Estava numa grande loja de magazine, tipo a Ricardo Eletro. Havia várias pessoas. A loja estava cheia de confete, como se estivesse ocorrendo uma grande liquidação. Nisto, uma criança, que deveria ter um ano mais ou menos, e estava em cima de uma pequena mesa, usando apenas fralda descartável, virou para mim e disse que era para eu levá-la ate o outro lado da loja, onde ela ensinaria as pessoas a trocar fraldas descartáveis. Então eu disse: --sobrou para o marmitão-- A segurei por debaixo dos dois braços e sai carregando a criança, evitando que ela encostasse em mim, porque ela estava só de fralda e não sabia em que situação estava a fralda. Chegando do outro lado da loja, coloquei a criança em cima de outra pequena mesa. Sentada, encostada na parede, tinha uma menina, que deveria ter uns 15 anos. Ela ouvia música com fone de ouvidos. Nisto, a criança que coloquei em cima da mesa, disse que iria demonstrar como se trocar fraldas. Fui tirando a fralda que usava. O problema foi que ela tinha feito cocô. Só que estava “durinho” e caiu no chão e partiu em alguns pedaços. A tal criança então pediu para eu pegar. Disse então: --sobrou para o marmitão de novo— Nisto veio rolando até perto de mim, um rolo de papel higiênico. Então disse que usaria o papel higiênico da loja mesmo. Peguei o papel em bastante quantidade, enrolei na mão e fui pegar o cocô da criança. Quando pegava, veio aquela menina que ouvia som, e foi para pegar um pedaço. Então gritei para não pegar porque era cocô. Ela então disse que havia pensado que era um doce. Então disse a ela: --vai comer este “doce” que você vai ver o gosto que tem—E comecei a rir.
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domingo, 15 de novembro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
ANDANDO NA RUA DO MEIO
Estava indo pela rua do meio, do bairro esplanada. Nisto vi que numa casa da esquina, na varanda desta casa, que ocupava toda sua frente, era a loja da “Ricardo Eletro”. Bem em frente, na outra casa, funcionava a loja do “Magazine Luiza”. Eu fiquei pensando como eles podiam montar a loja ali, se o bairro esplanada era tão pequeno e conseqüentemente poucos moradores. E como montavam uma em frente à outra. As duas lojas estavam vazias. Na loja do “Ricardo Eletro”, havia um homem amarrando enfeites de carnaval. Eu continuei andando pela rua do meio.
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