OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : escola
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terça-feira, 13 de novembro de 2018

A PROPOSTA


A PROPOSTA
Quando eu fiz onze anos, já me achava um homem feito e totalmente independente, que podia viajar sozinho por toda New Jersey ou até mesmo á New York. Não só viajar, mas também em condições de namorar. Eu estudava na Ann Street School. Mesma escola onde estava muita gente de vários países e raças. Escola assim sempre tem muitas, muitas mesmo, meninas pra todos os gostos. As meninas populares geralmente só se interessavam pelos populares. Bom, eu não era popular, mas também não era ignorado. As meninas da minha faixa de idade eram muito infantis, pareciam crianças ainda. 
Só se interessavam pelas amigas e nos ignoravam completamente. Dai o motivo pelo qual eu preferia as mais velhas que eu. Mais velha acho que seria um termo muito forte. Elas tinham dois ou três anos mais que eu. Mas isto fazia uma grande diferença, pois elas não pareciam ser tão crianças como as da minha idade. Eram mais altas, com o corpo mais bonito e o rosto idem, e estas sim, retribuíam, às vezes, o olhar e o interesse meu por alguma delas. Pelo menos eu achava que era isto.
Apesar de minha escola ter muitas meninas e bonitas, não era uma da escola que eu estava interessado. Eu estava gostando mesmo era de uma menina que morava a uma quadra de nossa casa. Para mim ela era perfeita. O cabelo loiro, olhos verdes, um corpo perfeito e o rosto que eu não cansaria de admirar nunca.
Sempre gostei de vê-la passar por nossa casa quando ia até a casa de uma amiga dela que morava duas quadras depois da nossa, em direção oposta. Sempre quis falar com ela, mas me achava muito pequeno para isto, visto ela ser mais velha que eu, mas tudo mudou quando fiz onze anos.
Com onze anos, já me achando um homem totalmente capaz e responsável por meus atos. Decidi que iria pedi-la em namoro.
Não queria mais perder tempo. Precisava construir minha vida, planejar meu futuro, e ela, pelo menos para mim, fazia parte do meu futuro. Precisava dar inicio a esta nova fase de minha vida e para começar, claro, precisava pedi-la em namoro. E foi o que fiz.
Esperei a primeira oportunidade, quando ela passou por minha casa, para puxar conversa. Ela agradavelmente e muito educada parou e começou a conversar comigo. Disse que nunca tinha reparado que meus olhos eram verdes, que sempre me via brincado por ali mais nunca tinha prestado atenção.
Dizer que me via brincando não me caiu muito bem. Então, para consertar, disse que deveria ter sido a muito tempo porque eu não brincava mais na porta de casa. Ela sorriu e disse que já estaria indo porque a amiga estava esperando. Foi ai que criei toda a coragem e perguntei se ela estaria interessada em namorar comigo.
Ela sorriu e educadamente disse que não pensava nisto por enquanto, porque era nova e primeiro queria se formar. Disse que lamentava, mas quem sabe um dia, talvez, isto poderia acontecer naturalmente. Disse que gostou muito de saber que eu gostava dela, que eu a achava bonita. Sorriu, passou a mão em meu rosto e disse thyal.
Eh, mas não aconteceu. A família dela se mudou dali e nunca mais a vi. 
Mas também, eu nem queria mesmo. Ela nem era meu tipo.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

