OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : esgoto
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terça-feira, 15 de junho de 2010

A DESGARGA DE GENTE E OS CACHORROS FEIOS


Estava em um campo aberto. Havia um grande gramado. Neste campo, passava a minha frente, vários cachorros, de pequeno porte. Deveria ter uns cem cachorros. Eles caminhavam calmamente em uma única direção, parecendo que seguiam alguma coisa. Eles eram todos feios e de formatos muito estranho. Tinha em forma de salsicha, de bola, quadrado, em forma de ovo. Nisto vi um cachorro, que vinha abraçado com duas cachorrinhas. Ele andava nas patas traseiras e as duas dianteiras, ele estava colocando nas costas de cada cachorrinha. Sai dali, achando aquilo tudo muito estranho, quando cheguei em um vaso sanitário, que parecia uma banheira. Ele tinha mais ou menos um metro de comprimento, era rasinho e todo branco. Havia uma pessoa com as pernas enfiada na saída do vaso. Então eu dei descarga e esta pessoa foi descendo pelo esgoto do vaso. Voltei para ver o tais cachorros, mas não vi nenhum mais. Voltei ao vaso sanitário e a Nathálya estava dentro dele. Dei descarga novamente as pernas da Nathálya entraram na saída do vaso, mas o corpo dela não passava. Continuei dando descarga e pedi a Nathalya que mexesse as pernas, para que elas se quebrassem e se soltassem do corpo dela, ai ela passaria. Ela então começou a se mexer e logo em seguida desceu descarga adentro. Sai dali indo embora, procurando pelos cachorros que não vi mais.

sábado, 23 de maio de 2009

NAS PAREDES COM LUIZ ROBERTO

Estava num local, tipo uma construção, onde só havia as paredes, formando vários cômodos de 1 metro e meio por dois e meio, mais ou menos. Eles não eram muito fundos. Nisto vi o narrador esportivo da Rede Globo, Luiz Roberto, em cima de uma dessas paredes, olhando por cima de outra. Ele me disse que tinham esquecido um tatame ali. Disse a ele para pegá-lo então. Sai dali, dei a volta com dificuldade, para não cair da parede e quando voltei estava lá o Luiz Roberto e o Ricardo. Eu perguntei a ele se tinha pegado o tatame. Ele disse que sim e me mostrou ele. Vi que era apenas uma lona preta toda dobrada. Mas ele disse que precisava eliminar todo o conteúdo, para funcionar. Sai para eliminar este conteúdo. Desci desta parede e numa caixa, tirei um saco e joguei o conteúdo num buraco de esgoto. Mas ele disse que não tinha aberto ainda a tal passagem secreta. Então procurei pelo chão e achei um pedacinho do tamanho de um grão de feijão, de espuma. Apertei-a nos dedos e fui levá-la para ele, para que pudesse eliminá-la. Depois de sair pulando com dificuldades e com medo de cair das paredes, cheguei até ele com aquele pedacinho e espuma e disse que só podia ser aquele pedaço que faltava eliminar. Entreguei a ele e sentei numa espécie de caixote que tinha ali, que deveria ter um metro de altura por uns 3 de cumprimento e era bem fino, devia ter uma 30 centímetros. Quando sentei, ele começou a balançar e então deixei que ele caísse, pois assim ele taparia o buraco que havia entre as paredes. Quando ele caiu o Ricardo disse que aquilo era produto químico e que não podia balançar. Então o Ricardo me ajudou e colocamos a tal caixa, que era feita de ferro, de volta ao lugar. Mas ao fazer isto, apareceu debaixo dele um monte de papel picado e saiu uma barata de lá, voando. Logo depois foram saindo várias baratas e elas saiam voando velozmente. Eu não tinha como correr. Apenas esperei que fossem embora.