OS MELHORES LUGARES PARA AS GRANDES AVENTURAS : Vendedor
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sábado, 19 de junho de 2010

O MECÂNICO E AS FERRAMENTAS


Estava dentro de uma concessionária de moto. Estava ao lado de um balcão, onde um homem atendia uma mulher, vendendo uma caixa de ferramentas. Nisto, chegou outro homem, vestido com uma roupa branca, e retirou da caixa de ferramentas, várias delas e saiu. O vendedor chamou o gerente e disse que um homem pegou algumas ferramentas e foi embora. O gerente então disse que a mulher teria que pagar as ferramentas, pois já estava sendo vendida para ela. Ela dizia que não pagaria. Ao lado de onde estávamos, havia uma porta, que dava para a oficina desta concessionária. Entrei nesta porta, tentando ver o tal homem que tinha pegado as ferramentas. A oficina era muito grande e havia vários corredores com prateleiras, cheia de peças de moto. Vi algumas pessoas andando pelos corredores, mas não vi o homem de branco. Nisto, ouvi uma discussão, olhei para um canto o vi um homem discutindo com outro. O gerente perguntou da loja, o que estava acontecendo. Disse que dois homens estavam discutindo ali. Voltei para ver a discussão e vi que um dos homens, era o tal homem de branco, que ainda estava com as ferramentas nas mãos. Mas ele era o mecânico da oficina. Fui até o balcão, onde estavam o vendedor, a mulher e o gerente, e disse que o mecânico da concessionária, que tinha pegado as ferramentas, e portando não havia roubo. Ninguém teria que pagar nada.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

ALIENÍGENAS NA LINGUIÇA


Estava num local, que seria uma delegacia de policia. Estava com um saquinho de plástico, que teria um quilo de lingüiça dentro. Neste saquinho, tinha uma pequena imagem, que seria do fabricante. Cheguei diante do delegado, que estava em pé, diante da mesa, disse que iria acabar com aquilo. Abri o saquinho o joguei toda a lingüiça, na parede. Mas quando ela batia na parede, se transformava em uma espécie de mingau de lingüiça, e ia escorrendo pelas paredes em que joguei. Quando terminei de jogar e fiquei olhando aquele mingau escorrendo pela parede, o delegado me perguntou por que tinha feito aquilo. Mostrei para ele o desenho do saquinho. O desenho se movimentava como se fosse algo aprisionado ali. O desenho era de um dragão que tinha o rabo como se fosse uma serpente. Mostrando o desenho se movimentando para o delegado, disse que aqueles alienígenas, não iriam viver neste nosso planeta. Joguei o saquinho em cima da mesa do delegado. Sai por um corredor, e ao lado da sala do delegado, tinha uma espécie de vendinha. Em cima de um armário, vi um pacotinho de lingüiça. Disse para o vendedor que queria um quilo de lingüiça. Sentado no chão, do lado de dentro desta pequena venda, tinha um homem limpado o armário com um pano. O vendedor pesou a lingüiça e disse que tinha apenas 900 gramas. Perguntei se não havia outro pedaço por ali. O tal homem que estava no chão, disse com uma voz de pessoa meio abobada que não havia mais, tinha acabado tudo. Fiquei com um sorriso meio irônico e pensei que eles ainda não sabiam que eu tinha jogado tudo na sala do delegado. Sai dali e fui embora.


segunda-feira, 13 de abril de 2009

NA IGREJA SEM BONÉ

Estava indo para missa, numa igreja que não sei onde era. Quando cheguei na porta, vi que não estava com o boné, que costumo usar. Parei ali na porta, e ao meu lado tinha alguém, que não sei quem era, com um tabuleiro, vendendo algo. Nisto chegou a Nathalia, vindo de dentro da igreja. Disse a ela que fosse até em casa, pegar meu boné. Ela não queria ir, mas depois saiu.
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