OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : escadas
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domingo, 4 de novembro de 2012

SANDUICHE OU TORTA

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Estava em um cômodo que ficava no subsolo. havia uma escada de saída que era de um metro de largura mais ou menos e no sentido vai e vem. No centro deste cômodo havia uma mesa onde tinha um sanduíche gigante. Este sanduíche era feito de pão de sal que deveria ter um metro de comprimento e uns 30 centímetros de largura. Só estava ali a metade deste pão de sal que foi partido no sentido de comprimento. Em cima desta metade havia um recheio que era feito de queijo e presunto. Eu dizia que aquilo era pizza pão. Mas a pessoa que estava comigo dizia que era uma torta. Eu não gostava de torta e por isto não queria comer o sanduíche. Fomos subindo esta escada onde ela passava na porta de outro cômodo que ficava um pouco acima porém na lateral deste. Havia uma pessoa lá dentro dormindo no chão. Ao passarmos por este cômodo, esta pessoa levantou, desceu as escadas correndo e foi pegar a torta que estava no cômodo de baixo. A pessoa que estava comigo perguntou se eu não iria lá impedir de ele comer a torta. Disse que não, pois eu não gostava de torta mesmo. Continuamos a subir quando passamos por um terceiro cômodo e tinha uma pessoa perto da porta. quando passamos, ele queria saber para onde a gente ia. Disse que ia embora.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

ATRAVESSANDO A PONTE


Estava indo para o que seria minha casa. Tinha acabado de chover. A enxurrada na sarjeta era grande. Atravessava a rua com dificuldades devido a enxurrada. Cheguei na cabeceira de uma ponte, onde a água já estava subindo. Havia uma escada para acessar a ponte. Carregava uma sacola de compras na mão. Quando fui subindo a escada, vi que estava terminando de subir esta escada, uma moça. Fui subindo com dificuldades, pois segurava a sacola. Quando chegava à ponte, vi que o Gonçalo vinha subindo a escada também. A tal moça parecia meio apavorada com a gente. Então comecei a conversar com o Gonçalo, para ela saber que a gente não estava nem ai para ela. Falei para o Gonçalo, visto que ele era vereador, para arrumar o acesso aquela ponte. A moça vendo que o Gonçalo era vereador começou a reclamar com ele das dificuldades de se passar naquela ponte. Deixei os dois conversando e fui embora.

domingo, 22 de janeiro de 2012

NAS ESCADARIAS DO PRÉDIO


Estava do lado de fora de um edifício. Seria o edifício onde eu moro. Fui entrar neste prédio, mas acabei por tentar entrar em outra portaria, onde o vidro era fumê. Então percebi que estava no edifício errado, porque a porta de entrada do edifício onde eu moro era tipo a de bar. Abre para s dois lados. Entrei por esta porta e logo ali9 havia um salão não muito grande. Bem de frente a portaria, do outro lado do salão, estava às escadas que levavam aos apartamentos. Estas escadas eram duas. Uma de frente para outra. Elas subiam no sentido contrário uma da outra e na metade da chegada para o primeiro andar, elas mudavam o sentido e iam de encontro uma da outra. Era assim em toda a frente daquele prédio. As escadas ficavam do lado de fora, mas dentro da portaria. Podia-se ver toda a escada. Para o segundo andar era do mesmo jeito e assim sucessivamente. Fui subindo por esta escada, quando vi que vinham descendo duas mulheres que estavam falando que queriam me encontrar, para acertar as contas comigo. Elas pareciam bravas. Corri e fui subindo pela outra escada, para não me encontrar com elas. Elas desceram e foram para fora do edifício. Eu continuei subindo e tentando en-tender o porque elas estava bravas comigo

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

INEVITÁVEL


Estava subindo para o apartamento onde moro, pelas escadas. As escadas do prédio eram aquelas tipo “vai e vem”. Nas escadas, não tinha corrimão. Quanto mais eu subia e olhava pelas laterais da escada, para baixo, mais imaginava eu caindo e como eu chegaria lá em baixo, todo quebrado. Quando cheguei ao final da escada, para acessar meu apartamento, tinha que subir em uma viga que deveria ter uns 50 centímetros de largura. Fiquei tentando subir, mas não conseguia e neste instante, quase cai pelo vão das escadas, uma vez que não havia corrimão para proteção. Fiquei assustado e quando olhei para um canto, me vi sentando e respirando com dificuldades. Ao me ver, dei um grito muito forte. Só que o outro “eu, que estava ali, também gritou junto comigo. Virei para outro lado, imaginando ser apenas uma ilusão minha. Quando olhei novamente, lá estava eu com muita dificuldade para respirar. Gritei novamente, assustado por me ver ali sentado. O outro “eu” gritou também. Então entendi que eu estava assistindo minha própria morte. Comecei a gritar de novo. Sempre quando eu gritava, o outro “eu” gritava também. Parei de gritar e fiquei me olhando. Pude ver eu com muitas dificuldades de respirar, até que assisti a mim mesmo, morrendo. Então, este outro eu que estava sentado respirando com dificuldades, parou de respirar, a cabeça caiu para frente e morreu. Ai que gritei muito, mas o outro “eu” já não gritava e nem se mexia mais.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

