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sábado, 20 de fevereiro de 2021

PALACE OF FINE ARTS / SÃO FRANCISCO / CALIFÓRNIA / ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (USA)




Se há um lugar que pode se gabar de ser o queridinho do show biz, é este: o Palace já foi cenário de inúmeros filmes, entre os quais um clássico considerado pela crítica um dos melhores ("Um Corpo que Cai") e outro, um dos piores ("The Room") de todos os tempos.
O Palace of Fine Arts, criado para expor obras de arte durante a Exposição Universal de 1915, em São Francisco, seria uma estrutura temporária. Mas, quando a exposição acabou, o palácio foi preservado e destinado a diversos usos antes que a madeira e o gesso da construção começassem a estragar-se. Reconstruído em 1964 para integrar-se de modo mais permanente à paisagem de São Francisco, atualmente o edifício em estilo greco-romano promove várias exposições de arte e ciência. 

Se há um lugar que pode se gabar de ser o queridinho do show biz, é este: o Palace já foi cenário de inúmeros filmes, entre os quais um clássico considerado pela crítica um dos melhores ("Um Corpo que Cai") e outro, um dos piores ("The Room") de todos os tempos.
OS SONHOS QUE SONHEI
SUBINDO O MORRO

O final da rua era como se fosse um paredão. Como eu não queria voltar, fui tentar subir assim mesmo.
Estava indo por uma rua. Estava escurecendo. Nisto virei numa rua onde passei por um homem sentado na beira da calçada e depois por uma criança que estava em pé no meio da rua. Eu andava no meio da rua. Quando passei pela criança, ela deu um tapa na minha barriga. Continuei andando, olhei para trás, fiz cara feia para o menino e continuei. Depois vi que aquela não era a rua que queria, pois o final dela era muito íngreme.


Mas continuei e chegando ao final daquela rua, ela era como se fosse um paredão. Mas esta rua era descalça (de terra). Com dificuldade, fui subindo, pois não queria voltar e passar pela rua que eu não queria. Quando cheguei ao topo, já quase caindo para trás, tinha uma mulher deitada ali na beiradinha. Ela pegou minha mão e me puxou para cima da rua. Também cai deitado e fiquei ali deitado, junto a ela. Não conseguia me mexer.



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

RODOVIA HIGHWAY 1 / ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (USA)




Cortando a Califórnia de norte a sul, a Pacific Coast Highway (Highway 1), lindíssima rodovia litorânea, dá o melhor de si. 





Montanhas que avançam sobre o azul do Pacífico, encostas vertiginosas, praias desertas e parques nacionais se enfileiram na parte mais espetacular do litoral da Califórnia: este mirante (Hurricane Point), ainda está aberto! (Adriana Setti/Viagem e Turismo)
Como aproveitar a viagem pela Pacific Coast Highway (a Highway 1), a lindíssima rodovia litorânea da Califórnia, mesmo com parte dela interditada?
Mas o último inverno foi cruel com esse pedaço dos Estados Unidos e, entre outros problemas, as chuvas e ventos fortes causaram deslizamentos de terra e danos à infraestrutura da HWY1. 
Pontes como esta, de 1932, tornam a paisagem ainda mais fotogênica. Estacione e desça pela trilha (habitada por esquilos) para encontrar o melhor ângulo. Este é um dos cenários que você ainda pode aproveitar no Big Sur, mesmo com a estrada interditada. (Adriana Setti/Viagem e Turismo)

Não é incomum que essa rodovia, que passa rende ao mar serpenteando por montanhas áridas e íngremes, sofra com esse tipo de problema. Mas, este ano, o estrago foi mais drástico. Quem levou a pior foi a Pfeiffer Canyon Bridge, que acabou sendo demolida na semana passada.

Por esse e outros reparos, a estrada está interditada entre o Pfeiffer Big Sur State Park até Ragged Point – e a previsão é que só reabra em setembro. Infelizmente, o trecho fechado inclui alguns dos destaques da estrada, como o Julia Pfeiffer Park Burns State Park (veja abaixo). 
Principal atração do Julia Pfeiffer Park, a cachoeira de 24 metros de altura despeja água doce sobre a praia, que, infelizmente, é fechada ao público (Adriana Setti/Viagem e Turismo)
Mas, se você já está de viagem marcada, uma boa notícia: você vai conseguir aproveitar mesmo assim. Ainda dá para curtir a 17 Mile Drive entre Monterey e Carmel, por exemplo. Depois, você pode avançar pela Highway 1 até o trecho interditado. 
Nesse pedacinho do Big Sur, você conseguirá clicar a Bixby Creek Bridge (veja abaixo), uma das mais famosas e fotogênicas, visitar o Garrapata State Park (que tem praias lindas!) e parar em alguns dos melhores mirantes da região.



Está aberta! Essa estradinha panorâmica liga Monterey a Carmel, passando por praias desertas, uma colônia de leões-marinhos e paisagens como a do Cipreste Solitário (foto) (Adriana Setti/Viagem e Turismo)
A passarela de madeira contorna uma encosta do parque estadual ao longo de 1 quilômetro, e revela praias, cachoeiras e outras vistas (Adriana Setti/Viagem e Turismo)
Depois, é só dar meia volta até Carmel e pegar a 101 (estrada que segue pelo interior) para tocar em direção a Los Angeles. Na altura de Cambria, depois do trecho interditado, volte para a Highway 1 e não deixe de visitar a colônia de elefantes marinhos Sea Elephant Rookery. Desse ponto em diante, é só seguir viagem normalmente. 
Incrível na hora do pôr do sol, esta praia abriga uma numerosa colônia de elefantes-marinhos, que podem ser observados de um mirante. Outra atração da rota que você ainda consegue acessar. (Adriana Setti/Viagem e Turismo)
Além de ter a melhor praia da região, de areia branquíssima, o vilarejo é o mais charmoso da rota, repleto de hotéis elegantes, restaurantes, cafés e lojinhas grifadas (Adriana Setti/Viagem e Turismo)
Distância: 710 km
Tempo: dois dias
Estrada: evite transitar pelo Big Sur nas primeiras horas da manhã, quando a neblina costuma aparecer
Por Adriana Setti

Fonte dos textos e fotos: viagemeturismo.abril.com.br / Thymonthy Becker / Editora Abril

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OS SONHOS QUE SONHEI
CRIANÇA MINIATURA
Estava num local onde havia várias pessoas. Havia uma criança que deveria ter um ano de idade, que ficava andando, usando somente uma fralda descartável. Ela ria muito e ficava por entre as pessoas. Nisto cheguei num cômodo, onde havia várias pessoas, entre homens e mulheres. E havia uma porta que dava para outro cômodo. Dentro deste outro cômodo uma mulher gritava muito. Fiquei pensando porque aquelas pessoas não faziam nada e ficavam rindo. Imaginei que a mulher podia estar sendo agredida por alguém. Nisto foi jogando de dentro deste cômodo, e caiu na mão de uma mulher que também ria muito, uma criança. 


Só que esta criança era menor que a palma da mão. Era negra. A tal mulher que pegou ficou beijando a criança e fazendo carinho nela. Imaginei que aquilo fosse apenas um boneco, porque não existia criança em miniatura. Mas ai a tal criança começou a chorar. A mulher então foi dar de mamar para a criança miniatura.