sexta-feira, 31 de agosto de 2018

6 lugares do mundo que parecem coisa de outro planeta






Algumas paisagens do nosso planeta são tão surpreendentes que não parecem reais. 
Há destinos ao redor do mundo que saltam aos olhos por esse motivo – do "mar de estrelas" nas Maldivas ao lago rosa-chiclete na Austrália. 
Um exemplo é a fonte de água termal com as cores do arco-íris do Parque Nacional Yellowstone, no Estado de Wyoming, nos EUA. 
O colorido que encanta os visitantes pode ser explicado pela presença de bactérias, que variam de acordo com a temperatura da água. 
No território americano, destacam-se ainda o colorido Fly Geyser, em Nevada, e o Antelope Canyon, no Arizona, repleto de cavernas incríveis esculpidas pela natureza nas rochas. 
O Parque Nacional Vatnajökull, na Islândia, também é uma atração à parte. Além de abrigar um dos maiores glaciares do mundo, é repleto de cavernas de gelo. 
Nas Maldivas, as praias paradisíacas ganham novos contornos à noite, quando as águas que banham o arquipélago brilham no escuro, formando um verdadeiro mar de estrelas. 
A luz azul é emitida pelos plânctons, no intuito de distrair e afastar seus predadores. 
Outro destino que impressiona é o Lago Hutt, em Port Gregory, na Austrália. A cor da água é rosa-chiclete, em decorrência das algas que existem no local.

Não indicado para claustrofóbicos: um tour pelo interior da Estação Espacial Internacional







Você já pensou em fazer um passeio dentro da Estação Espacial Internacional? É isso o que o cosmonauta russo Oleg Artemyev nos convida a fazer neste vídeo. 
“Estamos prestes a voar pelo percurso mais longo dentro da estação. Vamos nessa!”, diz ele, enquanto flutua entre diferentes áreas com uma câmera na mão. 
A Estação Espacial Internacional é um gigantesco laboratório espacial – do tamanho de um campo de futebol - que começou a ser montado em 1998 e foi concluído em 2011. 
A estrutura é usada como plataforma para dar suporte a viagens espaciais e para a realização de experimentos científicos. Um deles, atualmente, estuda novas formas de combate ao câncer. 
Tripulação 
A bordo da Estação estão, neste momento, quatro astronautas e dois cosmonautas, como são chamados os astronautas russos. 
Eles viajam a uma velocidade de cinco milhas por segundo (o equivalente a 28.968,19 km/h), dando uma volta ao redor da Terra a cada uma hora e meia. 
Além de Artemyev, integram a equipe o russo Sergey Valerevich, os americanos Drew Feustel (comandante da expedição), Serena M. Auñón-Chancellor e Ricky Arnold e o alemão Alexander Gerst. 
Por dentro da estrutura 
“Este é o módulo japonês”, diz Artemyev em um dos diversos módulos da estação por onde passa durante o tour. 
Pelo caminho, ele apresenta rapidamente os colegas. 
“Esta é Serena, a pessoa mais legal da estação”...”E este é o segundo mais legal, Drew”, diz. 
O cosmonauta mostra “onde os astronautas vivem”, além de uma área onde há “trabalhos em andamento” - e onde encontra “Ricky, que está voando e trabalhando”. 
“Ele é o melhor, o mais trabalhador”, diz o russo sobre o americano, para em seguida apresentar outro membro da equipe: “Este é Alex, um dos melhores aqui”. 
O passeio segue com Artemyev “voando sobre os cabos de energia” e apontando onde fica a “cafeteria” deles, o lugar onde fazem as refeições. 
“Agora entramos na seção russa”, diz em seguida, apontando para “o módulo de armazenamento” e o “módulo de serviço” da estação, já chegando ao final do passeio. 
“E aqui chegamos ao final da rota mais longa da Estação”, avisa ele. “Ela termina com o nosso caminhão de carga, lotado de coisas a serem queimadas na atmosfera”. 
Uma parceria internacional de agências espaciais fornece e opera os elementos presentes na estação. As principais agências envolvidas são as dos Estados Unidos, da Rússia, da Europa, do Japão e do Canadá. A estrutura é a maior estação espacial já construída. Ela foi visitada até agora por astronautas de 18 países.