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terça-feira, 4 de junho de 2019

Palau, Oceania - Um país composto de 300 ilhas




Andando de cabeça baixa, usando o celular para postar nas redes sociais, atropelei um coqueiro 




Quando chegou o dia de conhecermos Palau, me fez lembrar "Jules Verne". (Júlio Verne). Me fez lembrar porque seu livro "A Ilha Misteriosa" conta que esta ilha que fica anos submersa e anos na superfície, estaria nesta região da Oceania e Palau seria o ponto de partida mais próximo. Lembrando Júlio verne, me fez lembrar uma de suas frases que eh uma das minhas favoritas "Tudo o que um homem pode imaginar, outros homens poderão fazer".


Claro que nossa viagem à Palau não tem nada a haver com esta Ilha Misteriosa cercada de furacões e tempestades 24 horas por dia e que faz desaparecer aviões e navios. Em Palau ocorre fenômenos naturais científicos misteriosos. Mas seria muito espetacular se esta ilha estivesse lá e se nós a pudéssemos conhecê-la. Mas deixamos a imaginação para escritores de ficção e vamos conhecer Palau, um país com pouco mais de vinte mil habitantes, onde uma das principais (mas não a principal) fonte de renda eh o turismo.

Chegamos em Palau, ou melhor, na ilha da antiga capital do país já que Palau eh composto de 300 ilhas sendo a maioria desabitada. A gastronomia eh uma mistura de sabores Japoneses, Italianos, Ingleses, Coreanos e outros, mas prevalecendo sobre os demais, os sabores Americanos. Em Palau há ótimos restaurantes, hotéis e Resorts praticamente dentro do mar e que oferecem toda  a estrutura para seu turismo.



Praticamente tudo que você for fazer em termos de turismo eh necessário pagar uma taxa, sempre em Dollar, e os valores não são baixos. Mas acredite, vale a pena. Qualquer lugar que você for será uma aventura e muito divertida, pois há muitos turistas em Palau e você irá interagir rapidamente com eles e com os habitantes do lugar, que são muito receptivos e sorridentes. 

Há muita coisa legal para se fazer em Palau. E nosso objetivo era conhecer o máximo de lugares possíveis. Se você for Norte Americano poderá ficar um ano inteiro em Palau com o visto que eh emitido na hora em que você chegar, do oposto, seu visto terá validade de 30 dias (também emitido na hora) e você só poderá entrar no país se já estiver com a passagem de volta comprada. Existem várias lagoas azuis (Blue Corner, German Channel, Ulong Channel e Blue Holes) onde você pode mergulhar todos os dias e nenhum dia será como o outro.



Como se você estive mergulhando em local diferente. (Mergulhar não era, ainda, minha opção de turismo, embora o mergulho fosse o forte em Palau). Eh super show de bola. Em Blue Conner, você pode nadar com os Tubarões. Claro, se você tiver coragem. Por segurança minha e dos demais, não optei por esta atração turística. Existe também uma lagoa azul em que podemos nadar em meio as águas-vivas (essas águas-vivas não queimam como as demais). Eh muito impressionante e muito show de bola. Claro, aqui não teria problemas pra mim. Ficaria na beira da lagoa e assim me divertiria. 

Meus amigos nadaram com os tubarões (O Kaleb e eu não fomos), mergulharam em duas lagoas (só eu não fui), conhecemos algumas ilhas em um passeio de barco. As águas ali são super cristalinas, a impressão de quem está próximo eh de que o barco está flutuando. Muito show de bola mesmo.



Eu nadei próximo as águas-vivas, muito, muito legal. Visitamos a biblioteca, conhecemos a da história deste povo super hospitaleiro, interagimos com os habitantes locais e visitamos várias ilhas que formam Palau. Fizemos tudo que um turista em busca de aventura e conhecimento pode fazer em Palau. 