OBSERVANDO A IRMÃ DULCE


--> Estava num local que parecia uma escola pública. Mas funcionava ali um hospital. estava juntamente com uma outra pessoa, sentado em um banco que havia no final do corredor bem junto a entrada do pátio desta escola. Eu ia visitar alguém. Quando vi o Ricardo saindo e caminhando por aquele pátio, eu e esta outra pessoa fomos fazer a visita. Atravessamos o pátio e entramos no que seria o quarto onde a gente ia fazer a visita, mas era como uma sala de aula. Entramos e saímos no mesmo instante. Nem vi quem estava ali. voltamos para onde a gente estava e vi o Ricardo voltando. Imaginei que ele pudesse achar rui o fato da gente nem ter esperado ele voltar e já ter saído. Fui por aquele corredor até onde seria a recepção. Ali tinha uma mulher com uma criança de colo e duas outras crianças que deveriam ter cinco e oito anos aproximadamente. O rapaz da recepção disse que só ela podia entrar, pois não era permitido entrada de crianças. Deu a ela um crachá. Mas ela disse que não tinha com quem deixar as crianças. O rapaz disse que não existia crachá para crianças. Depois ele disse que elas podiam entrar, mas disse que se a irmã Dulce aparecesse no quarto onde eles estivesse para fazer a coleta, era para ela fingir com estava com dor no pé. Então este rapaz segurou o pé dele e começou a gritar como se estivesse doendo. Ele fazia aquilo para a tal mulher saber como deveria fazer. Então ele disse que fazendo aquilo a irmã Dulce saberia que voce tinha ido ali fazer fisioterapia, e neste caso poderia entrar com os filhos. A fisioterapeuta era a própria irmã Dulce, mas ela não tinha hora certa para fazer isto, então os pacientes tinham que ficar esperando. Então a tal mulher fui com os filhos em direção aquele pátio onde após atravessá-lo tinha os quartos com os acamados. Nisto ouvi alguém resmungando. Olhei e vi que havia um quarto ao lado desta recepção. estava com a porta aberta. Então vi a Irmã Dulce tentando sentar em uma cama. Ela estava muito velha. Uma mulher tentava ajudá-la, mas ela não queria ser ajudada. Ela dizia algumas palavras que eu não entendia. Ou era porque ela estava velha demais ou dizia em outra língua. mas ela dizia olhando para mim, que a observava. Depois imaginei que ela estivesse era mesmo me chingando. Fiquei pensando então que deveria ter feito alguma coisa que não devia,

terça-feira, 22 de novembro de 2011

ESCOLA NO MEIO DA RUA


Vinha correndo pela Rua Mato Grosso. Estava anoitecendo. Corria não sei bem de que. Cheguei num local onde estava fazendo os escoramentos para uma nova marquise, visto que a que esta ali, estava toda quebrada. Correndo, tinha que passar por cima do escoramento que faziam. Fui passando rapidamente, evitando cair. Vi algumas pessoas sentada na beira do passeio, lendo livros. Continuei passando pela armação de madeira, até que cheguei à árvore que tinha ali. Pulei no galho da árvore e fui descendo pela árvore, de volta a rua. Continuei correndo, até que cheguei no local da Rua Mato Grosso, onde há uma escola bem no meio da rua, contornei esta escola e continuei correndo pela Rua Mato grosso, do outro lado.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

PERSEGUIDO PELA VACA


Estava no que seria uma pequenacidade. Ele atinha duas ruas paralelas, compridas. Sendo que uma ficava no altodo morro, que era todo plano em cima. A outra ficava no pé do marro. Elasficavam distantes uns 50 metros. As duas eram totalmente planas, sendo que umaficava em cima do morro, a outra abaixo, uns 20 metros de declive. Entre estas duasruas, havia várias outras as interligando. Estas ruas que interligava as duasficavam próximas umas das outras. Deveria ter uns 10 metros de distancia uma daoutra. Estava na rua de cima do morro, juntamente com algumas pessoas ali.Estava escurecendo. Na rua de baixo havia uma vaca que estava atacando aspessoas. Elas corriam para dentro do que seria uma escola, que tinha na rua debaixo. Nisto, esta vaca me viu na rua de cima e saiu em disparada para mepegar. Ela subiu por uma rua e eu desci por outra. Mas a vaca me viu, porquenão havia casas nem construções ali. Apenas aquela escola na rua de baixo. Masninguém, nem mesmo a vaca, passava em cima do terreno que havia entre as ruas.Todos sempre passavam pelas ruas. A vaca voltou para me cercar do outro lado.Voltei também. Depois ela saiu em disparada para me pegar, desci a rua correndoe foi à conta de eu entrar no portão da escola e fechá-lo, para a vaca batercom o chifre nele. Estando ali protegido, vi a vaca correndo atrás das outraspessoas que ainda não tinha conseguido entrar na escola.

