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domingo, 8 de setembro de 2019

ESTAÇÃO DA LUZ / SÃO PAULO / SP - Construída com estruturas trazidas da Inglaterra, que copiam o Big Ben e a Abadia de Westminster
















A estação ferroviária da Luz foi aberta ao público em 1901. Suas instalações ocuparam 7.500 metros quadrados do Jardim da Luz e foi construída pela São Paulo Railway Company com estruturas, trazidas da Inglaterra, que copiam o Big Ben e a Abadia de Westminster.


A Estação da Luz é a principal prova da importância e do desenvolvimento que a cultura do café - que exigia o aumento da malha ferroviária para o escoamento do produto da região de Jundiaí para o porto de Santos - trouxe não só para a cidade como para o Estado.
A importância da São Paulo Railway Station, como era oficialmente conhecida, durou até o fim da Segunda Guerra Mundial, após este período, o transporte ferroviário foi sendo substituído pelos transportes aéreo e rodoviário. Depois, a estação passou a receber trens suburbanos. 
Fica na periferia do Centro, no final da Av. Cásper Líbero.
Construída entre 1895 e 1901 para atender à demanda da produção cafeeira, a estação tem estrutura metálica inglesa. Em meio ao fluxo de passageiros do metrô e do trem, o espaço é sede do Museu da Língua Portuguesa. É daqui, também, que partem os Expressos Turísticos. Aos sábados e domingos, visitas monitoradas saem da porta do museu, às 12h e às 14h (grátis). Do outro lado da rua estão a Pinacoteca do Estado e o Jardim da Luz.
ESTAÇÃO DA LUZ
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A ESTAÇÃO DA LUZ É UMA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA LOCALIZADA NO BAIRRO DA LUZ, NA CIDADE DE SÃO PAULO, BRASIL. INTEGRA A REDE DE TRANSPORTES SOBRE TRILHOS DA COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS
A ESTAÇÃO ABRIGA AINDA O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA, UMA INSTITUIÇÃO CULTURAL LIGADA À SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO, INAUGURADA EM 2006.
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A ESTAÇÃO FOI CONSTRUÍDA NO FIM DO SÉCULO XIX COM O OBJETIVO DE SEDIAR A RECÉM-CRIADA COMPANHIA SÃO PAULO RAILWAY, DE ORIGEM BRITÂNICA, ASSIM COMO DE SE CONSTITUIR NA PARADA PAULISTANA DE SUA LINHA FERROVIÁRIA, A QUAL IA DE SANTOS, NO LITORAL DO ESTADO, A JUNDIAÍ, NO INTERIOR.


NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XX, FOI A PRINCIPAL PORTA DE ENTRADA À CIDADE DE SÃO PAULO. SUA MAIOR IMPORTÂNCIA, NO ENTANTO, ERA NA CONDIÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA ECONÔMICA PARA O PAÍS: POR ALI PASSAVA O CAFÉ A SER EXPORTADO NO PORTO DE SANTOS, ASSIM COMO TAMBÉM ALI CHEGAVAM BENS DE CONSUMO E DE CAPITAL IMPORTADOS QUE ABASTECIAM A CIDADE (EM UMA FASE AINDA POUCO INDUSTRIALIZADA).
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A Estação da Luz, que se encontra em um espaço de 7500 metros quadrados do antigamente bem frequentado Jardim da Luz, em São Paulo, foi projetada pelo Barão de Mauá para suceder a primeira estação, a qual data de 1867. Foi edificada entre os anos de 1895 e 1901 e hoje é parte integrante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do Metrô de São Paulo, constituindo-se em um dos principais centros metro-ferroviário da cidade.
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Idealizada na estética vitoriana, a Estação foi construída sob a supervisão do engenheiro James Ford, com matéria-prima vinda da Inglaterra. Seu propósito era abrigar a nova Companhia São Paulo Railway, empresa natural da Bretanha. Na época ela também foi utilizada para o transporte do café, então o principal produto brasileiro, para o porto de Santos. Seu relógio foi, desde o início, um ponto de referência para que todos mantivessem seus horários ajustados.
O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA DENTRO DA ESTAÇÃO DA LUZ
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A ATUAL ESTAÇÃO FOI CONSTRUÍDA ENTRE 1900 E 2010, NO LUGAR DA ORIGINAL ESTAÇÃO DA LUZ DE 1867. PRESUMIVELMENTE ESCOLHIDA EM UM CATÁLOGO INGLÊS PELAS AUTORIDADES LOCAIS, A ESTRUTURA METÁLICA DE FERRO FUNDIDO QUE LHE DÁ SUSTENTAÇÃO FOI TRAZIDA DA INGLATERRA, POR MEIO DE PEÇAS PRÉ-MOLDADAS E MONTADA AQUI - A ALVENARIA DA ESTAÇÃO, NO ENTANTO, É DE ORIGEM LOCAL. SEU PROJETO É ATRIBUÍDO AO ENGENHEIRO INGLÊS HENRY DRIVER, SENDO SIMILAR À FLINDERS STREET STATION, UMA ESTAÇÃO EXISTENTE EM MELBOURNE, AUSTRÁLIA.
foto - Silvio Tanaka
NA DÉCADA DE 1940 A ESTAÇÃO SOFREU UM INCÊNDIO E APÓS A REFORMA, FOI-LHE ADICIONADO UM NOVO PAVIMENTO NO BLOCO ADMINISTRATIVO. A PARTIR DESTE PERÍODO, O TRANSPORTE FERROVIÁRIO ENTROU EM UM PROCESSO DE DEGRADAÇÃO NO BRASIL, ASSIM COMO O BAIRRO DA LUZ, LEVANDO A ESTAÇÃO A IGUALMENTE DEGRADAR-SE.
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NAS DÉCADAS DE 1990 E 2000 PASSOU POR UMA SÉRIE DE REFORMAS, UMA DAS QUAIS ENCABEÇADA PELO ARQUITETO PAULO MENDES DA ROCHA E SEU FILHO PEDRO MENDES DA ROCHA — QUE TEVE COMO INTENÇÃO ADAPTÁ-LA A RECEBER O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA




