ESTAVA NA AGENCIA DA
CAIXA ECONÔMICA PARA FALAR COM UM GERENTE QUE HAVIA ME MANDADO UMA CARTA
PEDINDO PARA EU IR LÁ. ESTAVA SENTADO NA CADEIRA A FRENTE DA MESA DESTE
GERENTE, COM A CARTA NA MÃO. MAS O GERENTE NÃO ESTAVA ALI, EU O AGUARDAVA.
NISTO NA MESA AO LADO ATENDO UMA PESSOA, ESTAVA A OUTRA GERENTE. AO ME VER, ELA
DISSE QUE PRECISA FALAR COMIGO. ENTÃO LEMBREI QUE EU NÃO QUERIA FALAR COM ESTA
GERENTE. PERCEBI QUE ESTAVA NA AGENCIA ONDE ESTA GERENTE TRABALHAVA. AGENCIA EM
QUE EU EVITAVA IR JUSTAMENTE PARA NÃO ME ENCONTRAR COM ESTA GERENTE. COMO ELA
ESTAVA ATENDENDO OUTRA PESSOA, PEDIU PARA EU AGUARDAR UM POUCO. LEVANTEI DA
CADEIRA, FIQUEI ANDANDO UM POUCO POR ALI, COMO QUEM ESTIVESSE AGUARDANDO ATÉ
QUE CHEGUEI PERTO DA ESCADA DE SAÍDA, QUE LEVAVA PARA O ANDAR DE BAIXO E PARA A
PORTA DE SAÍDA DA AGENCIA. PERCEBENDO QUE ELA NÃO ME VIA, DESCI AS ESCADAS RAPIDAMENTE
E FUI EMBORA. FUI LER NOVAMENTE A CARTA QUE ESTAVA COMIGO E VI QUE A CAIXA
ESTAVA ME COBRANDO TRINTA E CINCO REIAS. PENSEI QUE SE SOUBESSE QUE ERA TÃO
POUCO, NÃO TERIA SAIDO DE “FININHO” DA AGENCIA E TERIA PAGO A GERENTE ESTE VALOR.
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domingo, 22 de julho de 2012
A DÍVIDA DE TRINTA E CINCO REAIS
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
DIA DE PAGAMENTO
Estava
num lote vago, onde havia uma construção no fundo. Esta construção
seria um banco. Havia várias pessoas ali e várias filas também. Entrei
em uma filha e perguntei a pessoa da frente se era aquela fila, para
receber o pagamento. Esta pessoa disse que sim. Todas as pessoas
conversam ao mesmo tempo, parecendo reclamarem de algo. Era um falatório
só. A agência bancária era apenas um local onde havia três pessoas
trabalhando, cercado por uma tábua. Como estas barraquinhas de festa
junina. Chegou minha vez, entreguei a pessoa do banco o meu contra
cheque. Ele pegou o mesmo e bateu um carimbo, dizendo que eu deveria
agora, colocar o catalisador no carro, ir para outra fila, mostrar que
tinha feito isto e só depois, deveria ir ali receber meu pagamento.
Havia uma fila grande para se colocar o catalisador. Comecei a
questionar o atendente, dizendo que aquilo era um absurdo. Que eu não
tinha carro. Ele então disse que era para eu arrumar um carro
emprestado, fazer o que ele pedia e depois ir ali receber. Comecei a
dizer que processaria o banco, a empresa que eu trabalhava, pois isto
era totalmente irregular. Que eu seria indenizado por aquele sistema de
pagamento. A pessoa foi até outra, conversou um pouco e depois veio
dizendo que me pagaria. Deu-me o dinheiro. Fiquei na duvida se ali tinha
os 605,00 reais que teria que receber. Fui contar o dinheiro e vi que
tinham seis notas de cem reais e uma de cinco reais. Sai dali satisfeito
por ter recebido meu pagamento e fui embora.
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