Estava dentro de um
jipe ao lado de um a pessoa que o dirigia. Esta pessoa me levava para um local
onde eu deveria anotar alguns dados para posteriormente fazer um trabalho.
Pouco a nossa frente havia um galpão gigante. A porta deste galpão deveria ter
uns 5 metros de altura e uns 10 metros de largura. Ao lado desta porta, havia
outra menor. Mais ou menos a metade da porta gigante. Este homem que dirigia o
jipe foi dirigindo em direção a esta porta menor que estava fechada, embora a
grande estivesse aberta. Ele bateu com o jipe na porta abrindo a mesma. Lá dentro
eu vi um imenso local limpo e cimentado. Só lá no fundo que havia o que seria
um Cubilot. (forno de fundição). Eu via o ferro derretido e alguns montes de
areia comum. Mas não via propriamente o forno Cubilot. Este homem parou o jipe
próximo a este forno e assim que descemos, ele foi falando os dados para eu anotar.
Fiquei procurando caneta e um pedaço de papel. Encontrei um pedaço de papel no
bolso, mas ele estava todo sujo. Fui anotar assim mesmo. O homem já havia dito
tudo, eu só lembrava o primeiro dado, que era: 0,756. Perguntei a ele o restante.
Ele disse tudo novamente e pude então anotar o restante que era: 6,943. Mas
depois que anotei e com a sujeira do papel eu não conseguia ler o que tinha
escrito. Então reescrevi na beirada do papel que estava um pouco mais limpo. Mas
ainda assim tinha dificuldades de ler o que estava escrito. Fiquei pensando que
se tivesse anotado errado, faria errados também os cálculos. Mas, a pessoa que
havia me levado ali já tinha ido embora e não tinha como perguntar novamente os
dados.
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sábado, 7 de julho de 2012
OS NÚMEROS - OS SONHOS QUE SONHEI
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SONHOS
Postado em: Anchorage, Alaska, USA / Local:
State Highway 30, DeSoto, GA 31743, EUA
domingo, 25 de julho de 2010
POR UM MILHÃO DE REAIS
Fui até a casa da Rita, onde na área, estava ela e o seu pai. ambos viram falar comigo, dizendo que eu teria que dar um milhão de reais, para o Israel. Questionei porque eu deveria dar a ele este valor, visto que a gente nem se falava. Mas eles disseram que eu era padrinho dele, e seria justo que eu o ajudasse, visto que ele estava passando por dificuldades financeiras. Ouvindo isto, decidi que daria a ele os um milhão de reais. Sai dali, indo embora, quando veio uma menina andando ao meu lado. Olhei para ela e disse que a situação não estava boa para meu lado. Ela então apontou para seis patinhos, filhotes ainda, que seguiam um atrás do outro, e disse que eles eram a solução para meus problemas. Olhei para ela para perguntar como seis patinhos resolveriam meus problemas, quando não a vi mais. Voltei a olhar para os patinhos e vi que cada um tinha um número diferente. Do primeiro até o sexto, os números era: 09 - 18 - 27 - 36 - 45 - 54. Fiquei olhando aqueles números e pensando como poderiam me ajudar. Até que percebi o que eles diziam.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
A PROCISSÃO DOS NÚMEROS
Eu via alguns números, não em seqüência, que iam pelo espaço escuro. Os números eram amarelos. Eles iam vagando em fila, mas fazendo algumas curvas. Eu não estava no sonho. Só os via vagando e subindo. Nisto, aconteceu um barulho forte vindo da rua onde moro, que me acordou. Eu dormia no corredor de uma empresa que não sei qual era. Só que no momento que eu fui acordando, estes números voltaram em alta velocidade, como se estivessem entrando em eu cérebro.
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