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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
OS GALPÕES QUE NÃO SE ENCONTRAM
Estava dentro de uma empresa, que tinha três grandes galpões, que não eram separados por paredes. Tinham apenas as colunas de sustentação e a cobertura. Estava perto do local, onde algumas pessoas trabalhavam fundindo peças. Estava no galpão do meio e queria ir para o outro galpão. A passagem de um galpão para o outro, era pelas extremidades, ou por escadas que tinha no meio deles. Quando fui descer por uma destas escadas, quase cai lá em baixo, pois não tinha escada ali, apenas o fosso dela. Então tentei passar pelo local onde as pessoas fundiam, mas estava muito quente. Então percebi que teria que percorrer todo o galpão, para passar pó sua extremidade. Fui caminhando por este galpão, lembrando que eu já estive ali, que já havia feito tudo aquilo, e que estava apenas repetindo o que já havia feito. Achei estranha aquela situação. Continuei andando, quando de uma porta, da lateral deste galpão, saiu uma mulher. Era minha mãe. Ela disse que eu poderia passar por aquela porta e estaria no outro galpão. Então fui pela porta e sai num local onde havia um homem com uma máquina estranha, que nunca tinha visto antes. Esta máquina tinha uma pequena plataforma, onde o tal homem pediu para eu subir. Quando subi nesta plataforma, a tal máquina me lançou para cima e para frente. Fui cair no galpão que eu queria, em cima de um monte de areia. Limpei a areia e sai andando por aquele galpão, quando decidi ir para outro. Fiquei procurando por uma máquina que me lançasse, mas não conseguia encontrar.
sábado, 17 de novembro de 2007
A RODA GIGANTE E A PIRA OLÍMPICA
Estava num local, num campo aberto com algumas árvores. Havia muitas pessoas lá. Todos sentados, como se fossem num campo de futebol. Gritavam muito. Eu estava sentando á mesa juntamente com mais 3 pessoas. Havia um corredor de pequenas árvores num pequeno abismo, que ficava entre onde eu estava e a maioria das pessoas. Nisto um homem se aproximou de um portão redondo, parecido com rede de dormir, só que esticada. Nisto uma flecha atingiu este portão, ele pegou fogo e empurrou uma roda de uns 4 metros de diâmetro, que saiu rolando e sumiu. Nisto veio um pneu de carro rolando, pegando fogo, e bateu num painel que estava perto de mim. Nisto este painel se acedeu, como se fosse uma pira olímpica. Todos queriam saber o que aconteceu. Então, como se fosse uma tv, a cena se repetiu novamente, só que desta vez, eu via tudo que aconteceu, como se estivesse em cima de todos. Todos viam assim. A roda grande saiu, foi até um ferro velho, bateu nos entulhos que tinham ali, e caiu em cima de vários pneus de carro, um pegou fogo e saiu rolando ate chegar nesta espécie de pira olímpica. Nisto todos começaram a gritar, ovacionando o que aconteceu e dizendo que a Rede Globo era espetacular, já que foi os engenheiros dela que prepararam tudo. Então eu comentei com um homem que estava ao meu lado, de que esses engenheiros eram inteligentes demais. Então, alguém pegou o microfone e começou a falar que todos tinham que pagar o IPTU. As pessoas começar a rir dizendo que ele estava misturando as coisas. Mas ele então disse que o governador Antonio Garotinho, precisava do IPTU. Eu levantei e por uma fresta, vi o homem que falava no microfone, mas não vi seu rosto, pois ele estava de costas para mim. Então peguei uma toalha que estava pendurada ali e enxuguei meu rosto e minhas mãos. O dono da toalha ficou me olhando, mas não disse nada.
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