Estava dentro de um ônibus. Este ônibus andava por umas ruas estreitas, cheia de curvas. Eu esperava este ônibus, atravessar uma ponte e ir até o local onde eu iria descer. Mas o ônibus nunca atravessava esta ponte. Depois de ficar andando muito tempo dentro o ônibus, ele parou. O motorista foi conversar com uma mulher que estava sentada lá na frente, perto dele. Eu estava sentado atrás. Então fui falar com o motorista. Falei que estava ali dentro do ônibus, querendo ir para o outro lado da ponte. Disse que estava ali desde as 10 horas, e já era meio dia. O motorista se assustou e disse se ninguém tinha me levado até La. Disse que não, pois ainda estava ali dentro do ônibus. Então ele saiu novamente com o ônibus e foi me levar do outro lado da ponte. Chegando onde eu queria, desci do ônibus e fui até o que seria uma loja. Entrei nesta loja, mas me deu vontade de ir ao banheiro. Sabia que ao lado da loja tinha um banheiro cuja porta ficava para o passeio da rua. Fui até ele, vi que a porta estava meio encostada, mas não fechada. Entrei assim mesmo e lá dentro estava o Grilo e outra pessoa. Disse que queria usar o banheiro. O Grilo então disse que tinha acabado de colocar o vaso e estavam mesmo querendo alguém para testá-lo. O vaso estava meio de lado e muito baixo em relação aos que são colocados normalmente. Pedi a ele que fechasse a porta, pois eu iria usar o vaso. Ele perguntou se eu não importava de usar com a porta aberta. Disse que não. Tirei a roupa toda, sentei no vaso meio de lado, olhando pela porta, vendo as pessoas que passavam no passeio. Falei para o grilo que era muito difícil usar o vaso daquele jeito, pois a gente ficava escorregando dele. Então dei descarga e saiu água pra todo lado. Disse ao Grilo que o serviço tinha que ser feito novamente. Vesti minha roupa e fui indo embora.
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sábado, 5 de março de 2011
domingo, 7 de outubro de 2007
PERDENDO O ONIBUS INDO SOLTAR PAPAGAIOS
Estava dentro de um ônibus em Itauna. Estava sentado ao lado de duas mulheres. Eu estava com muito sono e ficava tentando manter os olhos abertos e quase não conseguia. Nisto vi que o motorista, ao invés de usar a rua, passou por um terreno, para chegar à outra rua. Eu então perguntei o que estava acontecendo e porque ele tinha feito aquilo. A mulher do meu lado disse que na esquina tinha problemas. Nisto o ônibus parou e as duas mulheres desceram. Eu desci atrás delas. Uma das mulheres entrou numa casinha, parecendo uma guarita, que ficava a uma altura de 2 metros mais ou menos e tinha uma escada para chegar lá. A outra sentou nesta escada e eu também sentei. Ela então me falou que não era para eu ter descido do ônibus, porque elas foram ali só para pegar um documento. Eu disse que ia esperar as duas. Quando a outra mulher saiu desta guarita, fomos até o ônibus, mas ele já tinha ido embora. Então esta mulher que estava do meu lado, de repente era a Rita. Ela me falou que ia me levar ate a rodoviária para eu pegar outro ônibus. Mas a Rita não sabia onde era a rodoviária. Saímos perguntando as pessoas, mas elas também não sabiam onde ficava. Andamos um pouco e a Rita então me mostrou a rodoviária logo à frente. Chegando lá, o motorista não deixou eu entrar no ônibus, dizendo que aquele não era o ônibus em que eu estava antes. Fui andando por uma rua, acho que onde minha mãe mora. Fui soltar papagaio. Quando o papagaio começou a subir, ele rodou muito e caiu. Eu tentei novamente e o vento forte o fez subir. Eu fui dando linha no tomador. Havia dois homens perto de mim, me olhando soltar papagaio e estavam falando algo a respeito, que eu não entendia o que era. Nisto o papagaio começou a rodopiar lá no alto. Eu então tomei a linha rapidamente, com receio de o papagaio embaraçar em alguma árvore ou fio da Cemig.
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