Estava
em uma casa de campo. Havia várias pessoas ali e algumas crianças. Na frente da
casa havia um fosso. Para passar por este fosso havia uma tábua larga de um
metro de largura mais ou menos. Fui ajeitar esta tábua para passar pelo fosse e
uma cobra coral que estava ali mordeu minha mãe. Depois que ela morde, pisei
rapidamente nela, várias vezes. Mas ainda assim ela saiu se contorcendo e caiu
dentro deste fosso. Minha mãe estava sentada em uma cadeira próximo dali. Fui
correndo até ela, disse que uma cobra tinha me mordido e mostrei minha mãe. Minha
mãe disse que não havia problemas que não era nada. Disse a ela que a cobra era
coral. Ela então disse que ela não era venenosa. Sai dali e fui para um cômodo
que ficava do lado de fora da casa. A Bete do Paulinho estava ali juntamente
com outras pessoas. Eu ia ajudá-los em algo. Nisto comecei a sentir muito frio.
Disse para a Bete que ia lá dentro de casa pegar uma blusa. Ela começou a rir
dizendo que estava um calor danado. Mas eu estava sentido frio e fui buscar a
blusa. Então lembrei que poderia ser o veneno da cobra fazendo efeito. Então
imaginei que eu estava perdido e não dava tempo de fazer mais nada.
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012
SENTINDO FRIO NO CALOR
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Unnamed Rd, Monongahela National Forest, White Sulphur Springs, WV 24986, EUA
terça-feira, 2 de outubro de 2012
AS EMPADAS VELHA
-->Estava
em
nossa casa. Só que ela ficava no campo. Em volta desta casa era todo
gramado. Este gramado ia até uns vinte metros da casa, em toda sua
volta. Havia
uma pequena escada de uns seis degraus deste gramado para o piso da
casa.
Estava perto desta escada quando um homem parou uma caminhonete distante
uns 10
metros da casa. Ele veio andando em minha direção. Quando chegou perto
de mim
reclamou de que as empadas que ele me encomendou pareciam estar velhas.
Então
lembrei que ele tinha me encomendado 100 empadas. Mas eu tinha
esquecido de
fazer. Então ele foi falando e disse que o Cândido tinha entregado as
empadas
para ele. Fiquei pensando onde o Cândido teria conseguido as empadas.
Fiquei pensando comigo mesmo que eu deveria ter anotado o pedido para
não ter esquecido
o dia. Nisto este homem disse que minha mãe tinha dado para ele as
frutas que
estavam no cesto e estavam lá perto de sua caminhonete. Então disse a
ele para
gente ir lá ver. Fomos indo em direção à caminhonete. Fiquei lamentando
no pensamento
minha mãe ter dado as frutas para ele, porque eu iria pedir a ela as
frutas
para mim. Quando fomos nos aproximando da caminhonete, alguém que estava
lá
dentro saiu dirigindo a mesma e parou logo depois, no final daquele
gramado,
pois ali tinha um lamaçal. Eram duas crianças, filhos daquele homem.
Quem
dirigia era a menina. Ela então disse para o pai que ele estava
demorando muito
e por isto queriam ir embora. Ele mandou que eles esperassem que ele não
ia
demorar. Então disse para aquele homem pegar as frutas e jogar na
carroceria da
caminhonete, porque a gente precisava do cesto. O tal homem disse que
assim
estragaria as furtas. Disse a ele para levar então a cesta, mas deveria
trazê-la de volta o mais rápido possível. Voltamos para nossa casa e o
tal homem
continuou falando das empadas que pareciam serem velhas. Quando subimos
os
degraus para entrar na casa, o acesso era pela cozinha. Mas antes havia
um
cômodo que era o da bagunça. Fomos passando por este cômodo e o tal
homem disse
que tinha visto ali um tabuleiro cheio de empadas, e estava acreditando
que o
Cândido tinha entregado a ele aquelas empadas velha. Fiquei pensando que
deveria ter sido isto mesmo. O Cândido deve ter esquentado as empadas no
forno
de microondas e entregue ao tal homem. Passei olhando por este quartinho
que
não tinha parede da frente e vi muita bagunça, mas não vi empadas.
