OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : de sunga
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

DE SUNGA E MOCHILA NAS COSTAS

Estava indo por um local que era parecido com um cais de porto. Andava por esta espécie de passeio, bem na beirada, vendo a água ao lado a uns 2 metros abaixo. Havia degraus neste passeio por volta de cinco. Subia estes degraus e descia logo em seguida. Eu subia e descia, subia e descia. Nisto fui aproximando de três pessoas que iam por ali também. Um homem, uma mulher e uma criança. Eu carregava no obro uma mochila. Carregava esta mochila do jeito que carrego sempre, colocada em apenas um ombro. Fui passando por estas três pessoas, quando subia uns destes degraus. Usava uma camisa de malha e quando fui passar por eles, percebi que estava de sunga. Fiquei sem jeito por estar só de sugas. Quando fui passar por eles, o tal homem veio conversar comigo. Saímos conversando indo à frente da mulher e da criança. Ele dizia que me conhecia, conhecia meus pais e todos os meus irmãos. Perguntou se eu não me lembrava dele. Disse que não, nunca tinha visto ele antes. Parei e disse a ele que era melhor eu colocar uma calça. Tirei uma calça jeans branca da minha mochila e vesti a calça. Saímos conversando e ele disse que era meu pai. Disse que era impossível, pois meu pai estava lá em casa. Ele disse que aquele era meu tio.

ESTE POST FAZ PARTE DO SITE: "OS SONHOS QUE SONHEI"

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

NA SAIDA DA PONTE


Estava no que seria minha casa. Estava anoitecendo. Esta casa ficava na saída da ponte que liga o centro ao bairro porto velho. Ficava no lado do porto velho. Estava do lado de fora, segurando uma lamparina, visto ter acabado a energia. Então fiquei pensando que podia ter deixado a porta dos fundos aberta e que alguém poderia entrar lá. Fui fechar a tal porta. Fiquei com medo de encontrar alguém lá dentro. A casa era estreita, mas era muito comprida. Então decidi não olhar se as janelas estavam mesmo fechadas, com medo de ter alguém ali. Sai lá fora novamente e começou a chover. Nisto várias mulheres, tiraram a roupa, ficando de biquíni. Vários homens fizeram o mesmo, ficando somente de sunga. Estas pessoas então, debaixo daquela chuva, se atiraram no chão, na ponte, fazendo um protesto, contar não sei o que. Elas ficaram ali, deitadas de bruço, impedindo que qualquer carro viesse a passar. Nisto minha lanterna apagou, não conseguia ver mais nada, apenas ouvia o alvoroço das pessoas em seus protestos na saída da ponte.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

CORRENDO DE SUNGA A NOITE

Estava numa rua, onde a Iara estava sentada no chão e ficando cada vez mais redonda, de gorda. Eu olhei e vi que ela estava colocando pedaços de frango (peito, coxa, sobre e etc.) dentro da roupa. Eram muitos pedaços. Ela já estava parecendo alguém que tinha uns 200 quilos. Nisto ela me chamou para ir ao outro lado da rua, para tirar os pedaços de frango que havia colocado. Eu disse que não iria de jeito nenhum. Fui descendo a rua da casa do Sr. Ary, ali perto da casa dele. Era noite, e eu estava só de sunga, e vinha correndo. Eu passei por um homem e gritei que eu não iria parar. Ele então disse que não iria adiantar, porque não tinha energia na rua. Eu continuei gritando que não pararia, passei pelo segundinho e entrei na casa do Sr. Ary.
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domingo, 14 de dezembro de 2008

CASAMENTO



Estava numa casa de campo. Havia algumas pessoas lá que não sei quem eram. Eu saí da casa, usando uma sunga, dizendo que ia nadar no riacho que passava ali perto. Só que era noite e quando eu saí, quase não vi nada. Mas continuei assim mesmo. Depois de andar um pouco, eu cheguei numa casa. Quando entrei, vi que era a casa de onde eu tinha saído. Só que eu já estava vestido com terno e gravata. Alguém chegou e disse que já estávamos atrasados para o casamento.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

NA PRAIA DE NOVA VIÇOSA


Estava numa praia, acho que era em Nova Viçosa, na Bahia. Eu caminhava na praia. Usava uma sunga verde. Não via ninguém na praia. Depois que andei um pouco, vi um grupo de pessoas sentadas na beira d’água, olhando o horizonte. Eu passei por elas, mas não reconheci nenhuma. Elas também nem olharem para mim. Continuavam olhando o horizonte. Eu olhei, para ver o que tanto olhavam, mas nada via além de céu e mar.