Estava num local, onde estavam construindo um edifício. Este edifício tinha uma parte grande, que estava sendo feita de armação de tubos de ferro. Deveria ter uns 10 x 10 metros. Já estava numa altura que deveria ter uns 30 metros. Encostado nesta armação de tubos, a outra parte do prédio, estava sendo construída, só que de concreto armado. Mas esta, estava um pouco mais baixa, deveria ter uns 20 metros de altura somente. Eu estava bem no encontro desta parte da armação de ferro com a de concreto. Só que estava pendurada nas afirmações. Havia uma mulher também ali, só que na parte de concreto. A armação de ferro balançava muito, chegando a ficar até uma distância considerável da armação de concreto. Eu culpei a tal mulher, pelo edifício estar balançando, dizendo que ela ficava pensando que ia cair, e isto fazia o edifício balançar. Sai dali, andando naquelas armações, como se estivesse subindo num andaime. Cheguei à parte mais alta do edifício, onde alguns homens estavam soldando as armações de tubo. Nisto um deles me pediu para pegar um eletrodo que tinha caído e estava em cima do tubo de baixo. Peguei para ele, ele então disse que tinha que economizar o máximo, porque eletrodo estava muito caro. Fui descendo dali, com eles continuando a soldarem as peças. Os respingos do fogo da solda, quase caiam em mim. Desci daquele edifício feito de armações e fui para uma esquina distante, onde encontrei uma pessoa. Conversando com ela, olhei para o edifício e naquele instante, a parte do edifício feito de armações de tubos, balançava muito, até que ele foi caindo em cima da parte que era feita de concreto, e os dois começaram a cair. Gritei com a pessoa do meu lado, mostrando a ela o edifício caindo. Eles caíram todo ao chão, levantando uma grande poeira.
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
domingo, 26 de julho de 2009
JOGANDO O HOMEM NA BETONEIRA
Estava vindo por uma rua, quando vi nesta, um monte de terra. Havia um descampado depois desta terra e ali tinha um carroceiro. Passei por ele e fui andando por uma rua. Nisto chegou o Dílson, filho do Sr. Airton e começou a discutir com o carroceiro. Ambos vieram em minha direção. Cheguei numa casa, que seria a minha, e entrei. Eles entraram atrás de mim e o carroceiro me pediu uma fita métrica. Entreguei a ele e ele mediu o Dílson com quem estava discutindo. Daí eles saíram e fui atrás, para pegar minha fita métrica de volta. Nisto o tal carroceiro, pegou o Dílson que discutia com ele, colocou o mesmo dentro de uma betoneira (usada para misturar concreto), que ficava em cima de sua carroça. A betoneira estava funcionando. Então, com medo do tal carroceiro me jogar lá também, desisti de pedir a ele a fita métrica. Entrei na casa e fui até uma janela, onde em frente havia um edifício cujo dois andares tinham a frente toda de vidro. Olhei para este prédio e no andar de cima vi o Dílson andando de um lado para outro. E no de baixo, estava o carroceiro, também andando de um lado para outro.
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