sábado, 5 de junho de 2010

DE VOLTA AO SEGUNDO GRAU


Estava dentro de uma sala de aula. Estava na escola Joaquim Nabuco, que fica ali na Avenida primeiro de junho. A sala estava cheia. Só que a maioria das pessoas, falavam ao mesmo tempo. Alguém me perguntou, porque eu estava fazendo o segundo grau, se eu já tinha feito faculdade nos Estados Unidos. Disse que o ensino superior de lá, não valia no Brazil, e por isto tinha que estudar tudo novamente. Levantei da carteira, e sai da escola. Estava escurecendo. Fui indo pela Avenida Primeiro de Junho, em direção a Rua Goiás. No sinal da Rua São Paulo, os carros estavam parados, esperando o mesmo abrir. Só que havia carros em cima do passeio também, esperando o sinal abrir. Fui passando entre os carros e o canto do passeio. Quando fui passar por um ônibus, este deslizou em minha direção, me espremendo na parede. Cai no chão, rapidamente, para não ser esmagado. Fiquei no chão, mas o ônibus estava tão baixo, que ficou prendendo minha perna, bem encostado na roda. Olhei bem, e vi que estava atrás da roda, e assim quando o ônibus saísse, ele não passaria em cima dela. Fui fazendo muita força, até que me consegui soltar e sai dali.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

O ATAQUE DAS EMPILHADEIRAS


Estava trabalhando num local, que não sei bem o que era. Estava eu e o Gueds. Nisto fomos chamados a um local onde estava o filho do Nênei trabalhando. Ele pediu para eu e o Gueds ajudar a ele no serviço que ele fazia. Eu então disse a ele que eu trabalhava era com meio ambiente e só media a qualidade do ar, que aquele serviço eu não fazia. Eu perguntei a ele se não tinha visto meu uniforme onde estava escrito meio ambiente. Depois disto, eu e o Gueds saímos dali. Fomos até uma caixa d’água de cimento, que deveria ter uns dois metros quadrados por um metro de altura, que estava ali no chão e estava cheia de água. Nisto e Gueds deitou dentro desta caixa de d’água, porém, ele não afundava nem se molhava. Ali era como se fosse nosso cômodo de colocar nossas ferramentas de trabalho. Eu então resolvi me deitar no chão ali ao lado desta caixa d’água. Nisto, tinha quatro empilhadeiras que estavam um pouco adiante, que ligara sozinhas e vieram em minha direção. Elas estavam com as lanças levantadas e três delas atingiram o telhado do cômodo que tinha ao lado e saíram empurrando as telhas até pararem. A outra veio na minha direção e abaixou a lança, em cima da minha perna, me impedindo de sair dali. Nisto o Gueds apareceu e perguntou o que estava acontecendo. Eu disse que eu fui preso pela empilhadeira. Havia ali um local que parecia pasto. Havia seis vacas pastando ali perto, Nisto eu disse que tinha comprado três daquelas vacas, para uma pessoa que estava ali comigo. Apareceu outra pessoa e disse que me venderia as outras três pelo mesmo preço que eu tinha comprado. Então eu disse que no outro dia iria arrumar os mil e quinhentos reais, para pagar as seis vacas. Sai dali em direção da casa da minha mãe. Quando fui chegando perto da casa dela, vi que tinha uma fila de pessoas na casa da minha tia Gloria, que é vizinha da minha mãe. No passeio de fora da casa da minha mãe, tinha algumas pessoas sentadas, tipo quando terminam de almoçar e ficam fazendo a sexta. Ao entrar no portão da casa da minha mãe, vi que no jardim estava cheio de pessoas sentadas por todos os lados. Eu entrei, desviando das pessoas e fui para dentro da casa. Lá, encontrei o Vitinho e o Nênei e disse a eles que a gente tinha que passar uma mensagem pelo celular, para dizer que não a gente não ia de uniforme para a escola.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

NA SALA DE AULA

Eu estava num local, parecido com uma sala de aula de uma escola. A Nathalia me pediu para ir buscar algo para ela, que não sei o que era. Ela disse que era para entregar a uma mulher que queria casar comigo. Mas eu só ia conhecer esta mulher se eu buscasse o que ela queria.
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