Estava num local, que parecia um descampado. Eu estava ao lado de um muro que tinha aproximadamente uns 3 metros de altura. E acima do muro havia uma cerca de arames que ia tão alto que eu não conseguia ver. Este muro tinha alguns intervalos que, no lugar do muro, tinha a tal cerca de arames, que ia de cima a baixo. Havia uma pessoa comigo, que não sei quem era. Eu usava uma camisa de algum clube de futebol, com um escudo no peito. Não sei qual clube era. Do outro lado do muro, havia dois homens que queria minha camisa. Eles me olhavam por esta cerca de arames. Eu corri bem rápido, acompanhando este muro, e eles me acompanhavam também. Eu voltei para onde eu estava e eles continuavam me olhando. Então eu tirei a camisa e pulei no alto do muro, segurando na cerca que tinha acima dele. Os dois homens também pularam e agarraram a camisa. Eu segurava de um lado e eles do outro. Então eu disse que daria a camisa a eles. Eu subi uma rampa e em cima estava a Rita. Ela segurava uma varinha na mão e ficava riscando o chão. Eu vi duas bacias num canto e toda cheia de teia de aranha. Havia vários fios da teia, que parecia uma corda. Então eu disse para a Rita que não tinha como tirar as bacias, porque as teias estavam muito fortes. Ela riu e disse que depois limpava a casa. Ela então me disse que precisa de um dinheiro. Eu disse que se ela estivesse dito antes, eu teria arrumado, mas eu tinha gastado o dinheiro com outra coisa.
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sábado, 12 de julho de 2014
quarta-feira, 16 de junho de 2010
A TROCA DE CAMISA

Estava num local, onde havia uma Van parada e algumas pessoas perto. Estava sentado na beirada do passeio com mais duas pessoas. Chegou um homem, que seria um amigo meu, com uma camisa na mão, me pedindo para trocar minha camisa com a que ele segurava. Peguei a tal camisa e dizia para as pessoas que estava comigo ali, que aquela camisa era muito ruim. A gente ruía muito. Então peguei alguns pedaços de papel, folha seca de árvore que estavam no chão e outros pequenos lixos, e coloquei no bolso que tinha nesta camisa. Peguei uma tesoura e disse que iria testar se a camisa era boa. Tentei cortar a manga da camisa e quando fui fazer só de brincadeira, a tesoura cortou mesmo a manga. Então fiquei dizendo que a camisa era mesmo muito ruim. Nisto, o dono da camisa, que tinha saído, foi voltando e perguntando se eu iria trocar ou não. Então decidi trocar de camisa com ele. Fui tirar minha camisa, que era de botão na frente. Estava com dificuldades para tirar a camisa. Não estava conseguindo tirá-la dos braços. Com muito esforço, tirei a camisa e entreguei a este amigo meu. Então coloquei a camisa que ele trouxe e eu tinha rasgado na manga. Ao colocar, enfiei a mão no bolso e disse a este amigo meu, que a camisa estava cheia de lixo. Ele então disse que deveria ser da época em que ele bebia muito e vivia caído pelo chão. Mas que agora ele não fazia mais isto. Ele então enfiou a mão no bolso da camisa, tirou o lixo que eu mesmo tinha colocado só por brincadeira. E jogou o lixo ao lado da Van.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
O COLCHÃO E AS CAMISAS
Estava no passeio da rua da casa da minha mãe, em frente à casa dela. Estava deitado num colchão que eu tinha colocado ali. Em cima deste colchão tinha um travesseiro e várias camisas. Havia algumas pessoas em pé, ali do lado. Sai dali e entrei na casa da minha mãe e voltei logo em seguida. Nisto vi que as camisas haviam sumido. Comecei a perguntar que tinha pegado minhas camisas. Ninguém dizia nada. Comecei a chingar, dizendo que aquelas camisas não eram minhas e que eu precisava delas. Nisto vi que o travesseiro também tinha sumido. Então fiquei dizendo que só faltava mesmo sumir o colchão. Deitei novamente no colchão, coloquei as mãos em baixo da cabeça, servindo de travesseiro, e disse aquelas pessoas que estavam ali, que eu iria dormir porque estava com muito sono.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
BATIDA DE MOTO NA "JK"
Estava na “JK” com o Fernando, fazendo caminhada. Já estava escurecendo. Eu tirei a camisa porque estava sentindo calor. Nisto veio um carrinho bem pequeno, em cima do passeio onde a gente caminhava. Era um fusca vermelho, mas tinha o tamanho de um carrinho de pedreiro. Assim que passou por nós, correndo muito, ele rodou e capotou ali no passeio mesmo. Ele ficou de rodas pra cima. Nisto pela pequena janela, saiu o air beg. Eu fiquei na dúvida se tinha alguém lá dentro ou não. Mas passei pelo carro e continuei andando. Nisto alguém que estava em baixo do carro o empurrou e o desvirou. Era um homem. Ele levantou e fiquei imaginando como ele coube dentro daquele carro. Continuamos andando e quando estávamos no cruzamento da “JK” com a Rua do Teatro municipal, veio uma moto muito rápida e não consegui entra na rua do teatro e bateu num trilho que tinha fincado ali. O cara da moto caiu e começou a gritar. Nisto parou outro moto perto dele e o cara foi socorrê-lo. Eu e o Fernando continuamos a caminhada.