No último dia de nossa estadia em Palau, a gente ia pegar o avião somente a tarde, fomos dar uma volta pelo centro de Koror, para comprarmos lembranças de nossa passagem por Palau, conhecer mais a cidade e seus habitantes. Este último dia reservamos para este fim mesmo. Não eh só no mar, lagoas, trilhas em matas que você pode se divertir e fazer turismo. As Cidades de Palau tem muito a oferecer para os turistas e nós íamos aproveitar isso.



Andado pelo centro da cidade, meus amigos iam a frente e eu, como sempre, vagarosamente ia atrás deles e desta vez, mais vagarosamente ainda, porque estava postando algumas das fotos que tinha tirado em Palau, nas redes sociais. Andando de cabeça baixa, entusiasmado com o que estava postando, não vi bem a direção em que caminhava e então tropecei no canteiro circular que cerca os coqueiros que tem plantando em toda orla do centro de Koror. Ao bater neste canteiro, tropeçando nele, caí para frente e bati de testa no coqueiro ali plantado. Ao bater a cabeça no coqueiro, meu celular caiu, levei um pequeno corte na supercílio que começou a sangrar bastante.

Peguei meu celular rapidamente, o sangue atingiu meus olhos e fui limpando com as mãos e preocupado se alguém tinha visto eu bater a cabeça no coqueiro. Mas alguém sempre vê quando a gente faz isso. Algumas pessoas que viram começaram a perguntar se eu precisava de ajuda e isso fez com que meus amigos olhassem para trás e virem que eu estava com a camisa manchada de sangue, porque eu comecei a limpar o sangue com a camisa. Meus amigos voltaram perguntando o que tinha acontecido e já dizendo que estava demorando acontecer alguma coisa comigo.



Mas o sangue não queria parar de escorrer. Tivemos que ir a uma farmácia onde o farmacêutico fez o estancamento do sangue e colocou um curativo. Meus amigos queriam saber o que tinha acontecido, e como eles não tinha visto, decidi não contar. Mas não teve como esconder, acabaram por saber o real motivo de eu ter me machucado e ficaram desejando poder voltar no tempo para filmar a cena, que para eles era a prova definitiva de que eu era a pessoa mais desastrada do mundo. Mas quem nunca bateu com a testa em árvore, poste ou qualquer outro lugar na rua, enquanto digita no celular? Eu já ouvi falar de várias pessoas que pagaram esse mico.

Depois deste contra tempo, decidi que não usaria o celular enquanto andava pelas ruas, mas ali mesmo em Palau já quebrei minha promessa, porque eh quase impossível você andar e não fazer uso do celular. No final do dia partimos deixamos para trás este belo país, que eh acolhedor, hospitaleiro e que também ficará na história de minha vida, de quando "atropelei um coqueiro" andando nas ruas de Koror em Palau.

Valeu gente. Até a próxima.






