OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : carrinho de mão
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quarta-feira, 14 de abril de 2010

DE CARRINHO NO DESANIVERSÁRIO


Estava num local, que parecia ser um estádio de futebol. Havia muitas pessoas e eu estava bem atrás d todos. Nisto quis ir para frente. Fui dando a volta, até que acabei não se como, do lado de fora. Chegando a frente ao portão de entrada, havia dois homens vestidos de preto. Deveriam ser os seguranças. Fui tentar entrar, eles me barraram, dizendo que eu não poderia entrar ali de forma alguma. Disse que já estava lá dentro e que havia muitos lugares. Os tais homens disseram que qualquer pessoa poderia entrar, menos eu. Queria saber por que eu não poderia, mas eles nada disseram. Sai dali e quando ia por uma rua, que estava deserta, veio um carrinho de mão, de cor verde, destes usados por pedreiro, voando em minha direção. Parou bem a minha frente. Sentei dentro do carrinho, como geralmente as pessoas sentam, com as pernas de fora, voltadas para frente. Nisto o carrinho levantou vôo e foi em direção ao estádio onde eu estava. Foi voando e depois pousou bem no centro do gramado, onde tem a marca de saída da bola, no início do jogo. Ao levantar do carrinho, todos que estavam naquele local me aplaudiram ineterrupdamente. Não sabia o motivo de tantas palmas. Nisto vi uma grande faixa onde estava escrito de cor alaranjado. Parabéns pelo seu desaniversário.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

LEVANDO UMA CRIANÇA NUM CARRINHO DE PEDREIRO,

Eu chegava à porta da casa da minha mãe, no bairro esplanada, vindo da direção do 48. No portão estavam a minha mãe e um irmão meu. Minha mãe me disse então, que a Iara tinha acabado de sair levando uma criança num carrinho de pedreiro, para o hospital, pois a pele de sua mão tinha arrancado toda. Disse que o Jorge tinha ido atrás dela. Eu vi o Jorge indo pelo passeio, mas estava correndo em câmara lenta. Então eu decidi ir atrás. Sai correndo pelo passeio do canto da linha, comendo um pão de sal e olhando para a direita e ficava pensando como eu não precisava olhar para frente para acertar o caminho. Então percebi que eu estava muito lento também e decidi correr o mais rápido que eu podia. Sai em disparada, mas tinha que desviar das árvores do passeio, que eram laranjeiras e estavam cheias de espinhos. Eu fazia muita força e corria muito, depois ia bem devagar. Nisto cheguei à Iara, que estava com um carrinho de pedreiro, cheio de peças de carro. Ao lado dela estava a Regina. Eu continuava comendo o pão de sal.

domingo, 5 de outubro de 2008

CARRINHO DE MÃO NO PEDÁGIO

Estava deitado num banco, tipo este de praça. Nisto veio um carrinho de mão, deste de pedreiro e aproximou-se de mim. Ele andava sozinho e fazia movimentos como se pudesse ver. Ele ficou tentado me tirar do banco onde eu estava. Eu fiquei em pé no banco e o carrinho foi embora. Eu sabia que aquele carrinho era do Bart Simpson (do desenho da TV). Sai dali e fui até uma lanchonete, que ficava num local onde não havia nada. Eu queria saber da moça que atendia, se eu podia comprar três sanduíches para pagar com o cartão, só no dia 11. A moça ia de um lado a outro, mas não me atendia. Nisto chegou a Nathalia me pendido também um sanduíche. Depois apareceram umas quatro pessoas. A moça foi atendê-los, mas não vinham falar comigo. Os sanduíches eram para eu levar para o trabalho. Fui embora dali e encontrei o Gueds. Chegamos numa cidade a trabalho. Ficamos num hotel que parecia uma casa destas da roça, onde a terra era batida. Saímos dali e fomos numa casa vizinha. Nisto uma mulher chegou perto de mim e começou a me abraçar e beijar. Deitamos no sofá. Isto na sala e na frente dos pais dela. Eu fiquei a beijando até que ela começou a tirar a roupa. Eu me recusei a tirar a roupa na frente dos pais dela. Ela disse que eles não importavam com isto. Mas eu não quis. Então saímos dali para um quarto. Então pensei que aquilo poderia ser um golpe para ela me processar e pedir indenização. Decidi ir embora. Ela pegava terra no chão e jogava em mim e xingava muito. Quando cheguei ao hotel, que era ali do lado, o Gueds já estava lá, sentado numa escada. Pedi a ele para irmos embora logo, senão eu poderia ter problemas com a tal mulher. Ela continuava atrás de mim e me jogando terra. Fui indo embora, atravessando a rodovia, em direção a um pedágio que tinha ali. Era a Rita que tomava conta do pedágio. Veio um carro da polícia e mandou-me sair da pista. Eu segui andando pela lateral e vi a cancela do pedágio fechando. Quando ela fechava, não cobrava pedágio. Ela abria aleatoriamente. Mas um carro passou com a cancela fechada, na pista onde se pagava o pedágio, e não na outra. Eu pensei que a Rita nem teria visto mesmo, pois ela é muito desligada. Nisto, indo por trás do pedágio, cheguei num pequeno galpão Lá tinha um fogão e uma pequena caldeira. Tinha umas quatro pessoas lá dentro. Eu perguntei onde era ali. Um homem me disse que era o Bairro, Santos Dumont. Eu então disse que o bairro, Santos Dumont, ficava do outro lado da cidade. Ele disse que ali também era, Santos Dumont. Ele disse que o bairro era muito pobre e ninguém tinha nada. A água quente para tomar banho vinha dali e a comida de todos do bairro também, A energia não tinha. Nisto veio uma pessoa da empreiteira da rodovia, levando um carrinho de massa de concreto, que eram para aumentar o fogão, e assim eles fariam mais comida. Ele colocava a massa dentro de um saco plástico e o tal homem colocava esta dentro da estrutura do fogão, fazendo assim os buracos do fogão a lenha. Nisto chegou um colega meu, que trabalhou comigo na Rede Ferroviária. Ele entregou algo para um menino, que deveria ser o filho dele. Disse que era para ajudar na casa. Eu fiquei pensando que aquele colega meu, tinha aposentado e ganhava muito bem, e como ele foi para ali, onde tudo era tão pobre. Nisto dei thyal para o pessoal e fui para a cabine de pedágio, pois eu precisava falar com a Rita. Desci um morro bem forte e fui para a cabine, pelo outro lado.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

LIMPANDO O GALPÃO

Eu estava num galpão. Ele estava muito sujo e bastante entulho por todo lado. Então eu peguei uma vassoura para varrer todo o galpão, pensando que eu já deveria tê-lo varrido há muito tempo, senão eu seria mando embora. Então fui até o inicio do galpão. Chegando lá, vi que tinha muita terra espalhada de um monte de terra. Então fui pegar um carrinho de pedreiro e uma pá, para juntar a terra e depois varrer. Quando vinha com o carrinho, veio atrás de mim um homem que deveria ser o dono dali. Ele perguntava por uma pessoa. Eu fiz que não ouvisse, porque não sabia de quem ele estava falando. Nisto alguém disse que estava lá no escritório. Então vi uma construção no final do galpão, que eu não tinha visto antes. Vi que tinha uma escada lateral que dava para o andar de cima. Esta pessoa disse ao tal home que ele deveria subir as escadas. Ele foi para lá. Nisto vi que eu estava num barranco e deveria descê-lo com o carrinho. Tinha uns 6 metros de altura. Desci com o carrinho.