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
COM O NÚMERO 14
Estava num local com mais duas pessoas. Nós três usávamos uma camisa que tinha um numero na frente, diferente um do outro. Nisto eu peguei uma caixa onde tinha várias bolinhas com números. Então eu disse que ia tirar uma bolinha, e quem tivesse a camisa com o número mais próximo, teria que ir embora. Eu tirei a bolinha e saiu o numero 14. Era o numero que estava na minha camisa. Então eu disse que partiria e não mais voltaria.
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
PRA CIMA É UM DEUS NUS ACUDA
Estava dentro de um carro, com outra pessoa dirigindo. A gente ia por uma rua de terra, quando chegamos num cruzamento, havia três caminhos. Eu disse para a pessoa que dirigia o carro, que pegasse o caminho do meio, porque eu tinha que pegar algo. Nisto ela foi indo, até que depois, chegamos numa ruazinha muita estreita e toda cheia de buracos. Nisto, já era eu quem estava dirigindo. Eu subi por um morro muito íngreme e cheio de buracos. Nisto o carro já não subia, eu que subia a pé e carregava o carro, que era bem pequeno. Eu jogava o carro na minha frente, andava um pouco, pegava o carro e o jogava novamente morro acima. Parei meu carro numa vaga que tinha visto ali. Havia muita gente ali conversando. Então eu entrei numa casa e vi no chão, dobrada, uma nota de vinte reais. Eu peguei a nota e ela era toda vermelha. Eu sabia que aquela nota era da minha mãe. Nisto chegou alguém perto de mim dizendo que o dinheiro era da mamãe. Sai dali e fui até o carro para trocar de camisa.
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domingo, 10 de fevereiro de 2008
UM ABRAÇO APERTADO
Estava na casa do Sr. Ary. Era um casarão com muitos quartos. Eu tinha dormido lá. Nisto eu fui para um quartinho nos fundos, para tirar uma camisa alaranjada, de seda. Quando fui trocar de camisa, o Sr. Ary apareceu. Depois ele saiu. Eu tirei a camisa alaranjada e coloquei outra. Coloquei a camisa no bolso da bermuda e fui guardá-la no quarto. Dentro da casa, havia várias portas de quarto e eu não achava o quarto que eu tinha dormido. Nisto a Rita me disse que a Iara estava me chamando. Eu passei na porta do quarto onde a Iara estava, mas queria guardar a camisa antes. Entrei em dois quartos, pensando ser o que eu tinha dormido e não eram. Entrei em outro pensando ser o que tinha dormido, e quando abri uma gaveta, vi que não era o meu. Então fui ate a Iara assim mesmo, para que ela não reclamasse que eu demorava muito. Ela estava sentada na cama dobrando roupa. Então eu percebi que tinha dormido ali, com a Iara. Ela me mandou eu sentar na cama porque queria falar comigo. Eu sentei, ela me abraçou.
TROCANDO A BLUZA PARA VIAJAR
Estava num local, onde entrei num ônibus que ia para Belo Horizonte. Eu sentei na frente e fui conversando com o motorista. Nisto o ônibus parou numa esquina, o motorista desceu e eu desci com ele. Saímos conversando. Eu dizia a ele que meu plano de saúde era o do Plansfer, que era muito bom e a gente não pagava nada. Ele dizia que não tinha plano de saúde. Nisto olhei para trás e vi que o ônibus estava saído. Então percebi que havia trocado o motorista e era para eu não ter descido. Nisto percebi que eu estava usando uma de dormir. Então pensei que eu tinha me esquecido de trocar de roupa antes de sair. Então percebi que eu estava no bairro Danilo Passos. Sai andando procurando um local para trocar de blusa, sem que ninguém visse. Eu andava por umas ruas estreitas, algumas pessoas passavam por mim, mas ninguém reparava nada. Nisto cheguei num beco onde coloquei uma camisa vermelha. Sai andando e percebi que aquela camisa era minha, e que tinha sumido há muito tempo. Quando eu andava, uma criança veio e foi andando ao meu lado. Eu procurava um jeito de voltar para casa, mas não achava a saída do bairro.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
BRIGANDO PELA CAMISA DO CLUBE
Estava num local, que parecia um descampado. Eu estava ao lado de um muro que tinha aproximadamente uns 3 metros de altura. E acima do muro havia uma cerca de arames que ia tão alto que eu não conseguia ver. Este muro tinha alguns intervalos que, no lugar do muro, tinha a tal cerca de arames, que ia de cima a baixo. Havia uma pessoa comigo, que não sei quem era. Eu usava uma camisa de algum clube de futebol, com um escudo no peito. Não sei qual clube era. Do outro lado do muro, havia dois homens que queria minha camisa. Eles me olhavam por esta cerca de arames. Eu corri bem rápido, acompanhando este muro, e eles me acompanhavam também. Eu voltei para onde eu estava e eles continuavam me olhando. Então eu tirei a camisa e pulei no alto do muro, segurando na cerca que tinha acima dele. Os dois homens também pularam e agarraram a camisa. Eu segurava de um lado e eles do outro. Então eu disse que daria a camisa a eles. Eu subi uma rampa e em cima estava a Rita. Ela segurava uma varinha na mão e ficava riscando o chão. Eu vi duas bacias num canto e toda cheia de teia de aranha. Havia vários fios da teia, que parecia uma corda. Então eu disse para a Rita que não tinha como tirar as bacias, porque as teias estavam muito fortes. Ela riu e disse que depois limpava a casa. Ela então me disse que precisa de um dinheiro. Eu disse que se ela estivesse dito antes, eu teria arrumado, mas eu tinha gastado o dinheiro com outra coisa.
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