quinta-feira, 21 de junho de 2018

10 PAÍSES MAIS NOVOS DO MUNDO QUE, AINDA QUE TENHAM POUCO TEMPO DE VIDA, CONTAM COM DESTINOS TURÍSTICOS ESPETACULARES -




CONHEÇA OS 10 PAÍSES MAIS NOVOS DO MUNDO QUE, AINDA QUE TENHAM POUCO TEMPO DE VIDA, CONTAM COM DESTINOS TURÍSTICOS ESPETACULARES
Alguns países têm mais de mil anos de vida, como o pequeno San Marino, que declarou sua independência do Império Romano no ano 301. Outros, no entanto, apesar de certamente terem centenas de anos de história, só se consagraram como países muito recentemente – e você tem que concordar que dá vontade de conhecer um país que só nasceu há 10 anos, né? 
Confira alguns países que, ainda que tenham pouco tempo de vida, contam com destinos turísticos espetaculares. 
Pensando nisso, o Guia da Semana listou 10 dos países mais novos do mundo – todos têm menos de trinta anos! Qual você vai querer visitar primeiro? 
01 - KOSOVO 
Kosovo é considerado por muitos o segundo país mais novo do mundo, tendo sua independência reconhecida em fevereiro de 2008. O problema é que o país do qual ele se tornou independente, a Sérvia, não o reconheceu – e nem o Brasil, que disse que só o fará depois de um acordo com a Sérvia –, então há quem diga que o Kosovo não é um país. 
De qualquer forma, vale a pena visita-lo. A capital, Pristina, é famosa por seus cafés, enquanto Peja tem dois dos quatro monumentos medievais kosovos considerados Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, e Prizren (foto) se destaca por sua cultura, dentre museus, igrejas, mesquitas, castelos e lojinhas. As línguas oficiais são albanês e sérvio. 
02 - MONTENEGRO 
Montenegro se tornou um país soberano em junho de 2006, quando decidiu, através de um plebiscito, se separar da Sérvia. O país é muito famoso por suas praias paradisíacas no Mar Adriático e suas belezas naturais um pouco mais distantes do litoral, principalmente nos parques nacionais Biogradska e Durmitor, onde você pode acampar, escalar e praticar caiaque ou ciclismo em meio a paisagens espetaculares. Ele também se destaca por ter um povo hospitaleiro e cultura espetacular, situada entre Ocidente e Oriente. Um destino imperdível é a encantadora cidade medieval de Kotor (foto), que além de muita história tem muita cultura e vida noturna. 
03 - SÉRVIA
Sérvia e Montenegro foi um dos países que nasceu da dissolução da Iugoslávia em 1992 e com esse nome existiu até 2006, quando Montenegro decidiu se separar. Desde então, a Sérvia é um estado autônomo com cerca de oito milhões de habitantes e o sérvio como língua oficial. O país tem crescido como destino turístico e há quem diga que a sua capital, Belgrado, se equipara a Berlim, no que se refere a festas e vida noturna. 
Entre seus principais destinos turísticos estão Kalemegdan, um impressionante forte que já foi cenário de mais de cem batalhas e foi destruído mais de 40 vezes; a Cidadela de Petrovaradin, em cujas masmorras personalidades como Tito, líder revolucionário da Iugoslávia, ficaram presos; e o Parque Nacional Tara (foto), cheio de ravinas dramáticas e rios impressionantes. 
04 – PALAU 
Palau é um pequeno país com pouco mais de 20 mil habitantes espalhados por cerca de 300 ilhas, onde se fala, oficialmente, o inglês e o palauano, além de japonês, chinês, filipino e outros. O país, na Oceania, pertenceu aos espanhóis durante parte dos séculos 17 e 18, depois se tornou parte das Filipinas, que lutavam para expulsar os colonizadores europeus, mas acabou sendo anexado ao Japão durante a Primeira Guerra e, por fim, foi conquistado pelos Estados Unidos na Segunda Guerra, a quem pertenceu até se tornar um país autônomo em outubro de 1994. 
Hoje, é um cobiçado destino turístico para os amantes de belezas naturais, que mergulham perto de seus espetaculares recifes, ou no famoso Lago de Águas-Vivas – são todas inofensivas. Por lá, você também encontra muitos museus e memoriais para entender melhor toda essa história de conquistas e dominações 
05 - REPÚBLICA TCHECA 
A Tchecoslováquia nasceu da queda do Império Austro-Húngaro depois da Primeira Guerra Mundial, e se separou em República Tcheca e Eslováquia em janeiro de 1993, através do Divórcio de Veludo, como ficou conhecido o momento de separação pacífica entre os dois países, apesar do grande número de manifestações populares. 
