OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : parapeito
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sexta-feira, 18 de julho de 2014

O ESCUDO INVISÍVEL






Era noite. Estava numa praça. Eu estava num parapeito e abaixo deste, estavam deitados a Antonieta e o marido dela, o Petrônio. Eu pulava sobre eles, dava e volta e depois pulava novamente. Quando fui pular a terceira vez, pensei que eles penderiam achar ruim e dei volta.

Subi novamente no parapeito, dei um pulo e saí voando pela rua Pernambuco em direção à Esplanada. Eu voava baixo, quase tocando o chão. Vi que passei por uma pessoa que ia andando com as mãos no bolso, como quem sentia frio. Fui voando até a casa da minha mãe. Eu tentei entrar na casa da minha mãe, mas não conseguia. Parecia que havia um escudo invisível que me impedia de entrar na casa da minha mãe. então resolvi voltar a pé. fui subindo a Rua Pernambuco, qunanod fui passando pela pessoa que vi com as mãos no bolso. Ela comentou que tinha visto uma pessoa voando. Disse que era impossível alguém voar. Mas esta pessoa insistia em dizer que tinha visto alguém voando ali. Continuei meu caminho, prometendo a mim mesmo, tomar mais cuidado quando estiver voando, para que ninguém veja.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

SALVANDO A MIM MESMO



Estava numa sala. Havia uma cama na minha frente, onde havia uma pessoa sentada e com um capuz na cabeça. Na parede lateral da cama, havia uma espécie de parapeito, onde havia uma velhinha, segurando um rifle, apontando para mim. Na cama havia um travesseiro ao lado da pessoa encapuzada. Fui vagarosamente até a cama, deitei na lateral dela, ao lado daquela pessoa encapuzada. Ficando somente com as costas na cama e os pés no chão. Peguei o travesseiro e cobri meu rosto. Ao me deitar, a pessoa encapuzada ficou entre mim e a velhinha no parapeito. Com cuidado, tirei do meu bolso em revolver. Fui vagarosamente, passando a mão por trás da pessoa encapuzada e apontei o revolver por baixo da velhinha no parapeito. Nisto ouvi dois disparos do rifle, e ouvi o barulho das balas passando pelo travesseiro. Elas não me acertaram, então atirei por baixo da velhinha. À bala acertou e ela deu um grito. Levantei da cama e já não vi a velhinha ali. Tirei o capuz da pessoa que estava na cama e vi que era eu mesmo que estava encapuzado. Com o susto, já me vi fora daquele lugar. Nisto chegaram dois homens e me seguraram e colocaram um capuz em minha cabeça e disseram que iriam me levar para a chefa. Perguntei quem era esta chefa e o que queria comigo. Eles disseram que eu saberia, assim que estivesse com a vovó.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

NA PRAÇA, PULANDO


Estava numa praça. Eu estava num parapeito e abaixo deste, estavam deitados a Antonieta e o marido dela, o Petrônio. Eu pulava sobre eles, dava e volta e depois pulava novamente. Quando fui pular a terceira vez, pensei que eles penderiam achar ruim e dei volta.