OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : dívida
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domingo, 22 de julho de 2012

A DÍVIDA DE TRINTA E CINCO REAIS


ESTAVA NA AGENCIA DA CAIXA ECONÔMICA PARA FALAR COM UM GERENTE QUE HAVIA ME MANDADO UMA CARTA PEDINDO PARA EU IR LÁ. ESTAVA SENTADO NA CADEIRA A FRENTE DA MESA DESTE GERENTE, COM A CARTA NA MÃO. MAS O GERENTE NÃO ESTAVA ALI, EU O AGUARDAVA. NISTO NA MESA AO LADO ATENDO UMA PESSOA, ESTAVA A OUTRA GERENTE. AO ME VER, ELA DISSE QUE PRECISA FALAR COMIGO. ENTÃO LEMBREI QUE EU NÃO QUERIA FALAR COM ESTA GERENTE. PERCEBI QUE ESTAVA NA AGENCIA ONDE ESTA GERENTE TRABALHAVA. AGENCIA EM QUE EU EVITAVA IR JUSTAMENTE PARA NÃO ME ENCONTRAR COM ESTA GERENTE. COMO ELA ESTAVA ATENDENDO OUTRA PESSOA, PEDIU PARA EU AGUARDAR UM POUCO. LEVANTEI DA CADEIRA, FIQUEI ANDANDO UM POUCO POR ALI, COMO QUEM ESTIVESSE AGUARDANDO ATÉ QUE CHEGUEI PERTO DA ESCADA DE SAÍDA, QUE LEVAVA PARA O ANDAR DE BAIXO E PARA A PORTA DE SAÍDA DA AGENCIA. PERCEBENDO QUE ELA NÃO ME VIA, DESCI AS ESCADAS RAPIDAMENTE E FUI EMBORA. FUI LER NOVAMENTE A CARTA QUE ESTAVA COMIGO E VI QUE A CAIXA ESTAVA ME COBRANDO TRINTA E CINCO REIAS. PENSEI QUE SE SOUBESSE QUE ERA TÃO POUCO, NÃO TERIA SAIDO DE “FININHO” DA AGENCIA E TERIA PAGO A GERENTE ESTE VALOR.

terça-feira, 21 de junho de 2011

658 OU 452?


Estava num local, onde havia várias pessoas. Nisto chegou alguém perto de mim e disse que eu teria que pagar o valor de 658 reais. Este era o valor que eu devia pagar para o governo central. Disse a este alguém que eu devia apenas 452 reais. Ficamos conversando um pouco, depois ele saiu para um lado e eu para outro. Fui andando e fazendo cálculos mentalmente, para saber qual valor estaria correto. Fui calculando e cheguei à conclusão que não devia era nada, pois já tinha pagado todo o valor.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

LUZ NO FIM, DA MINA DE DINHEIRO

Estava num local, onde havia uma entrada, parecendo de uma caverna. Entrei e lá era uma mina. Havia um túnel, só que este era muito largo e comprido. Minha mãe estava ali na entrada. Olhei para aquele túnel e vi que era muito comprido. Havia três postes de luz naquele túnel. Um na entrada, outro mais ou menos no meio e o terceiro provavelmente no final. Ele ficava longe e mal via a luz dele. Minha mãe me entregou um dinheiro e disse que era para eu levar para o Tonhão. Que era para eu tirar um pouco para mim, porque sabia que eu estava precisando de dinheiro. Sai dali e fui levar o dinheiro. Fui ver quanto era, e só tinha dez reais. Fui andando, quando vi o Tonhão, na porta de um bar, sentado a mesa, tomando guaraná. Entreguei a ele o dinheiro. Ele levantou e levou até um pouco mais a diante, e entregou para a Regina. Depois voltou e disse que havia emprestado aquele dinheiro para a Regina. Fui indo embora, quando entrei numa casa branca, onde logo na entrada do portão, estava uma repórter da TV Integração, com um grande livro. Ela me perguntou se eu iria pagar aquela dívida. Disse a ela que não pagaria de jeito nenhum. Nem sabia que dívida era esta. Ela anotou algo no livro e começou a fala r que na hora de pagar, ninguém queria. Nisto vi uma carta em cima desta mesa. Era uma carta que me cobrava uma dívida. Eu queria dizer para a repórter que aquela dívida não era minha, que eu tinha sido apenas o avalista. Que não pagaria divida de ninguém. Nisto chegou um homem perto da repórter e perguntou se recebeu. Ela disse que não. Depois disse que se todos disserem que a dívida não são deles, ninguém pagará mais nada. Fiquei tentando ver o que ela tinha escrito no livro, mas não consegui. Voltei até aquela mina, fiquei olhando aquele corredor e a luz que havia no final dele. Perguntei para minha mãe se lá no final não tinha dinheiro, pois se tivesse, eu iria buscar. Ela disse que não tinha nada. Que só havia conseguido extrair da mina, aquele dinheiro que havia mandado para o Tonhão. Mas mesmo assim, fui ver se havia dinheiro lá. Quando estava chegando no final daquele túnel, ouvi um barulho, olhei para trás e vi que havia desmoronado terra na entrada da mina, me deixando preso lá. Fiquei pensando quanto tempo aquele oxigênio que tinha ali, poderia me deixar vivo. Voltei até a entrada e comecei a tirar a terra com as mãos, como cachorro faz para cavar buraco. Fiquei pensando que bastava aparecer um pouquinho da entrada, que seria suficiente para o oxigênio entrar. Nisto, enquanto ficava tirando a terra, ouvi um barulho de máquina. Era um trator que minha mãe tinha chamado, para retirar a terra. O trator tirou a terra muito rapidamente. Sai dali. Nisto minha mãe pegou um carrinho de supermercado, o gancho que estava preso em um cabo de aço e saiu empurrando o carrinho e puxando o gancho, indo em direção ao fim do túnel. Ela disse que ia escavar mais o túnel, para ver se conseguia mais dinheiro. Ela enchia o carrinho com a terra, depois voltava e puxava o carrinho, ligando um motor que enrolava o cabo de aço. Fiquei pensando como ela conseguia trazer a terra no carrinho, se o carrinho de supermercado e todo vazado.