-->Estava
em
nossa casa. Só que ela ficava no campo. Em volta desta casa era todo
gramado. Este gramado ia até uns vinte metros da casa, em toda sua
volta. Havia
uma pequena escada de uns seis degraus deste gramado para o piso da
casa.
Estava perto desta escada quando um homem parou uma caminhonete distante
uns 10
metros da casa. Ele veio andando em minha direção. Quando chegou perto
de mim
reclamou de que as empadas que ele me encomendou pareciam estar velhas.
Então
lembrei que ele tinha me encomendado 100 empadas. Mas eu tinha
esquecido de
fazer. Então ele foi falando e disse que o Cândido tinha entregado as
empadas
para ele. Fiquei pensando onde o Cândido teria conseguido as empadas.
Fiquei pensando comigo mesmo que eu deveria ter anotado o pedido para
não ter esquecido
o dia. Nisto este homem disse que minha mãe tinha dado para ele as
frutas que
estavam no cesto e estavam lá perto de sua caminhonete. Então disse a
ele para
gente ir lá ver. Fomos indo em direção à caminhonete. Fiquei lamentando
no pensamento
minha mãe ter dado as frutas para ele, porque eu iria pedir a ela as
frutas
para mim. Quando fomos nos aproximando da caminhonete, alguém que estava
lá
dentro saiu dirigindo a mesma e parou logo depois, no final daquele
gramado,
pois ali tinha um lamaçal. Eram duas crianças, filhos daquele homem.
Quem
dirigia era a menina. Ela então disse para o pai que ele estava
demorando muito
e por isto queriam ir embora. Ele mandou que eles esperassem que ele não
ia
demorar. Então disse para aquele homem pegar as frutas e jogar na
carroceria da
caminhonete, porque a gente precisava do cesto. O tal homem disse que
assim
estragaria as furtas. Disse a ele para levar então a cesta, mas deveria
trazê-la de volta o mais rápido possível. Voltamos para nossa casa e o
tal homem
continuou falando das empadas que pareciam serem velhas. Quando subimos
os
degraus para entrar na casa, o acesso era pela cozinha. Mas antes havia
um
cômodo que era o da bagunça. Fomos passando por este cômodo e o tal
homem disse
que tinha visto ali um tabuleiro cheio de empadas, e estava acreditando
que o
Cândido tinha entregado a ele aquelas empadas velha. Fiquei pensando que
deveria ter sido isto mesmo. O Cândido deve ter esquentado as empadas no
forno
de microondas e entregue ao tal homem. Passei olhando por este quartinho
que
não tinha parede da frente e vi muita bagunça, mas não vi empadas.
Dentro da
cozinha este homem me deu 55 reais e disse que era uma gorjeta por eu
ter feito
as empadas para ele. Disse que era para eu ficar com 25 reais e entregar
ao
Cândido 30 reais. Quando ele me entregou o dinheiro vi da cozinha o
papai e a
mamãe chegando. Eles estavam rindo de alguma coisa. Subiram as escadas
em nossa
direção. Passaram por nós rindo e cumprimentaram o tal homem e foram para casa
adentro. O tal homem foi embora e eu sai procurando pelo Cândido para entregar
a ele o dinheiro e saber como ele fez para conseguir empadas para o tal homem.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
AS EMPADAS VELHA
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Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
Center Rd, NV, EUA
terça-feira, 11 de maio de 2010
A POLÍCIA, AS FRUTAS E A BRIGA
Estava eu numa praia do nordeste. Estava junto a algumas pessoas, que brincavam com uma bola. O mar ficava um pouco distante de onde eu estava. Pois eu estava no alto de uma duna de areia, distante uns 20 metros do mar. Nisto, a beira do mar, passou um carro, deste tipo bugre, só que da policia. Ele ia rapidamente e com a sirene ligada. Nisto a bola daquelas pessoas que brincavam, foi um pouco distante dali. Eu fui buscá-la. Nisto vi vindo outro bugre da policia, só que este tinha uma grande espingarda presa em sua traseira. Tipo aqueles carros usado em guerra. Então imaginei que o que estava acontecendo não era nada bom. Decidi ir embora, sem pegar a bola. Fui caminhando até que cheguei num pomar. Havia algumas frutas caídas no chão, que não sei qual era. Fui andando pelo pomar, quando ouvi vozes. Continuei andando e percebi que era o Ricardo, irmão meu com o qual não converso, conversando com o Tonhão, meu irmão também. Ele reclamava de uma briga. O Tonhão estava no chão e o Ricardo em cima da árvore, jogando as frutas para o Tonhão. Imaginei de que briga que falavam, fosse a que tive com ele. Decidi então ir embora. Quando estava indo, o Ricardo pulou da árvore quase na minha frente. Para não olhar para ele, desviei o olhar para outro lado e fui indo embora. Ele então continuou a conversar com o Tonhão, dizendo que a briga tinha sido feia lá no jogo de truco. Imaginei que ele tinha falado que a briga era no jogo de truco, só para eu pensar que não estava falando da nossa briga. Continuei andando e fui embora dali.
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