OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : casa de campo
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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

SENTINDO FRIO NO CALOR

Estava em uma casa de campo. Havia várias pessoas ali e algumas crianças. Na frente da casa havia um fosso. Para passar por este fosso havia uma tábua larga de um metro de largura mais ou menos. Fui ajeitar esta tábua para passar pelo fosse e uma cobra coral que estava ali mordeu minha mãe. Depois que ela morde, pisei rapidamente nela, várias vezes. Mas ainda assim ela saiu se contorcendo e caiu dentro deste fosso. Minha mãe estava sentada em uma cadeira próximo dali. Fui correndo até ela, disse que uma cobra tinha me mordido e mostrei minha mãe. Minha mãe disse que não havia problemas que não era nada. Disse a ela que a cobra era coral. Ela então disse que ela não era venenosa. Sai dali e fui para um cômodo que ficava do lado de fora da casa. A Bete do Paulinho estava ali juntamente com outras pessoas. Eu ia ajudá-los em algo. Nisto comecei a sentir muito frio. Disse para a Bete que ia lá dentro de casa pegar uma blusa. Ela começou a rir dizendo que estava um calor danado. Mas eu estava sentido frio e fui buscar a blusa. Então lembrei que poderia ser o veneno da cobra fazendo efeito. Então imaginei que eu estava perdido e não dava tempo de fazer mais nada.


terça-feira, 2 de outubro de 2012

AS EMPADAS VELHA

-->Estava em nossa casa. Só que ela ficava no campo. Em volta desta casa era todo gramado. Este gramado ia até uns vinte metros da casa, em toda sua volta. Havia uma pequena escada de uns seis degraus deste gramado para o piso da casa. Estava perto desta escada quando um homem parou uma caminhonete distante uns 10 metros da casa. Ele veio andando em minha direção. Quando chegou perto de mim reclamou de que as empadas que ele me encomendou pareciam estar velhas. Então lembrei que ele tinha me encomendado 100 empadas. Mas eu tinha  esquecido de fazer. Então ele foi falando e disse que o Cândido tinha entregado as empadas para ele. Fiquei pensando onde o Cândido teria conseguido as empadas. Fiquei pensando comigo mesmo que eu deveria ter anotado o pedido para não ter esquecido o dia. Nisto este homem disse que minha mãe tinha dado para ele as frutas que estavam no cesto e estavam lá perto de sua caminhonete. Então disse a ele para gente ir lá ver. Fomos indo em direção à caminhonete. Fiquei lamentando no pensamento minha mãe ter dado as frutas para ele, porque eu iria pedir a ela as frutas para mim. Quando fomos nos aproximando da caminhonete, alguém que estava lá dentro saiu dirigindo a mesma e parou logo depois, no final daquele gramado, pois ali tinha um lamaçal. Eram duas crianças, filhos daquele homem. Quem dirigia era a menina. Ela então disse para o pai que ele estava demorando muito e por isto queriam ir embora. Ele mandou que eles esperassem que ele não ia demorar. Então disse para aquele homem pegar as frutas e jogar na carroceria da caminhonete, porque a gente precisava do cesto. O tal homem disse que assim estragaria as furtas. Disse a ele para levar então a cesta, mas deveria trazê-la de volta o mais rápido possível. Voltamos para nossa casa e o tal homem continuou falando das empadas que pareciam serem velhas. Quando subimos os degraus para entrar na casa, o acesso era pela cozinha. Mas antes havia um cômodo que era o da bagunça. Fomos passando por este cômodo e o tal homem disse que tinha visto ali um tabuleiro cheio de empadas, e estava acreditando que o Cândido tinha entregado a ele aquelas empadas velha. Fiquei pensando que deveria ter sido isto mesmo. O Cândido deve ter esquentado as empadas no forno de microondas e entregue ao tal homem. Passei olhando por este quartinho que não tinha parede da frente e vi muita bagunça, mas não vi empadas. Dentro da cozinha este homem me deu 55 reais e disse que era uma gorjeta por eu ter feito as empadas para ele. Disse que era para eu ficar com 25 reais e entregar ao Cândido 30 reais. Quando ele me entregou o dinheiro vi da cozinha o papai e a mamãe chegando. Eles estavam rindo de alguma coisa. Subiram as escadas em nossa direção. Passaram por nós rindo e cumprimentaram o tal homem e foram para casa adentro. O tal homem foi embora e eu sai procurando pelo Cândido para entregar a ele o dinheiro e saber como ele fez para conseguir empadas para o tal homem.