A importância arquitetônica desta edificação, porém, levou o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat), a tombá-lo, em 1982. Nos anos 90 e 2000 a Estação foi submetida a várias restaurações, uma delas dirigida pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha e por seu filho, Pedro Mendes da Rocha.
foto - Guilherme gaensly

fonte dos textos e fotos: Thymonthy Becker / estacaodaluz.og.br / saopaulo.sp.gov.br / viajeaqui.abril.com.br / Divulgação 






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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Uma viajem em 100 fotos pela terra da Rainha da Inglaterra - Muito além de Londres




Às margens do Rio Tâmisa, o Big Ben vigia uma cidade que ferve entre parques verdejantes, museus gratuitos e pubs irreverentes. 
Milhares e milhares de viajantes desembarcam em Londres todos os anos para se esbaldar durante dias – ou semanas, ou meses! – com as incríveis atrações da histórica e cosmopolita capital do Reino Unido. Às margens do Rio Tâmisa, o Big Ben vigia uma cidade que ferve entre parques verdejantes, museus gratuitos, pubs irreverentes, mercados disputados, abadias imponentes, torres, pontes, castelos e palácios onde a história aconteceu e continua a ser escrita.


Afinal, é de Londres que Elizabeth II comanda seu reino composto por quatro países e talvez não tão unido quanto a soberana mais popular que já passou por estas ilhas gostaria. Mas não viemos aqui para falar de separatismo, e sim de turismo. Viemos aqui para dizer que a terra da rainha é incrível e que vai muito além de Londres. Viemos aqui para que você faça uma verdadeira ‘viagem’ sem sair de casa em 100 fotos do Reino Unido! 
Para começar a curtir as muitas atrações que se espalham por Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, nem é preciso ir muito longe da capital. Em Windsor, a apenas 38 quilômetros de Londres, você pode visitar o famoso castelo do mesmo nome e que é uma das residências oficiais da família real. Em Salisbury, a 137 quilômetros de Londres, encontra-se o mais impressionante monumento pré-histórico do mundo: os círculos de pedra de Stonehenge.




Mas se quiser mergulhar de verdade na variedade de paisagens e pontos turísticos do Reino Unido, prepare-se para cruzar as fronteiras da Inglaterra. Na Escócia, encante-se pelo charme medieval de Edimburgo, chore diante da beleza das montanhas das Highlands e deixe-se envolver pelo mistério do Lago Ness e seu mítico monstro marinho. E não pare por aí! 
Pegue um ferry e cruze o mar até a Ilha da Irlanda. Na Irlanda do Norte, surpreenda-se com o tour político pelos bairros católico e protestante de Belfast, onde uma disputa de séculos ainda fervilha e obriga o governo a manter um muro separando os adeptos das duas religiões. Perca-se pelo Titanic Quarter, o bairro onde nasceu o navio mais famoso e trágico do mundo e que hoje abriga seu museu.



Deixe-se levar para as paisagens do norte do país, onde o frio bate forte, mas não tira a beleza de castelos, pontes sobre penhascos e da incrível Giant’s Casway, a formação de rocha basáltica que lembra uma calçada construída por gigantes. Tudo isso sem se preocupar com o dólar alto, porque a passagem, aqui, é de graça. Embarque conosco nesta ‘viagem’ por 100 fotos do Reino Unido e descubra o que é a rainha tem! 





















































































































VALEU POR VIAJAR COM A GENTE - SEMPRE VOLTE






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