Estava numa sala, que parecia uma sala de máquinas de uma empresa. Lá estava o Expedito, com quem trabalhei. Conversei com o Expedito e disse que precisava levar um envelope para o Dr. Jacinto. O Expedito me entregou o envelope e com dificuldades, passei entre as maquinas que tinha ali e fui indo embora. Chegando numa sala, havia uma mulher, que seria a secretária do Dr. Jacinto. Ela disse que ele não estava ali. Fui indo embora e deixei cair os papeis que estavam na minha mão, juntamente com o tal envelope, dentro de uma poça de água. Peguei com cuidado para não rasgar tudo e fui indo embora. Depois voltei para aquela sala onde estava à secretária do Dr. Jacinto. Ali estavam o Vitinho, O Nenêi e outra pessoa. Eles disseram que não adiantava eu subir para a sala, pois eu estava sem o envelope e o Dr. Jacinto não iria gostar de não tê-lo levado. Mas decidi subir a escada assim mesmo. Na sala de cima, vi o Dr. Luiz Carlos sentado numa mesa. O Dr. Jacinto em outra e o Hugo Batista em outra mesa. Havia algumas pessoas ali na sala. Fiquei em pé, perto da mesa do Dr. Jacinto, esperando ele terminar de conversar com uma pessoa, para dizer a ele que tinha perdido o envelope. Nisto alguém chegou perto de mim e disse que eu teria que pegar uma senha, para ser atendido. A caixinha com as senhas estava ao lado da mesa do Hugo Batista. Peguei uma senha, que era de número seis.
Mostrando postagens com marcador a senha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador a senha. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
A SENHA Nº 56
Estava um reboliço de pessoas. Todas querendo entrar numa determinada sala, onde havia um homem mantendo uma grande porta de vidro fechada. Eu estava no meio daquela multidão. Com esforço e empurrando pessoas, aproximei deste homem da porta e disse que eu queria apenas adquirir um pacote de TV via satélite. Ele então me permitiu entrar. Quando fui entrando, vi um grande balcão, onde havia uma mulher atendendo. Do lado de fora, havia algumas pessoas amontoadas, querendo ser atendidas todas de uma vez. O tal homem da porta, chamou por esta mulher e apontou para mim. Ela saiu de trás do balcão, veio até mim e me deu o que seria uma senha, cujo número era 56. As pessoas que estavam ali ficaram olhando. Então perguntei se eu teria que esperar atender todos. Ela então disse que não. Disse que no verso da senha, tinha um número de telefone, que era para eu ligar e meu atendimento seria feito por telefone, pois compra de canais de TV via satélite, tinha prioridade. Sai com aquele papel da senha, procurando pelo tal numero do telefone, que não estava anotado ali.
Assinar:
Postagens (Atom)