Hoje, a República Tcheca é um dos principais destinos turísticos do Leste Europeu e – por que não? – de toda a Europa. Sua incrível cultura, arquitetura e, claro, cerveja, combinados com o baixo valor de sua moeda, atraem diversas pessoas em busca de turismo de qualidade por preços baixos. Praga (foto), a capital, é o destino preferido, com seus fantásticos castelos, igrejas e museus, mas quando estiver por lá não deixe de visitar a cidade de Český Krumlov, considerada um Patrimônio da Humanidade pela UNESCO 
06 - ESLOVÁQUIA 
A outra metade da antiga Tchecoslováquia, Eslováquia, é famosa por ser a terra dos belos castelos e montanhas. Localizada bem no centro da Europa, tem como capital a cidade de Bratislava (foto), que recebe a maior quantidade dos turistas, principalmente em busca de sua intensa vida noturna, sua impressionante cidade antiga e a facilidade de acesso em relação ao resto do continente. Para os amantes de natureza, o destino mais famoso são as montanhas Tatra, uma incrível cordilheira cheia de pinheiros verdes e cachoeiras cristalinas. 
07 - BÓSNIA E HERZEGOVINA 
A Bósnia e Herzegovina, que costuma ser chamada só de Bósnia, foi o último país a declarar independência da Iugoslávia, em março de 1992, resultando em um processo que envolveu uma violenta Guerra Civil, que só terminou em 1995, com atuação da ONU. Desde então, entretanto, o país está em paz e tem crescido como destino turístico. 
Suas principais atrações estão na incrível capital, Saravejo, e na fascinante cidade de Mostar, famosa pela Stari Most (foto), ponte originalmente construída entre 1557 e 1566. Na capital, você encontra diversos memoriais e museus e certamente vai querer se perder em meio à espetacular arquitetura da cidade velha, que carrega influências das culturas otomana, iugoslava e austro-húngara 
08 - CAZAQUISTÃO 
O Cazaquistão foi uma das últimas repúblicas a declarar independência depois da dissolução da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, em 1991. Hoje, o país é um dos mais desenvolvidos na região da Ásia Central e, entre belos museus, bons restaurantes, muitas opções de acomodação, centros comerciais, vida noturna e aventuras na natureza, é um bom destino turístico. Os principais destinos são as cidades de Astana (foto), capital, e Almaty, ambas com muitas opções de pontos turísticos, como fascinantes museus; e, claro, os destinos em meio à natureza, como o Parque Nacional dos Lagos Kalsai, onde você pode encontrar paisagens únicas 
09 - MACEDÔNIA 
A Macedônia, que acabou de mudar seu nome oficial para República da Macedônia do Norte, também fez parte da antiga Iugoslávia, e conquistou sua independência em setembro 1991. O país se destaca dos seus vizinhos por ser parte balcânica e parte mediterrânea e guarda muita história grega, romana e otomana. Dentre os pontos turísticos imperdíveis estão a cidade de Ohrid, à beira do Lago Ohrid, e a capital Skopje, um destino que guarda muitos incríveis museus, muitas belas fontes e uma combinação arquitetônica inusitada. 
10 - NAMÍBIA
A Namíbia foi parte da África do Sul até 1990, quando finalmente ganhou sua independência, depois de também ter sido explorada por portugueses, ocupada por ingleses e dominada por alemães. Não é à toa que, apesar de o idioma oficial do país ser o Inglês, algumas regiões também têm como línguas oficiais o africâner (variação do holandês), o alemão, o nama, o herero, o kwangali, o oshiwambo, o setswana e o silozi. 
O país é recheado de belezas naturais, possui uma rica diversidade de vida selvagem – lá estão alguns dos principais roteiros dos famosos safaris –, e, claro, uma cultura fascinante, fruto de uma história da qual participaram muitos povos. Sossusvlei, no Namib Naukluft National Park, é um fascinante deserto de sal e um dos principais destinos o país. Enquanto Lüderitz, Swakopmun e a capital Windhoek são incríveis cidades cheias de museus e história 

Fonte dos textos e fotos: Guiadasemana.com.br / Thymonthy Becker / Charlie Styforlamber 



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