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sábado, 16 de maio de 2009
CORRENDO PELA ESTRADA
Vinha por um caminho no meio de um descampado. Estava anoitecendo. Este caminho passava num lamaçal. Quando fui atravessar o lamaçal, vi que tinha alguém me seguindo. Então corri e atravesse este lamaçal e do outro lado tinha alguém que também queria me pegar. Sai correndo por este caminho e as duas pessoas correndo atrás de mim. Foi ficando muito escuro e eu já não conseguia ver nada.
sábado, 27 de dezembro de 2008
NO CARRO COM A ATRIZ CLÁUDIA ABREU
Estava num local, que seria uma praça, sem planta alguma. Ficava numa cidade que desconheço qual seja. Nisto chegou a atriz da rede Globo, Cláudia Abreu, que estava num carro e dentro deste estava uma criança que seria seu filho. Eu entrei neste carro e ela saiu dirigindo muito rápido. Ela dizia para o filho que ali seria a melhor cidade para eles morarem. Eu então disse que aquela cidade, que seria a cidade de Cláudio, foi considerada a mais bonita do mundo. E mostrei os enormes paredões de pedra que cercava toda a cidade. Eles eram muito altos. Nisto eu disse para a Cláudia Abreu que eu não morava para o lado que ela estava indo e que só estava dentro do carro, para passear mesmo. Nisto ele virou na esquina na mesma velocidade que vinha e não pisava no freio de jeito nenhum. Foi me levando de volta. Eu olhei para trás e vi as marcas do zig-zag que ela fazia com o carro. Ela então me perguntou onde eu morava. Eu disse que era ali mesmo, onde eu tinha entrado no carro dela. onde havia aquele grande galpão e um descampado muito grande. Havia muitas pessoas dentro do galpão e inúmeras outras, fora dele, neste descampado. Eu estava na entrada deste galpão. Onde eu olhava as pessoas dentro e fora dele. Nisto as pessoas de fora começaram a dançar e falaram para eu dançar também. Eu disse que não sabia, mas com o ritmo da musica comecei a dançar dentro do galpão. As pessoas de dentro do galpão ficavam rindo de mim. Nisto as pessoas de fora foram trazendo umas grandes bacias, cheias de sanduíches. Então todos se reunirão lá fora, para irmos comer os sanduíches.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2007
NO FUNDO DO ABISMO
ESTAVA INDO DE CARRO, COM UMA PESSOA, QUE ERA MEU SÓCIO NUM NEGOCIO, QUE NÃO SEI QUAL ERA. ELE QUEM DIRIGIA O CARRO. PASSAMOS AO LADO DE UM ABISMO BEM PROFUNDO. NISTO ELE COMEÇOU A DESCER PARA ESTE ABISMO, POR UMA ESTRADA DE TERRA, EM ESPIRAL. EU ASSUSTEI, POIS ACHEI QUE ELE IRIA BATER NUMA PEDRA QUE TINHA NA BEIRA DA ESTRADA. ENTÃO ELE COMEÇOU A RIR. QUANDO CHEGAMOS LÁ EM BAIXO, EU OLHEI PARA CIMA, E VI ALGUMAS PESSOAS SENTADAS NA BEIRA DO ABISMO, LÁ EM CIMA. ENTÃO ELE CONTINUOU COM O CARRO. LÁ EM BAIXO NÃO TINHA PLANTAS, SOMENTE TERRA BATIDA, TIPO UM DESERTO FEITO DE TERRA VERMELHA. CHEGAMOS NUMA CASA QUE TINHA LÁ NO MEIO DESTE DESCAMPADO. CHEGAMOS E SENTAMOS NUMA MESA TIPO MESA DE BAR. ENTÃO ESTE HOMEM FALOU COMIGO QUE ESTAVA MUITO DIFICIL CONTINUAR COM A EMPRESA, PELO FATO DE TER DE VIR ATE ALI TÃO LONGE. EU ENTÃO DISSE A ELE QUE NA NOSSA CIDADE TINHA UM LOCAL QUE VENDIA AS MESMAS COISAS QUE ÍAMOS BUSCAR ALI NO FUNDO DAQUELE ABISMO. EU SEI QUE A GENTE IA ALI BUSCAR O MATERIAL SEMPRE, EU SÓ NÃO SABIA QUE MATERIAL ERA ESTE. NISTO CHEGOU UM HOMEM SORRINDO E NOS SERVIU ALGO PARA COMERMOS QUE NÃO SEI BEM O QUE ERA, ENTÃO FICAMOS CONVERSANDO ALI. EU NÃO SABIA QUEM ERA O HOMEM QUE ERA MEU SÓCIO.
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