OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : na praça
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sábado, 24 de janeiro de 2009

CHUVA DE SOL NA CHUVOSA PRAIA

Estava numa praia, deitado na beira de um barranco, com a cabeça em um tronco de árvore. Eu segurava um livro. Nisto vi algumas pessoas passando, provavelmente fazendo caminha na praia. Eu olhei para o céu e vi que as nuvens vinham muito rapidamente e de brancas ficavam escuras, indicando que ia chover. Nisto começou a chover nesta praia, mas onde eu estava não chovia. Vi as pessoas correndo, para se esconderem da chuva. Então levantei e percebi que o sol batia em mim, e só em mim, como se fosse um deste holofote de palco de teatro. Então comecei a andar e este sol me acompanhava. À medida que eu andava a chuva sempre parava aonde eu ia e a areia secava imediatamente. De repente a chuva parou e o sol tomou conta de toda a praia. Nisto percebi que já não estava numa praia, e sim, numa praça. E não tinha livro em minhas mãos, mas uma mochila.
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sexta-feira, 15 de agosto de 2008

VAGAS PARA ENGENHEIRO NA BARBEARIA

Estava vindo do porto velho. Carregava em meus ombros uma cobra enrolada como se fosse mangueira de jardim. Alguém vinha atrás de mim. Quando atravessava a pontinha que liga o Porto Velho à Esplanada, este alguém que vinha atrás de mim disse que ali era perigoso e que aconteciam muitos assaltos. Eu então corri e passei pela pontinha. Quando estava aproximando da rua da casa da minha mãe, vi que na rua corria uma grande enxurrada, que tomava toda a rua e descia numa velocidade muito alta. Eu percebi que tinha acabado de chover ali. Alguém ia passando do outro lado da travessa que eu estava. Eu perguntei se a água estava baixando. Ele disse que era o que eu via. Eu olhei, e disse a quem me seguia que estava baixando a água. E que era importante que eu levasse aquela cobra o mais rápido possível. Cheguei num local, que parecia um salão de barbearia. Havia uma fila ali dentro, que dava num caixa eletrônico. Do lado de fora havia outra fila que levava ao estabelecimento, que era para busca de emprego, ao lado desta suposta barbearia. Como as duas filas se juntaram lá fora, as pessoas estavam indo para a fila errada. Nisto alguém escreveu numa plaquinha na barbearia: “cadê a vaga para engenheiro?” Eu estava sentado num banco dentro desta barbearia, usava apenas uma cueca boxer. Então eu disse para as pessoas da fila, que estavam na fila errada e que emprego era na outra. Numa praça, com fone e microfone, tipo telefonista. Eu falava com minha mãe e meu pai. (meu pai já faleceu há cinco anos). Depois sai andando por uma rua que não tinha casa em nenhum dos lados, e estava quase toda coberta por matos. Alguém vinha atrás de mim. Fui andando e conversando. Depois de andar um pouco, eu lembrei que o roteador não dava para pegar sinal muito longe. Nisto a ligação caiu. Para a pessoa que vinha atrás de mim, não perceber que o sinal tinha caído e pensar que tinham desligado na minha cara. Finge que ainda estava falando e disse thyal.

domingo, 10 de agosto de 2008

OS COELHOS NO GUARDA-ROUPAS


Estava na casa da Dona Judit. Estava num quarto onde estavam o Fernando e o Segundinho. Nisto chegou o Israel e eu então sai dali e fui para meu quarto. Quando abri a porta do meio do meu guarda-roupa, vi que a Nathália tinha colocado ali duas calças dela. Não gostei de ver a roupa dela ali e ia pedir a ela para tirá-la de lá. Nisto, quando fechei a porta, o guarda-roupa partiu ao meio. Uma metade encostou-se à parede do lado e a outra foi caindo e eu segurei. Fui tentando encostar as duas metades novamente, quando o Fernando e o Israel chegaram lá. O Fernando me chamou e eu disse que não dava, pois estava segurando o guarda-roupa que tinha partido. Nisto o Israel pegou a metade que tinha se encostado à parede e foi tentar me ajudar. Nisto uma tábua da lateral do guarda-roupa caiu e bateu numa cadeira, quebrando um pedaço do encosto da cadeira. A cadeira era do Sr. Ary. Então eu disse que o Sr. Ary iria reclamar muito do ocorrido. Fui para um local, que era uma praça redonda. Mas não tinha nada, ela era toda cimentada e colorida com círculos redondos cada um de uma cor. Esta praça deveria ter o tamanho de um quarteirão. Eu tinha ficado sabendo que o coelho que eu tinha dado a uma pessoa, tinha tido filhotes. Então eu fui atravessando esta praça para o outro lado. No centro dela tinha um circulo das cores do arco Iris. Quando chegava ao final dela, vi um galpão e uma pessoa lá dentro. Eu sabia que aquela pessoa era a quem eu tinha dado o coelho. Logo depois do galpão tinha um cercado. Eu fui direto ao cercado e vi lá o coelho e três coelhinhos. Nisto o coelho pulou em mim, me agarrando próximo ao pescoço. Eu o segurava pelo pescoço, para que ele não me mordesse. Cai no chão, tentando tirar o coelho e não conseguia. Não tinha ninguém na praça. Então peguei as orelhas do coelho e puxei, mas ele não se soltava. Fui arrastando para longe do cercado, pois assim ele veria que eu não queria pegar os filhotes. Mas mesmo assim o coelho continuava agarrado. Mas ele não tentava me morder.