domingo, 15 de julho de 2012

NO GRANDE LAGO

Estava no que seria um campo no meio da mata. Havia uma casa e um grande lago. Tudo em volta era gramado e tinha algumas árvores. Estava dentro de um barco que estava no meio deste lago, com dois bombeiros e mais duas pessoas. Dentro do barco estava minha mãe, que estava embalsamada. Ela estava enrolada em faixas e com uma corda amarrada na cintura. Os bombeiros iriam jogá-la naquele lago, que este era o costume. Eles a jogaram e foram dando corda, que deveria ter uns dez metros. Mas ai um gritou que ela estava respirando. Eles então a puxaram para dentro do barco. No barco tiraram as faixas e a levaram para aquela casa. Perguntei aos bombeiros como aquilo era possível, se ela estava cheia de formol. Eles disseram que isto podia acontecer e que o formol seria aos poucos sendo eliminado do corpo. Na cama minha mãe disse que ninguém iria comer o bolo até que ela ficasse boa. Sai para fora e lá estavam alguns de meus irmãos. Eles queriam comer o bolo. Então disse a eles para distraírem minha mãe, peguei uma espátula e disse que partiria o bolo. Fomos para dentro e meus irmãos ficaram conversando com minha mãe, enquanto eu fui em direção ao bolo, sem que ela mi visse. Mas ela gritou me perguntando o que eu fazia perto do bolo. Eu disse que nada. Ela então mandou sair de lá, pois não queria que partissem o bolo.

domingo, 3 de junho de 2012

AS GALINHAS DA ROÇA

ESTAVA INDO PARA MINHA CASA, QUE ERA PARECIDA COM UMA CASA DE CAMPO POR FORA E DENTRO. QUANDO FUI APROXIMANDO DE MINHA CASA VI UMA CRIANÇA SENTADA NA PORTA. ESTA CRIANÇA HAVIA ABERTA A PORTINHA QUE TINHA NA PORTA. TIPO AQUELAS PARA ENTRAR E SAIR CACHORROS, MUITO COMUM EM CASAS AMERICANAS. QUANDO FUI ME APROXIMANDO A CRIANÇA SAIU CORRENDO. AO ENTRAR NA MINHA CASA, CUJO PISO ERA CIMENTO GROSSO E HAVIA SOMENTE UM CÔMODO COM FOGÃO, CAMA E UM ARMÁRIO, VI QUE TINHAM GALINHAS LÁ DENTRO. ELAS TERIAM ENTRADO PELA PORTINHA QUE A CRIANÇA HAVIA ABERTO OU MESMO A CRIANÇA AS COLOCOU LÁ DENTRO. FUI TENTAR EXPULSAR AS GALINHAS DALI, MAS ELAS NÃO SAIAM. ABRI A PORTA, PEGUEI UMA VASSOURA E CORRI ATRÁS DELAS. ERAM TRÊS GALINHAS PRETAS E QUATRO VERMELHAS. ELAS FORAM PARA DEBAIXO DE MINHA CAMA. FUI ATÉ LÁ E ELAS SAÍRAM CORRENDO PARA FORA DA MINHA CASA. FUI LÁ FORA VERIFICAR SE ESTAVAM TODAS LÁ E VI QUE AS TRÊS GALINHAS PRETA HAVIAM SUBIDO EM CIMA DA LAJE DA CASA E ESTAVAM INDO EM DIREÇÃO A CASA DO VISINHO. DESISTI DE TENTAR PEGÁ-LAS E DEIXEI QUE ELAS FOSSEM EMBORA. VOLTEI PARA DENTRO DA MINHA CASA.