OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Nathália
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

TRABALHANDO NO BANCO DO BRAZIL

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Estava de terno e gravata, entrando no banco do Brazil. Era um salão grande com um corredor do lado direito. Fui por este corredor, para ir bater o cartão de ponto para ir embora. Passei por uma mesa onde tinha uma TV de LCD. Ao lado dela havia uma fita de vídeo e um cabide. Peguei a fita e o cabide, para colocá-los na prateleira que havia atrás da TV. Fiquei pensando que eles deixavam tudo jogado em qualquer lugar. Bati o cartão de ponto e quando fui saindo, resolvi ir até a sala da Nathália, que ficava no segundo andar, para ver se ela estava indo embora também. Subi as escadas e ao aproximar da sala dela, vi várias pessoas lá dentro, para serem atendidas por ela. Sabia que ela iria demorar a ir embora e então fui indo sozinho. Passando por aquele corredor, vinham atrás de mim duas pessoas que falavam e riam muito. Foram fazendo isto até a saída. Quando sai do banco, eles passaram por mim e foram embora, sempre falando alto e rindo. 

AS CENAS DA VIDA ESTÃO AQUI, CLIK 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

SER FAMOSO



Estava indo por um quarteirão fechado, abraçado com a Nathálya. Passamos por um carro estacionado neste quarteirão fechado, onde três homens vendiam cachorro quente. 
Quando chegamos à Rua Goiás, eu deveria ir para a esquerda e a Nathálya para a direita. 
Então disse a Nathálya que iria com ela até onde ela iria e depois voltaria. Seguindo abraçado com ela, alguém chegou perto de mim, oferecendo canetas. 
Eu disse que não tinha dinheiro. O vendedor disse que eu não precisava pagar nada. 
Então virei para a Nathálya e disse que o bom da vida, era ser famoso.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O RINOCERONTE E OS PRISIONEIROS

Estava num cômodo de uma casa, que não sei qual seria. Havia uma parede branca. Estava nesta pintura branca da parede, como se estivesse aprisionado, o Fernando e a Nathália. Ambos os retratos, de tamanho natural, mas sua tinha de meio corpo. Na frente dos retratos do Fernando e da Nathália, havia um retrato, também de tamanho natural, de um rinoceronte. Este estava de corpo inteiro. Peguei uma corda e joguei no chifre do rinoceronte. A corda laçou o chifre. Puxei com força e o chifre foi se curvando para frente. À medida que o chifre ia se curvando, a Nathália e o Fernando iam se desprendendo da parede, até que ficaram livres. Eles caíram no chão. Saímos os três correndo, temendo que o rinoceronte pudesse se libertar e vir atrás de nós.



domingo, 22 de novembro de 2009

A SUPER TROMBA D'ÁGUA

Estava na Rua Minas Gerais, esquina com a Avenida 21 de Abril. Estavam comigo o Fernando e a Nathália. Chovia torrencialmente. A enxurrada corria velozmente pela rua, como se fosse um rio. Disse aos dois, que fôssemos rapidamente até o santuário, porque ele era alto e a água não chegaria até lá. Nisto a enxurrada veio arrastando uma grande árvore. Voltamos rapidamente até a Rua Minas Gerais, para que a árvore não nos atingisse no passeio. A velocidade que a árvore vinha na enxurrada, foi tanta, que ela bateu na banca de revista que tem na esquina, arrancando-a do lugar e foi arrastando-a. voltamos para Avenida 21 de Abril, andando com dificuldade no passeio, pois a água vinha velozmente e já estava atingindo nosso joelho. Conseguimos chegar ao Santuário, subimos a rampa e entramos pela porta lateral. Lá dentro disse aos dois que ali a gente estava seguro. Havia algumas pessoas lá dentro. A Nathália começou a chorar, dizendo que a água ia entrar no Santuário e iria levar todos que estavam ali. Garanti a ela que não deixaria isto acontecer. Ela e o Fernando ficaram agarrados em mim. Fomos até a outra porta lateral, que dá para a Praça do Santuário. Ali, a Rua São Paulo parecia um rio em alta velocidade. Ele só não entrava no Santuário, porque a Praça é mais baixa e a água caia de lado na praça. Olhei a chuva e vi que não caia como uma chuva normal. Era como se fosse uma torneira aberta. A água descia das nuvens como se fosse torneira. Olhei a Praça do Santuário e ela já havia desaparecido debaixo d’água. A água foi subindo tão rápido que começou a aproximar da porta lateral do Santuário. A Nathália foi ficando desesperada. Então disse a ela que a chuva já estava passando, pois o barulho dela caindo, já estava diminuindo. Nisto a chuva começou a diminuir mesmo. Então disse aos dois, que a Rua São Paulo era uma descida, e assim, a água iria escorrer bem rápido e a gente poderia voltar para casa. Ficamos na porta lateral do Santuário, vendo a água ir baixando e a Praça começando a aparecer. Nisto, alguém que estava dentro do Santuário, disse que haviam caído 22 trombas d’água de uma única vez.