca caiu perto de mim. Sai correndo com o Fernando, passando por ele. Ele veio atrás, dizendo que iria tacar a outra faca no Fernando. Saímos correndo pela rua e não o vi me seguindo.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

DESERTO VERDE


Estava indo para a cidade de Nova Viçosa, na Bahia. Eu ia dirigindo a Belina amarela. (Ela nem existe mais, foi vendida para um ferro velho). Durante toda a viagem, nas margens da rodovia, em toda sua extensão, havia árvores de eucalipto plantadas, enfileiradas. Não havia subida e nem curva. Era uma linha reta e plana. Havia pessoas comigo no carro, mas só lembro que estava ali o Sr. Ary e Dona Judit. O Sr. Ary disse que achava aqueles eucaliptos muito bonitos, mas eu disse que não passava de um deserto verde.

domingo, 21 de setembro de 2008

SUAS DESCULPAS, NÃO FORAM ACEITAS

Estava numa esquina, de duas ruas bem largas. Estava meio escuro. Havia algumas pessoas lá. Entre elas estavam o Sr. Ary, o filho e filha dele. E outras que não conheço. Nisto o filho do Sr. Ary veio até mim, para pedir desculpas por algo. Eu não aceitei as desculpas dele. O Sr. Ary então começou a me recriminar. Eu não dei importância ao que ele falava. Ele foi indo embora com os filhos, reclamando bastante.