A ESCADA DA PRAIA E A FLORESTA


Estava indo por uma rua, em direção ao que seria minha casa. Quando cheguei num certo local, a rua estava interditada. Então decidi ir por uma rua lateral. Só que esta rua lateral, era bem estreita, deveria ter uns dois metros de largura. Ele tinha casa de um só lado e não cruzava com outra rua do lado direito, só do esquerdo. Indo por ela, cheguei numa esquina onde havia um prédio que deveria ter uns 10 andares. Esta rua terminava ali. Para continuar, agente tinha que descer uma ribanceira que era bem íngreme. Em frente a este prédio tinha uma mulher. Quando passava por este prédio, uma moça, que deveria ter uns 15 anos, saiu lá de dentro e veio falar comigo. Era a filha desta mulher que estava em frente ao prédio. A tal moça, pediu para eu trazer minha filha até o apartamento dela ali, para as duas conversarem e serem amigas. Disse que levaria sim. e fui indo para o que seria minha casa, descendo aquela ribanceira, onde já havia um caminho por onde as pessoas descia por ali. Fiquei imaginando que se eu caísse ali, iria rolando até lá em baixo e chegaria lá todo quebrado. Mas fui até me baixo sem problemas. Quando cheguei lá em baixo, vi uma escada que levava até o tal prédio daquela moça. Mas ela era usada só pelos moradores daquele edifício, pois ela ia dali até dentro da portaria do prédio. Perto da escada, já vi aquela moça, que tinha descido pela escada e chegado lá em baixo antes de mim, que tive que descer aquela ribanceira com todas as dificuldades. Fiquei pensando por ela não me chamou para descer pela s escadas. Ela então me perguntou se era possível conter o estrago que as ondas do mar estavam fazendo ali. Pois a escada já estava sendo destruída pelas ondas, que cada vez\ mais ia destruído as margens. Olhei e vi que tinha um mar ali mesmo. As ondas estavam batendo nas escadas e já destruía a estrutura dela. Disse que era possível sim, bastava fazer um paredão de concreto para impedir que as ondas batessem na escada. Nisto chegou um homem dizendo que o mar sempre ia avançando terra adentro e que não adiantava fazer nada. Eu concordei com ele, dizendo que na cidade de Nova Viçosa, na Bahia, havia destruído tudo, inclusive as casas que tinha a beira mar. E hoje o mar tinha encoberto tudo. Contei que na praia dos pescadores lá, o rio tinha sido tomado pelo mar, mas corria assim mesmo, dentro do mar. E que as pessoas ficavam nas casas, até elas caírem, pois não queriam ir embora. Contei que quando caíram várias casas ao mesmo tempo, nós vimos uma mulher sendo levada por este rio que corria na praia, juntamente com os móveis da casa dela. Ela pedia socorro, mas não podemos fazer nada, pois já estávamos salvando as outras pessoas. Depois sai dali e fui para o que seria minha casa, que ficava ali perto. Cheguei à minha casa, ao entrar no portão, vi o que seria o meu filho, que deveria ter uns 2 anos. Peguei-o no colo, mas ele reclamou, dizendo que queria ficar no chão. Perguntei se ele preferia o chão que o colo do pai. Ele disse que preferia o chão. Coloquei-o no chão e vi o que seria minha filha. Ela deveria ter uns 10 anos. Então disse a ela que a moça do prédio, queria que ela fosse lá, para as duas serem amigas. Ela então disse que não queria ser amiga daquela moça. Deixei meus filhos ali e fui para dentro da casa. Da minha casa, eu não via o mar que existia ali. Via uma floresta. O mar só se via daquela escada de acesso ao prédio. Mesmo minha casa, ficando apenas uns 10 metros da escada.

domingo, 23 de agosto de 2009

CARREGANDO MUITAS COISAS

Estava num corredor aberto, em cima de um edifício. Estava carregando muitas coisas. Carregava uma criança pendurada, carregava varias coisas penduradas no ombro, presa a cintura e nas duas mãos. Tinha que subir uma pequena escada, que fiz com dificuldades. Depois tive que descer outra e quase não conseguia, porque tinha uma espécie de tanque com água. Eu temia cair nesta água, ou deixar a criança ou mesmo alguma coisa cair lá dentro. Mas com dificuldades consegui descer a escada sem cair no tal tanque. Mas havia ali algumas pessoas, que estavam pulando dentro deste tanque. Não entendi o motivo pelo qual faziam isto.