Dentro da
cozinha este homem me deu 55 reais e disse que era uma gorjeta por eu
ter feito
as empadas para ele. Disse que era para eu ficar com 25 reais e entregar
ao
Cândido 30 reais. Quando ele me entregou o dinheiro vi da cozinha o
papai e a
mamãe chegando. Eles estavam rindo de alguma coisa. Subiram as escadas
em nossa
direção. Passaram por nós rindo e cumprimentaram o tal homem e foram para casa
adentro. O tal homem foi embora e eu sai procurando pelo Cândido para entregar
a ele o dinheiro e saber como ele fez para conseguir empadas para o tal homem.
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Center Rd, NV, EUA
domingo, 15 de julho de 2012
NO GRANDE LAGO
Estava no que seria um
campo no meio da mata. Havia uma casa e um grande lago. Tudo em volta era
gramado e tinha algumas árvores. Estava dentro de um barco que estava no meio
deste lago, com dois bombeiros e mais duas pessoas. Dentro do barco estava
minha mãe, que estava embalsamada. Ela estava enrolada em faixas e com uma
corda amarrada na cintura. Os bombeiros iriam jogá-la naquele lago, que este
era o costume. Eles a jogaram e foram dando corda, que deveria ter uns dez metros.
Mas ai um gritou que ela estava respirando. Eles então a puxaram para dentro do
barco. No barco tiraram as faixas e a levaram para aquela casa. Perguntei aos bombeiros
como aquilo era possível, se ela estava cheia de formol. Eles disseram que isto
podia acontecer e que o formol seria aos poucos sendo eliminado do corpo. Na cama
minha mãe disse que ninguém iria comer o bolo até que ela ficasse boa. Sai para
fora e lá estavam alguns de meus irmãos. Eles queriam comer o bolo. Então disse
a eles para distraírem minha mãe, peguei uma espátula e disse que partiria o bolo.
Fomos para dentro e meus irmãos ficaram conversando com minha mãe, enquanto eu
fui em direção ao bolo, sem que ela mi visse. Mas ela gritou me perguntando o
que eu fazia perto do bolo. Eu disse que nada. Ela então mandou sair de lá,
pois não queria que partissem o bolo.
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domingo, 3 de junho de 2012
AS GALINHAS DA ROÇA
ESTAVA INDO PARA MINHA
CASA, QUE ERA PARECIDA COM UMA CASA DE CAMPO POR FORA E DENTRO. QUANDO FUI
APROXIMANDO DE MINHA CASA VI UMA CRIANÇA SENTADA NA PORTA. ESTA CRIANÇA HAVIA
ABERTA A PORTINHA QUE TINHA NA PORTA. TIPO AQUELAS PARA ENTRAR E SAIR
CACHORROS, MUITO COMUM EM CASAS AMERICANAS. QUANDO FUI ME APROXIMANDO A CRIANÇA
SAIU CORRENDO. AO ENTRAR NA MINHA CASA, CUJO PISO ERA CIMENTO GROSSO E HAVIA
SOMENTE UM CÔMODO COM FOGÃO, CAMA E UM ARMÁRIO, VI QUE TINHAM GALINHAS LÁ DENTRO.
ELAS TERIAM ENTRADO PELA PORTINHA QUE A CRIANÇA HAVIA ABERTO OU MESMO A CRIANÇA
AS COLOCOU LÁ DENTRO. FUI TENTAR EXPULSAR AS GALINHAS DALI, MAS ELAS NÃO SAIAM.
ABRI A PORTA, PEGUEI UMA VASSOURA E CORRI ATRÁS DELAS. ERAM TRÊS GALINHAS
PRETAS E QUATRO VERMELHAS. ELAS FORAM PARA DEBAIXO DE MINHA CAMA. FUI ATÉ LÁ E
ELAS SAÍRAM CORRENDO PARA FORA DA MINHA CASA. FUI LÁ FORA VERIFICAR SE ESTAVAM
TODAS LÁ E VI QUE AS TRÊS GALINHAS PRETA HAVIAM SUBIDO EM CIMA DA LAJE DA CASA
E ESTAVAM INDO EM DIREÇÃO A CASA DO VISINHO. DESISTI DE TENTAR PEGÁ-LAS E
DEIXEI QUE ELAS FOSSEM EMBORA. VOLTEI PARA DENTRO DA MINHA CASA.
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