OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : poça de água
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domingo, 19 de junho de 2011

NA ESTRADA DE TERRA ENLAMAÇADA


Estava num local onde havia uma larga estrada de terra, cheia de lama e poças de água. Com uns dois metros abaixo desta e fazendo divisa com a mesma, havia outra estrada também de terra e cheia de lama; muito larga também. Havia vários ônibus saindo dali, indo para um local onde eu queria ir. Não tinha dinheiro para pagar o ônibus. Então resolvi ir a pé, uma vez que já tinha feito isto antes. Era uma hora da tarde e imaginei chegar onde eu queria por volta das sete a oito da noite. Fui caminhando e fiquei indeciso se ia pela estrada de cima ou da de baixo. Depois pensei não ter importância, pois onde eu queria ir, as duas se encontravam e havia uma escada para passar de uma para outra. Fui caminhando e vi algumas pessoas andando por ali também. Andava por toda aquela lama, desviando das poças de água. Mas ali não passava nenhum carro e nem os ônibus que estariam indo para onde eu ia. Já estava anoitecendo quando estava chegando onde eu queria. Vi o que seria uma lanchonete. Passei pela escada que dava acesso à estrada de baixo, uma vez que vim na cima. Lembrei de quando tinha ido ali, ter vindo pela estrada de baixo e subido as escadas para chegar nesta lanchonete. Fui e direção a lanchonete, que era também uma pousada. Ali havia algumas pessoas conversando.

terça-feira, 26 de maio de 2009

ANDANDO NA POÇA DE ÁGUA

Estava numa rua, que não sei qual era. Chovia muito. Estavam eu, a Nathalia e o Fernando. A Nathalia estava com uma sombrinha e eu e o Fernando em um guarda-chuva. Só que o Fernando tinha uns 3 anos e a Nathalia uns 6. O contrário do que é realmente.  Eu andava meio agachado, para ficar da altura do Fernando. Chegamos numa rua toda esburacada e os buracos estavam cheios de água. A Nathalia ia à frente e eu com o Fernando atrás. Nisto eu comecei a dizer para os dois, que eu riria trabalhar em junho, julho e agosto, em setembro, a firma ia fechar e eu perderia o emprego. Mas eu não conseguia dizer, porque quando ia dizendo, o Fernando ficava falando algumas coisas que eu não entendia. Beirando o passeio tinha um reguinho um pouco mais fundo, feito para correr a água da chuva. O Fernando então começou a andar dentro deste reguinho, enchendo o tênis que ele usava, de água. Eu pedia a ele para sair da água, mas ele continuava andando dentro da água que corria ali.

sábado, 9 de maio de 2009

CORRENDO NAS POÇAS D'ÁGUA

Estava com o Israel em uma rua descalça, cheia de buracos e muita poça d’água. Vieram alguns carros muito rápidos, passando pelas poças d’água e espirrando água para todo lado. Eu e o Israel saímos correndo, para evitar que os carros espirrassem água na gente. Corríamos muito, mas mesmo assim eles passavam e jogavam água na gente. Nisto paramos a beira de um barranco, um pouco afastado da rua, e ficamos vendo os carros passarem nas poças de água.