OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : pontilhão
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terça-feira, 7 de julho de 2009

GRITOS E VÔO NO ESCURO

Estava saindo da Rede ferroviária. Eu e mais três pessoas. A rua estava totalmente escura. Então sai correndo o máximo que pude, pois estava com medo. Não sei de que. Quando fui chegando perto da esquina da travessa que leva até o pontilhão que liga o Bairro esplanada ao Porto velho, percebi um homem encostado na parede. Pensei ser um assaltante. Mas passei por ele tão rápido, que ele nem percebeu. Chegando à travessa, parei de correr, porque ali havia um poste de luz. A parti daí fui andando em direção ao pontilhão. Quando chegava ao pontilhão, já estava era de volta e com três pessoas ao meu lado. Quando vi que a Rua da Rede ferroviária estava totalmente escura, disse para uma daquelas pessoas que estavam ao meu lado, que não ia passar ali correndo, que iria voando. Nisto sai correndo o máximo que pude, comecei a gritar, dei um pulo enorme e sai voando rapidamente, rente ao chão, gritando muito, entrei na rua escura e fui em direção a Rede ferroviária.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

O PONTILHÃO DO ESPLANADA/PORTO VELHO

Estava no bairro esplanada, e vinha na rua da igreja, como quem vinha da casa da minha irmã Regina. Eu andava com uma das mãos no bolso da calça jeans que eu usava. Quando atravessei uma rua, vi que o Sr, Firmino vinha logo atrás de mim. Eu continuei andando e então lembrei que eu devia dois reais para o Sr. Firmino. Olhei para trás e ele não vinha mais, pois tinha virado a rua. Então pensei que ele poderia pensar que eu não quisesse pagá-lo. Então percebi que a gente is encontrar no quarteirão de cima, pois eu teria que virar na outra rua, e assim iria pagá-lo. Eu virei à rua e entrei numa outra e então percebi que tinha entrado numa rua que não iria encontrar com o Sr. Firmino. Mas vi que aquela era a rua do Mauri, meu Ex chefe da RRFS/A. Então pensei que tinha que pagar ao Mauri mil reais. Então pediria a ele para entregar os dois reais ao Sr. Firmino. Corri para sair da frente de um carro, atravessando para o outro lado da rua. Continuei andando com a mão no bolso. Nisto vi um grande cachorro atrás de mi, outro deitado na frente. Vi que tinham várias pessoas sentadas na frente de suas casas, todas com cachorro. Eu fiquei com medo dos cachorros me atacarem. Eles ficavam só rosnando quando eu passava. Teve um que quis me atacar, mas o dono, que estava sentado no chão, não deixou. Eu continuei e quando cheguei à esquina da pontinha que liga o bairro Esplanada ao Porto velho, fiquei tranqüilo, porque ali passam as pessoas e os cachorros não vão lá.