OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : jorge
Mostrando postagens com marcador jorge. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jorge. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

O SUMIÇO DAS LETRAS



Estava no quintal de uma casa onde estavam algumas pessoas. Este quintal era todo gramado. Nisto chegou o Jorge com um usinho de pelúcia que era pouco maior que a palma de uma mão. Ele disse estar investigando quem teria apagado as letras que havia num cordão pendurado no pescoço deste ursinho. Ele também disse que estava investigando que letras eram estas. Disse que todos ali eram suspeitos. Fiquei pensando qual problema teria em apagar estas letras. Pensei que não aconteceria nada com a pessoa que fez aquilo porque havia bons advogados hoje em dia. Quando ele veio perguntar se eu sabia de alguma coisa, disse que sabia quais letras eram, mas não sabia quem as tinha apagado. Ele perguntou quais letras. Disse que eram as letras, “R” e “C”. Que elas deveriam significar “Roberto Carlos”.

-->

terça-feira, 15 de março de 2011

CORRENDO SEM TOCAR OS PÉS NO CHÃO


Estava numa rua lateral da Av. Getúlio Vargas, aqui em Divinópolis. Estava num ponto de ônibus juntamente com outras pessoas. O Jorge, meu irmão, esta lá, sempre falando alguma coisa perto de mim. Teve uma hora, que ele disse algo e eu simulei dando um murro em sua boca. Cheguei a encostar a mão no rosto dele. Nisto chegaram três pessoas, subiram numa laje de um prédio de dois andares que tinha em frente ao ponto deste ônibus. O Jorge subiu com eles. Nisto as pessoas que estavam no ponto de ônibus, dissera-me para correr, porque quando o Jorge e os outros três homens que subiram na laje terminassem o que estavam fazendo, eles iriam me pegar. Olhei para a laje e vi os três homens, colocando um fixe grosso de cordão, numa máquina, e esta ia tecendo alguma roupa. Então sai vagarosamente e depois sai correndo o mais rápido que pude. Virei na Avenida Getúlio Vargas, sempre correndo. Engraçado que meus pés iam muito rapidamente, mas eu não tocava o chão. Depois de correr um pouco, virei à esquerda numa rua, entrei num beco, torcendo para que eles não tenham visto aonde virei. Neste beco tinha um prédio de dois andares. Atrás deste prédio, tinha uma escada tipo marinheiro, que levava até a laje. Subi nesta escada e na laje, fiquei como uma aranha andando, para que não me visse. Olhando por sobre o mural da laje, vi o Jorge e os outros três homens correndo rapidamente. Assim como eu, os pés deles não tocavam o chão. Só que eles passaram direito de onde virei, então percebi que não tinham me visto virar naquela rua. Fiquei olhando eles indo longe. Decidi ficar na laje, até as coisas se acalmarem.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

LEVANDO UMA CRIANÇA NUM CARRINHO DE PEDREIRO,

Eu chegava à porta da casa da minha mãe, no bairro esplanada, vindo da direção do 48. No portão estavam a minha mãe e um irmão meu. Minha mãe me disse então, que a Iara tinha acabado de sair levando uma criança num carrinho de pedreiro, para o hospital, pois a pele de sua mão tinha arrancado toda. Disse que o Jorge tinha ido atrás dela. Eu vi o Jorge indo pelo passeio, mas estava correndo em câmara lenta. Então eu decidi ir atrás. Sai correndo pelo passeio do canto da linha, comendo um pão de sal e olhando para a direita e ficava pensando como eu não precisava olhar para frente para acertar o caminho. Então percebi que eu estava muito lento também e decidi correr o mais rápido que eu podia. Sai em disparada, mas tinha que desviar das árvores do passeio, que eram laranjeiras e estavam cheias de espinhos. Eu fazia muita força e corria muito, depois ia bem devagar. Nisto cheguei à Iara, que estava com um carrinho de pedreiro, cheio de peças de carro. Ao lado dela estava a Regina. Eu continuava comendo o pão de sal.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

RINDO DEMAIS E DE TUDO

Eu estava num local, discutia com alguma pessoa sobre algo que não lembro. Daí eu sai dali e me deitei ao lado do canteiro central que tem na rua da minha mãe. Nisto veio o Jorge e deitou perto de mim e ficava rindo de algo que eu tinha dito. Eu o empurrei com os pés, ele deu uma cambalhota e continuou rindo. Eu pedia a ele para parar.