OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : dirigindo o carro
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quarta-feira, 23 de maio de 2018

EU E A NATHÁLIA DIRIGINDO CARRO COMO EM UM RALLY




EU E A NATHÁLIA DIRIGINDO CARRO COMO EM UM RALLY 
Estava com a Nathália em um carro grande, vermelho e novinho. A Nathália tinha acabado de tirar ele da concessionária. Fui com ela até a faculdade onde ela tinha se formado para buscar um documento. Quando ela entrou nas ruas de dentro da faculdade, acelerou o carro e saiu dirigindo por aquelas estreitas ruas em alta velocidade. Para virar nas ruas ela derrapava para ele girar no sentido que ela queria ir e continuava acelerando. Eu disse à ela - Calma, você vai bater o carro - Ela respondeu - Relaxa Daddy, sei o que estou fazendo -  Depois ela entrou em um estacionamento onde havia carros estacionado dos dois lados da via e a passagem para os carros que entravam ali era bem próxima dos carros estacionados. Ainda assim ela continuou dirigindo acelerando e derrapando o carro para fazer as curvas, isso entre os carros estacionados. Eu disse a ela - Você sabe que vai bater esse carro né? - Ela respondeu - Se bater eu te falo - No final deste estacionamento dentro da faculdade era uma rua reta. Ela dirigiu por essa rua e parou o carro em baixo de uma grande árvore frondosa. Desceu do carro e foi buscar o documento. Eu fiquei dentro do carro esperando por ela. Quando ela voltou eu disse que ela tinha que seguir em frente e sair pelo outro lado, pois não podia voltar por onde veio porque era contra mão. Ela então disse que ia sair de marcha a ré. Eu perguntei a ela _ Você esta tendo um AVC por acaso? - No que ela respondeu - Se eu não consegui eh porque não sou uma boa motorista. 
Ligou o carro, acelerou e saiu dirigindo na velocidade máxima que dava para ir de marcha a ré. Eu fiquei só dizendo - Vai bater, não tem como fazer isso - O carro passava muito próximo dos carros estacionados e para virar ela fazia com que o carro derrapasse e continuava de marcha a ré. Na saída do estacionamento, o portão era quase que a conta de passar o carro e ela passou dirigindo sem pisar no frei ou diminuir a velocidade. um dos retrovisores passou a centímetros de bater neste portão. Saindo para fora do estacionamento, a Nathália engatou a primeira marcha e já saiu dirigindo em alta velocidade novamente. Olhou para mim, piscou e disse - Se você quiser Daddy, eu te ensino. Eu só respondi - Ta bom, eu mereço - 

domingo, 26 de outubro de 2014

NA ARENA DOS GLADIADORES






Estava dirigindo o carro por uma rodovia onde tinha muitos altos e baixos.
Num certo momento quando acabei de subir o morro dei direto em uma bifurcação em Y. A da direita subia novamente um morro e a da esquerda descia. Fui pela da esquerda e percebi que tinha ido na direção errada. Estava fazendo uma viagem muito longa e eu levaria alguns dias para chegar, e errar o caminho iria só demorar mais ainda. O Chiquinho estava comigo. Nisto vi algumas pessoas ali e percebi que estava em uma espécie de arena como as do época da Roma antiga onde lutavam os gladiadores.
Havia vários carros estacionados em vários locais espalhados por ali. Parei o carro entre dois outros e sai andando procurando onde seria a saída daquele local. Não conseguia falar com ninguém para pedir informação, parecia que as pessoas não me viam naquele local. Voltei para pegar o carro e não o encontrei lá. Fui andando procurando por ele quando vi o Chiquinho sentado em uma das escadarias daquela arena. Perguntei a ele sobre o carro e ele disse que o tinha colocado em outro local. Perguntei onde seria, mas ele não dizia. Reclamei dizendo que tinha uma viagem longa pra fazer e não podia demorar. Mas ele dizia que não iria embora tão cedo daquele local. Continuei andando procurando o carro, mas não o encontrava de jeito nenhum
Nisto cheguei em um local onde havia uma aglomeração de pessoas. Fui olhar o que era e vi uma mulher saindo de casa com o Fernando, que tinha uns dois anos e estava todo agasalhado como se estivesse muito frio. O Fernando sentou em um carrinho de puxar, para que esta mulher o levasse. Mas a tal mulher o deixou ali e veio até uma máquina que estava próxima da gente. Esta máquina tinha mãos robóticas. Esta mulher começou a usar esta maquina, fazendo que que as mãos robóticas pegasse uma pequena seringa com agulha e aplicasse uma injeção em uma criança que estava ali sentada. Depois ela saiu e foi embora. Eu fui tentar encontrar o carro para poder seguir viagem.